Capítulo 13: MEDITAÇÃO

Uma maneira secular de manter centrada nossa energia é a meditação. É o melhor remédio contra qualquer crise.

Meditação não deve ser confundida com esoterismo e nem com religiosidade. A meditação nos remete ao nosso íntimo e amplia nosso autoconhecimento. É um mergulho ao encontro de nossas potencialidades intuitivas. A meditação ultrapassa nossas camadas analíticas, intelectuais e racionais. Apesar de milenar, é um dos mais modernos instrumentos para harmonizar nossas diversas dimensões: a intelectualracional, a afetivo-emocional, a corpóreo-sensorial, a intuitivo-imaginativa e a própria imaginação.

Meditar não deixa ninguém mais calmo; a percepção e a sensibilidade aumentam e deixam a pessoa mais ativa. A meditação aumenta o potencial mental, abre espaço para as pessoas dentro de si mesmas. Podemos meditar em silêncio, ao som de músicas, no trabalho, no meio de uma multidão ou em qualquer lugar, com ou sem barulho. Como poderemos perceber as coisas se não paramos nem para observá-las? O universo nos oferece sinais e indícios o tempo todo. Podemos perceber claramente se estamos no caminho certo ou errado.

Meditar é o exercício de parar de pensar e refletir e esvaziar a mente. É pensar em nada, é familiarizar a mente com coisas positivas. É um momento mágico quando ficamos quietos para deixar nossa paz interior manifestar-se. Nossos pensamentos são incontroláveis. Na meditação aprendemos a lidar com eles.

Podemos usar a meditação com várias finalidades: Prevenir doenças; aumentar a criatividade; aumentar a velocidade das decisões; aumentar o autoconhecimento; solucionar o insolucionável; aumentar a percepção; aumentar a memorização; prevenir o estresse; melhorar o relacionamento interpessoal; melhorar o relacionamento intrapessoal; aumentar a inteligência emocional; equilibrar e harmonizar o organismo; emagrecer; engordar, etc.

Meditar não é um remédio milagroso; exige disciplina, persistência e muita prática. Mudar a nós mesmos é uma das tarefas mais difíceis e por isso uma das mais gratifícantes do planeta. Lidar com nossas

emoções pode ser um processo doloroso. Mudança requer aprender a lidar com o novo, com o desconhecido, o que, às vezes, pode nos parecer uma ameaça.

por isso uma das mais gratifícantes do planeta. Lidar com nossas emoções pode ser um processo doloroso. Mudança requer aprender a lidar com o novo, com o desconhecido, o que, às vezes, pode nos parecer uma ameaça.

Espero que este trabalho tenha-lhe agradado a ponto de ter o privilégio de ser recomendado aos seus amigos. E por falar em amigo, deixo com vocês meu amigo Dr. Vital Soriano. Em apenas um ano de convivência, apresentou-me, para minha surpresa, a um casal de amigos da seguinte forma:

– Este é o escritor Flávio, um dos meus mais novos recentes amigos de infância.

“Não somos estruturas e formas rígidas. Na verdade, perdas e ganhos são apenas mudanças que nos impelem para o crescimento. Portanto, ter presente na consciência a transitoriedade e a fragilidade de tudo na vida é imperativo para o nosso amadurecimento. É infantil procurarmos reter o que ontem nos pareceu bom. Também é infantil pensar que o acontecimento que nos aflige hoje perdurará amanhã. Se formarmos o hábito de receber tudo como uma etapa a ser experimentada e vencida, os momentos indesejáveis nos parecerão mais suportáveis e evitaremos o apego excessivo às pessoas, coisas e fatos que consideramos bons e agradáveis. A partir daí, viveremos mais saudáveis e mais libertos. Enfim, não faça tudo completamente, dê sempre um espaço para a ação de Deus”.

O LENHADOR

Na América do Norte, é comum a prática do campeonato de lenhadores. As pessoas disputam quem consegue cortar mais lenha num determinado espaço de tempo. Havia entre eles um mestre que não perdia uma. Era um expert no corte de lenhas, ganhava todas os campeonatos. Um dia, ele foi abordado por um jovem musculoso: -Mestre, você é, indiscutivelmente, o melhor. O imbativel. Gostaria de poder ter a honra de ser seu aluno se você me permitir.

– Perfeitamente, meu jovem. Monte sua cabana perto da minha e compartilharei com você o que eu souber.

Um ano depois, o jovem, já se sentindo melhor que o mestre, disse-lhe:

– Mestre, hoje eu estou aqui para lhe propor um desafio. Eu sou melhor que você e estou desafiando-o.

– Perfeitamente, meu jovem, replicou o mestre, aceitando o desafio.

O duelo foi esperado com muita euforia por todos. O gongo soou e começou o duelo frenético. Corta daqui. Corta dali. Lenhas e mais lenhas eram empilhadas dos dois lados. De repente, o jovem olhou para o mestre e ele estava sentado. Imediatamente, ele pensou:

– Coitado, ele está cansado, está velho, não tem mais pique para ser um lenhador.

O jovem seguiu, cortando cada vez mais rápido, já convicto da vitória. Quando olhou o velho, ele estava sentado, novamente. “É, ele está mesmo muito cansado”. E assim seguiu-se durante todo o tempo, o velho parando de tempos em tempos. O juiz soou o gongo. Logo a lenha foi medida e, para surpresa do jovem musculoso, o velho mestre tinha vencido. Irritado, gritou para o juiz:

– Não pode ser. Eu olhei várias vezes para ele e o vi sentado, descansando. Como pode ter ganhado de mim?

O mestre, consciente da necessidade de ajudar aquele jovem inexperiente da vida, falou calmo e docemente:

Meu querido jovem, eu não parei para descansar. Todas as em vezes que você me viu sentado, eu estava amolando o machado.


Autor:

Professor Flávio de Almeida oferece, em especial, a todos os profissionais de áreas afins, satisfaz todas as condições estéticas exigíveis em um trabalho desta natureza, uma vez que nos leva a ter foco no mercado, sem perder a flexibilidade, ou seja, foco nas oportunidades e não nos problemas.


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