O Brasil abriga uma população significativa em territórios destinados à conservação ambiental. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), cerca de 11,8 milhões de pessoas residem em áreas de unidades de conservação (UCs) em todo o território nacional.
Essas áreas são fundamentais para a preservação da fauna, da flora e dos recursos naturais. Elas também desempenham papel importante no equilíbrio climático e na oferta de serviços ecossistêmicos essenciais à vida, como água limpa, solo fértil e ar puro.
Unidades de conservação: proteção e desafios
As unidades de conservação brasileiras incluem reservas extrativistas, parques nacionais, reservas de desenvolvimento sustentável e diversas outras categorias. Elas têm como objetivo garantir o uso sustentável dos recursos e conservar espécies ameaçadas de extinção.

Pressões sobre as áreas protegidas
Apesar da importância estratégica, muitas dessas áreas enfrentam pressões constantes, como desmatamento ilegal, avanço da mineração e grilagem de terras. A presença de comunidades dentro das UCs pode ser um fator de proteção, mas também demanda políticas públicas de apoio, investimento em infraestrutura e alternativas de renda que respeitem os limites da conservação.
De acordo com o ICMBio, fortalecer a presença do Estado e fomentar a participação comunitária são ações essenciais para manter essas áreas preservadas e promover qualidade de vida para quem nelas vive.
Conexão entre natureza e sociedade
O Brasil é um dos países mais biodiversos do mundo. Manter a floresta em pé é uma responsabilidade compartilhada, que passa por políticas de conservação eficazes e engajamento social. As comunidades que vivem em unidades de conservação são parte fundamental dessa estratégia de equilíbrio entre desenvolvimento e proteção ambiental.
Para saber mais sobre a atuação do ICMBio e das comunidades em áreas protegidas, acesse o site oficial do ICMBio.
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