A Agropalma, empresa presente há mais de 40 anos no Pará e com longo histórico de respeito com as comunidades próximas à sua operação, presta esclarecimento a toda a sociedade sobre o processo de ocupação de um antigo Cemitério Ribeirinho, localizado em uma de suas fazendas, às margens do Rio Acará.

 

1 – A relação com as comunidades está no centro da estratégia de sustentabilidade da Agropalma. A companhia realiza uma série de ações para que elas se desenvolvam, sendo pioneira no programa de agricultura familiar com palma, por meio do qual estabeleceu parceria com 240 agricultores familiares e produtores integrados.

 

2 – Todas as suas terras foram adquiridas de boa-fé de seus legítimos proprietários e possuidores, inclusive com a confirmação da documentação pelos órgãos competentes na época da aquisição. Infelizmente, décadas após a compra, foram constatadas falhas cartoriais que comprometeram a legitimidade da documentação fundiária de alguns imóveis. Logo que tomou conhecimento do problema, a Agropalma acionou os órgãos competentes e solicitou o cancelamento das matrículas, além de iniciar o processo de regularização fundiária, conforme determina a legislação.

 

3 – A Agropalma não impõe impedimento ou limitação à livre navegação do Rio Acará, que corre por áreas da empresa, tampouco ao acesso a pessoas das comunidades locais a áreas de servidão que estão insertas nas posses e propriedades da empresa. Os seguranças, assim devidamente orientados, não realizam qualquer constrangimento a pescadores ou quaisquer outras pessoas que estejam navegando pelo Rio Acará ou circulando na dependências da empresa até tais áreas de servidão.

 

4 – No último dia 6, um grupo de pessoas aproveitou-se dessas condutas e orientações da empresa para adentrar em uma área que não é de servidão e declarou estar fixando moradia no local reivindicando a propriedade da terra – muito embora não tenha apresentado nenhuma documentação, decisão judicial ou administrativa reconhecendo este pretenso direito. Para evitar novas invasões e fazendo valer seu direito legal ao desforço imediato, a Agropalma adotou medidas para restringir a perpetuação desta ação ilegal em suas áreas.

 

5 – A empresa reforça que não compactua e jamais orientou a adoção de qualquer ação que implique em violência física. Os equipamentos utilizados pelos seguranças são compatíveis com a atividade de proteção dos colaboradores e do patrimônio da empresa, e estão em conformidade com a legislação vigente. Nenhum vigilante contratado pela Agropalma utiliza capuz, mas sim um lenço tático como item de segurança ocupacional em matas a fim de protegê-los contra insetos e eventuais cortes, comuns nesse tipo de ambiente.

 

6 – A empresa sempre acreditou na resolução institucional de conflitos, e seguirá optando por este caminho por entender que sua posse, constituída há mais de 15 anos de forma pacífica e legítima neste imóvel específico, está sendo ilegalmente violentada.

 

7 – A Agropalma seguirá firme em seu propósito de tornar a palma brasileira uma referência em sustentabilidade.

Agropalma

 

 

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