Revista Amazonia

COPERCANA reforça confiança na TOMRA Food e adquire mais uma máquina de classificação para a sua linha de produção

Situada na cidade de Sertãozinho/SP, região de Ribeirão Preto-SP, a COPERCANA (Cooperativa dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo), atua na produção, beneficiamento, blancheamento, classificação e comercialização de amendoim.
O pioneirismo sempre foi característica marcante das ações empreendedoras da COPERCANA, prova disso foi que há 15 anos adquiriu a primeira máquina de classificação da TOMRA Food e recentemente decidiu reforçar a sua confiança.
O mercado do amendoim tem registado um crescimento acentuado nos últimos anos, batendo recordes ano após ano. Depois de mais de dois anos de pandemia, 2022 projeta mais um ano de sucesso, em que a safra de amendoim atingirá um crescimento de 15% a 20% superior à safra de 2021, segundo informou Cristiano Zanguetin Fantin, Presidente da Associação dos Beneficiadores e Exportadores de Amendoim do Estado de São Paulo (Abeaesp). A expectativa de volume para esta safra é que possa atingir um milhão de toneladas do amendoim in natura, destacou o Presidente da Associação.
O Estado de São Paulo é responsável por 93% de todo o amendoim produzido no país e a COPERCANA tem contribuído em muito para o crescimento da qualidade e pela reputação do produto que é consumido localmente, mas que também já exporta em grandes quantidades. Hoje, além de comercializar seus produtos no mercado interno, a COPERCANA exporta amendoim para 12 países, distribuídos em todos os continentes e atendendo aos mais exigentes mercados consumidores. Num mercado cada vez mais competitivo, a empresa conta com um aliado de peso, a TOMRA Food, que providencia equipamentos de classificação que permitem níveis de qualidade de produto muito acima da média e alinhados com a demanda do mercado internacional.
Uma parceria de sucesso
A Diretoria COPERCANA, não hesita na hora de responder: “As principais vantagens de trabalhar com a TOMRA Food são bastantes claras, um maior aumento de produtividade, garantia no aumento da qualidade do amendoim e a própria limpeza do mesmo”. De acordo com o responsável da empresa paulista, o equipamento foi instalado depois das gravimétricas permitindo um claro aumento de produtividade. “O volume de amendoins processados hoje com a TOMRA é de 10 tons/h, antes da instalação da máquina eram produzidos 6 tons/h, com praticamente o dobro de pessoas na seleção manual”.
Para João Medeiros, Gerente Comercial da TOMRA Processed Food Brasil, a compra de mais um equipamento da TOMRA Food “é um reforço de confiança pela parte da COPERCANA, que é nosso cliente há mais de 15 anos. É uma honra estar presente nas fases de crescimento dos nossos clientes, como é o caso, com a aquisição de uma nova planta”. O responsável da TOMRA Food reforça “que a compra de uma nova máquina comprova que estamos no caminho certo e que devemos buscar continuamente o aprimoramento no atendimento aos clientes. Vamos assegurar que a COPERCANA tenha uma experiência ainda melhor com a nova máquina, com o objetivo de reforçar a parceria entre as empresas e estar presente nas futuras expansões deste cliente que cresce rapidamente a cada ano”.
João Medeiros realça que “o mercado de amendoim no Brasil está crescendo rapidamente, e muitos beneficiadores estão buscando alternativas para melhorar a qualidade, agregando valor ao produto, principalmente para a conquista do exigente mercado europeu. A máquina Helius, bem com outras tecnologias de ponta desenvolvidas pela TOMRA, somada à nossa experiência nos mercados local e internacional, por exemplo, Argentina, certamente contribuem bastante para com os beneficiadores Brasileiros que pretendem exportar”.
Tecnologia ideal para o aumento da qualidade e da produtividade
Corria o ano de 2005 quando a COPERCANA instalava pela primeira vez a máquina Helius na sua linha de produção. Trata-se de um equipamento que possui tecnologia de detecção baseado em sensores a laser de alta precisão desenvolvidos pela TOMRA. Com uma combinação de vários tipos de laser, o classificador pode remover quaisquer descolorações indesejadas, materiais estranhos, produtos com imperfeições e muitos outros defeitos com a mais alta eficiência e rendimento.
Com um aumento de qualidade e produtividade comprovados ao longo dos anos pela experiência da COPERCANA, João Medeiros sublinha que “essa tecnologia garante alta eficiência e qualidade na classificação de amendoim, se tornando peça fundamental para clientes que exportam seus produtos para mercados altamente exigentes. Através dos sensores a laser, a máquina Helius consegue detectar impurezas a partir da coloração e também da estrutura do material, por isso é muito mais eficiente na eliminação de materiais estranhos. Além disso reduz muito a mão de obra na área de classificação da planta, aumentado a eficiência, qualidade e capacidade de processamento da indústria”.
Num mercado nacional e internacional cada vez mais exigentes ao nível da qualidade do produto, a tecnologia ganha um destaque relevante na hora das principais decisões. Para a COPERCANA, a TOMRA Food foi a solução ideal para projetar um crescimento sustentado, explica Augusto César Strini Paixão. “A COPERCANA trabalhava com 3 turnos no beneficiamento, estamos dentro da cidade e o período noturno passou a ser um problema devido as várias reclamações dos vizinhos. Conhecemos o equipamento de classificação por sensores ópticos e após várias discussões e negociação foi adquirida essa tecnologia, com a proposta de uma seleção com 97% de precisão em retiradas por material estranhos e uma capacidade produtiva de 10 tons/h. Foi muito importante, pois conseguimos otimizar nosso processo reduzindo de 3 turnos para apenas 1 turno, porém tudo foi feito na confiança da produtividade da TOMRA e qualidade de seleção do equipamento”.
Com duas máquinas em pleno funcionamento, o Diretor da COPERCANA vai mais longe e realça não só a abordagem orientada para o cliente como a confiabilidade e manutenção dos equipamentos. “Estamos muito satisfeitos em relação a manutenção do equipamento, por ser uma máquina robusta, requer pouca manutenção, basicamente as manutenções são realizadas com programação, pois o equipamento é muito confiável no sentido de durabilidade”.

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