S11D, da Vale, entra em operação em 2017.inddA Vale inaugurou recentemente, o maior projeto de mineração de sua história e da indústria da mineração, em Canaã dos Carajás, no Pará. O evento, contou com a presença de cerca de 800 convidados, dentre eles o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, além das demais lideranças da empresa e do poder público. Em seu discurso, o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, reforçou a importância do S11D e fez questão de pedir uma salva de palmas para todos aqueles que contribuíram para a realização do projeto.

S11D, da Vale, entra em operação em 2017.inddPara mim, ver o Complexo S11D Eliezer Batista concluído é muito mais do que estar diante de um novo marco na indústria da mineração. Para além de um empreendimento que agrega tecnologia de ponta, baixo custo e alta produtividade, o S11D expressa a capacidade de realizar da nossa empresa”. O Complexo S11D Eliezer Batista integra produtividade, inovação e respeito às pessoas e ao meio ambiente. O empreendimento marca o início de uma nova fase na mineração mundial e traz um novo impulso ao desenvolvimento econômico e social do país, em especial aos estados do Pará e Maranhão.

S11D, da Vale, entra em operação em 2017.inddO engenheiro Eliezer Batista, por motivos de saúde, o grande homenageado não pode comparecer ao evento, mas enviou um vídeo e a mensagem emocionante: “Nada se faz sozinho. Um conjunto de pessoas com um objetivo comum faz forte um projeto, uma empresa e uma nação. Continuo a me sentir parte da Vale. Essa foi a maior homenagem que eu poderia receber. É a maior honra da minha vida. A Vale se consolidou como uma líder e assim vai seguir”.

O prefeito de Canaã dos Carajás, Jeová Andrade, agradeceu à Vale pela “grandiosidade e coragem de implantar esse grande projeto no município”.  O ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, que foi representando o presidente da República, Michel Temer, finalizou os discursos com palavras de otimismo. “Empresas como a Vale, que acreditam no Brasil, mostram que o futuro há de ser muito melhor”, a abertura dessa mina é um indicativo da confiança que temos de que o Brasil vai voltar a crescer”.

S11D, da Vale, entra em operação em 2017.inddA solenidade foi encerrada com o acionamento de um botão que marcou, oficialmente, a inauguração do Complexo S11D Eliezer Batista. Além do diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, do ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, e do prefeito de Canaã dos Carajás, Jeová Andrade, também participaram do momento o diretor de implantação de projetos da Vale, Ricardo Saad, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, o presidente mundial da Mitsui, Tatsuo Yasunaga, o presidente do Conselho de Administração da Vale Matsuo Genso, convidados,  deputados federais, estaduais, vereadores, funcionários e executivos da Vale.

S11D, da Vale, entra em operação em 2017.inddO maior projeto de minério de ferro da história da empresa e da indústria da mineração – S11D, mina e a usina, estão localizadas em Canaã dos Carajás, no Sudeste do Pará.  Começa a operar no próximo mês – janeiro de 2017. A licença, emitida pelo Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, terá validade de 10 anos, a partir da verificação do cumprimento das ações e medidas de controle ambiental executadas pela Vale durante a Licença de Instalação (LI). A licença inclui mina para extração de minério de ferro, usina de beneficiamento, acessos, pilhas de estéril, diques e demais estruturas auxiliares. A liberação para funcionamento foi possível graças a “soluções ambientalmente favoráveis”, pela qualidade e quantidade de minério que será explorado na mina.

S11D, da Vale, entra em operação em 2017.inddOs investimentos totais são de US$ 14,3 bilhões – US$ 6,4 bi, aplicados na implantação da mina e da usina e US$ 7,9 bi, referentes à construção de um ramal ferroviário de 101 quilômetros, à expansão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e à ampliação do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA)

A estrutura da mina e da usina de processamento de minério de ferro conta com três linhas de produção – cada uma com capacidade de processamento de 30 milhões de toneladas/ano. O minério será lavrado a céu aberto e levado da mina até a usina por meio de um Transportador de Correia de Longa Distância (TCLD). A usina, os pátios de estocagem e regularização de minério, as pilhas de estéril e canga (minério de ferro com teor mais alto de contaminantes) e a área de manobra e carregamento de trens estão localizados em antigas áreas de pastagem, fora da Floresta Nacional de Carajás (FLONACA), uma unidade de conservação que a Vale ajuda a proteger desde a sua criação, em fevereiro de 1988.

S11D, da Vale, entra em operação em 2017.inddA medida permitiu reduzir em mais de 40% a supressão vegetal na unidade de conservação, quando comparado com o plano diretor inicial, de 2,6 mil hectares. A Flonaca tem 412 mil hectares e, mesmo depois da implantação do S11D, apenas cerca 4% terão sofrido interferência pelas atividades de mineração desde que a Vale se instalou na região, há 30 anos.

Além de diminuir o impacto na floresta, a empresa também adquiriu áreas no entorno da usina, para atender a condicionantes ambientais para a implantação do projeto. Parte da área vem sendo reabilitada e integra um programa de conectividade de fragmentos florestais. São terrenos degradados, também ocupados por pastos, que estão sendo reabilitados com floresta nativa. Até o momento, um total de 2,2 mil hectares de áreas degradadas encontra-se em recuperação. A área equivale a dois mil campos de futebol. O trabalho vem sendo realizado em parceria com o Instituto Tecnológico Vale (ITV), com acompanhamento do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e do Ibama.

S11D, da Vale, entra em operação em 2017.inddO empreendimento recebeu este nome a partir da sua localização: trata-se do bloco D do corpo S11, que fica na Serra Sul da grande região de Carajás. Na Serra Norte, está a Mina de Carajás, em operação desde 1985, situada em Parauapebas, município vizinho a Canaã. Para fins geológicos, o S11D é apenas um bloco do corpo que foi dividido em quatro partes: A, B, C e D. O potencial mineral do corpo S11 é de 10 bilhões de toneladas de minério de ferro, sendo que só o bloco D possui reservas de 4,24 bilhões de toneladas.

Hoje, a vida útil da mina está estimada em 48 anos.

Produção/Custo operacional mais baixo do mundo

Está prevista a produção de até 90 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. A quantidade é suficiente para encher 225 navios do tipo Valemax, o maior mineraleiro do mundo.

Sob céu fechado e forte chuva, que durou toda a manhã deste sábado (17), na região de Canaã dos Carajás, sudeste do Pará, as operações da mina de ferro S11D, da mineradora Vale, foram iniciadas oficialmente em cerimônia realizada na área do complexo, com a presença de autoridades. Compareceram à cerimônia deputados estaduais e federais,  vereadores, o presidente da Câmara Municipal de Canaã, Jean Carlos Ribeiro; o prefeito Jeová Andrade, funcionários, executivos e o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, além do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (foto) - que representou no ato o presidente da República, Michel Temer. FOTO: ANTÔNIO SILVA / AG. PARÁ DATA: 17.12.2016 CANAÃ DOS CARAJÁS - PARÁ
Sob céu fechado e forte chuva, que durou toda a manhã deste sábado (17), na região de Canaã dos Carajás, sudeste do Pará, as operações da mina de ferro S11D, da mineradora Vale, foram iniciadas oficialmente em cerimônia realizada na área do complexo, com a presença de autoridades. Compareceram à cerimônia deputados estaduais e federais, vereadores, o presidente da Câmara Municipal de Canaã, Jean Carlos Ribeiro; o prefeito Jeová Andrade, funcionários, executivos e o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, além do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (foto) – que representou no ato o presidente da República, Michel Temer.
FOTO: ANTÔNIO SILVA / AG. PARÁ

Outro objetivo importante no S11D é a quantidade de tonelada de minério gerada por empregado por ano. Com todas as soluções empregadas, a Vale pretende entregar os melhores números do mundo nesse sentido. Com o menor custo e um dos melhores teores de qualidade, a expectativa da Vale com este projeto é entrar em outro patamar de competitividade.

O S11D terá o custo operacional mais baixo do mundo a US$7/t e um dos minérios de mais alto teor, acima de 67%Fe “in situ”.

 

230 milhões de toneladas métricas por ano, será a produção total de minério de ferro da Vale no Pará, quando o projeto S11D estiver em plena capacidade. A produção, atualmente, é de 109 milhões anuais

Inovações sustentáveis

Com foco na sustentabilidade e na preservação do meio ambiente, o S11D, conta com soluções inovadoras, como o reaproveitamento de água, uso racional de energia elétrica e redução da emissão dos gases de efeito estufa. Será adotado no projeto o conceito de truckless mining onde o transporte do minério, da mina para a usina, será feito através de correias transportadoras diferentemente de operações tradicionais de mineração onde o minério extraído é transportado por caminhões para serem beneficiados nas usinas.

O consumo de combustível será reduzido em cerca de 70%, devido ao uso das correias transportadoras, o consumo de eletricidade será reduzido em 18 mil MWh e haverá ainda 93% de economia no consumo de água em relação ao processo convencional, uma vez que o minério será beneficiado com sua umidade natural.

Além disso, não será necessário o uso de barragens de rejeito e o índice de reutilização de água será de até 86%. Isso sem falar na geração de empregos: estão previstas aproximadamente 30 mil vagas.

Benefícios Sociais

A Vale realizou diversos investimentos sociais no município. Mais de 30 obras concluídas ou fase de conclusão, em parceria e com a contrapartida financeira da prefeitura municipal. Entre elas, a construção e reforma de sete escolas, a reforma do hospital municipal, a construção da Feira do Produtor e a ampliação da rede de energia elétrica.  Quando em funcionamento (fase de operação), a previsão de geração é de 2.600 postos de trabalho na região do S11D. No pico das obras foram cerca de 10.000 empregos.

Fotos: Agência Vale, Divulgação, Eny Miranda, Ricardo Teles/Agência Vale

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