representada por seu presidente, Marco Antonio Zago – participou do evento Planet Budapest 2021 Sustainability Expo and Summit, realizado entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro na Hungria. O congresso, patrocinado pelo presidente húngaro, János Áder, reuniu chefes de Estado, cientistas, organizações não governamentais, diretores de bancos e de empresas de cem países em debates sobre sustentabilidade, energia limpa e cidades inteligentes.

O presidente da FAPESP participou do painel “Sustainability in the post-covid world”, coordenado por Zsuzsanna Jakab, vice-diretora geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), que contou com a presença de István Nagy, ministro da Agricultura da Hungria; Vladimir Olegovich Rakhmanin, diretor regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Alberto Di-Leo, CEO da Adria/Unilever na Hungria; e Dániel Palotai, diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), entre outros.

Zago resumiu as ações da FAPESP voltadas à sustentabilidade e as iniciativas relacionadas ao COVID-19 DataSharing/BR – repositório de dados anonimizados de pacientes infectados pelo novo coronavírus. “Para estarmos preparados para as próximas emergências globais, temos de nos preparar para pandemias de doenças infecciosas e mudanças climáticas, além de emergências sociais e econômicas”, afirmou.

O presidente da FAPESP também foi debatedor no painel “Smart cities – Will digitalization and artificial intelligence make our cities more sustainable?”, coordenado por Kala Vairavamoorthy, diretor da International Water Association, junto com Mariya Sinichich, do Ministério da Habitação da Rússia; Jerome Wallut, CCO da Alstom; Stephen Richardson, diretor do World Green Building Council, entre outros.

Em sua apresentação, Zago afirmou que, embora a inteligência artificial e a digitalização contribuam para cidades mais sustentáveis, as abordagens devem levar em conta a grande diversidade. E elencou três condições para o sucesso no uso dessas estratégias: a sinergia de todos os atores – governos regionais e municipais, empresas, instituições de pesquisa, universidades e cidadãos –, infraestrutura e recursos humanos altamente qualificados, educação e letramento digital dos cidadãos. “A maior parte das megacities, que mais poderiam se beneficiar da transição digital, está no sul do planeta, nos países em desenvolvimento, onde as duas últimas condições as colocam em desvantagem”, disse.

Do Brasil, também participou a diretora-presidente da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Patrícia Iglecias Lemos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui