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6 tecnologias que estão transformando resíduos em riqueza estratégica

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Por décadas, o modelo industrial linear operou sob uma lógica perigosa: extrair, produzir e descartar. Tratamos o resíduo como o ponto final de uma...

Como os besouros bombardeiros da Amazônia disparam jatos químicos ferventes e desafiam a engenharia...

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O besouro bombardeiro, pertencente à subfamília Brachininae, protagoniza um dos fenômenos de bioengenharia e artilharia química mais surpreendentes de todo o reino animal. Habitante...
Como o veneno da serpente surucucu pico de jaca desafia a medicina e a conservação da floresta Amazônica

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A surucucu-pico-de-jaca possui a capacidade biológica impressionante de produzir e injetar até quinhentos miligramas de veneno em uma única picada, o maior volume registrado...
Enxofre dos vulcões andinos: o ciclo invisível que fertiliza a Amazônia há milhões de anos

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Símbolo S, número 16. O enxofre dos vulcões andinos atravessa milhares de quilômetros e fertiliza a Amazônia em ciclos geoquímicos invisíveis.
cientistas

Microalga brasileira se destaca na remoção de antibióticos da água e pode ajudar o...

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Uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e Universidade de São Paulo (USP), revelou que...
Tipo de Bactéria Ajuda a Curar Feridas Crônicas em Diabéticos

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Manter cortes e feridas limpos é importante por várias razões, mas uma nova pesquisa da Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia revela...
A planta carnívora da Amazônia que devora presas gigantes

As fascinantes plantas carnívoras que dominam a Amazônia

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Diferente do que mostram os filmes de ficção, a maior ameaça para os insetos da floresta tropical não vem de dentes ou garras, mas...
farinha

Farinha de semente de girassol transforma pão comum em aliado da saúde e da...

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Em meio à crescente demanda por alimentos mais saudáveis e sustentáveis, pesquisadores brasileiros identificaram um ingrediente com grande potencial: a farinha de sementes de...
Uma jornada pelos sabores e microrganismos naturais

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A Amazônia, com sua vasta biodiversidade, é um celeiro de ingredientes que moldaram a culinária de comunidades indígenas e ribeirinhas por gerações. A fermentação,...
Minerio de manganes - rocha bruta em fundo escuro

Manganês da Serra do Navio: a primeira grande mina industrial da Amazônia que ICOMI...

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Símbolo Mn, número 25. A Serra do Navio, operada pela ICOMI no Amapá entre 1957 e os anos 1990, foi a primeira grande mina industrial da Amazônia.
O vagalume amazônico e sua bioluminescência perfeita que produz luz fria com quase cem por cento de eficiência energética

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O vagalume consegue produzir luz fria através de uma reação química interna que é quase cem por cento eficiente em energia, um feito que...
Foto: Agência Petrobras

Biorrefino recebe aporte de 30 milhões para acelerar inovação

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A busca por uma matriz energética que dialogue harmoniosamente com os limites planetários ganhou um novo capítulo estratégico no cenário brasileiro. A Petrobras, em...
As Plantas Caçadoras da Amazônia e Seus Mistérios

Plantas Carnívoras da Amazônia: Caçadoras Discretas e Seus Segredos

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A Amazônia, um dos biomas mais ricos e diversos do planeta, guarda segredos que fascinam cientistas e entusiastas da natureza. Longe do imaginário popular...

Mistério evolutivo na floresta revela como este predador silencioso da Amazônia consegue caçar presas...

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Uma criatura consegue paralisar os próprios processos metabólicos e reduzir o fluxo sanguíneo periférico a quase zero para se tornar termicamente invisível em meio...
fungos

Pesquisa utiliza fungos promotores de energia renovável para agricultura, construções e biocombustíveis

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Na busca por soluções energéticas mais sustentáveis e economicamente viáveis, cientistas da Universidade Federal de Lavras (UFLA) estão desenvolvendo projetos inéditos que unem biotecnologia,...
Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce há milhões de anos. A arraia de água doce amazônica pertence ao gênero Potamotrygon e se destaca não apenas pela sua forma circular elegante mas também por uma adaptação evolutiva impressionante que a torna uma mestra do disfarce no leito dos rios arenosos. Este peixe cartilaginoso possui a capacidade única de se enterrar parcialmente na areia tornando-se praticamente invisível aos olhos de predadores e presas um fenômeno que a ciência reconhece como parte fundamental de sua biologia de sobrevivência. A arraia camuflagem rio areia é um espetáculo de adaptação. A coloração dorsal desses animais geralmente em tons de marrom cinza ou bege com padrões de manchas ou ocelos imita com precisão o fundo do rio. Ao agitar as bordas do seu corpo discóide a arraia levanta uma nuvem de sedimentos que ao assentar a cobre quase por completo deixando apenas os olhos protuberantes e os espiráculos visíveis. Essa estratégia passiva de caça permite que ela capture pequenos peixes crustáceos e moluscos que se aproximam sem notar sua presença mantendo o equilíbrio ecológico do fundo do rio. No entanto a característica mais notória e frequentemente temida deste animal está localizada em sua extremidade posterior. Ao contrário do que muitos pensam o mecanismo de defesa da arraia água doce Amazônia ferrão não se situa na ponta da cauda como um chicote. O ferrão venenoso encontra-se na verdade na porção dorsal e média da cauda uma área musculosa e robusta. Dependendo da espécie e do tamanho do animal este aguilhão pode variar de alguns centímetros até dimensões consideráveis sendo composto por dentina um material extremamente duro e resistente similar ao dente dos vertebrados. O ferrão da Potamotrygon acidente rio é uma peça de engenharia biológica sofisticada. Ele possui serrilhas laterais voltadas para trás o que facilita a penetração na pele mas dificulta imensamente a sua remoção podendo causar lacerações graves. Coberto por um tecido epitelial o ferrão libera um veneno de natureza proteica quando esse tecido é rompido durante o impacto. Estudos indicam que este veneno é complexo contendo enzimas e toxinas que provocam dor intensa e imediata necrose localizada e inflamação severa no local atingido. A ciência reconhece que a dor relatada em acidentes com arraias é uma das mais lancinantes conhecidas na medicina toxicológica mas é importante ressaltar que o objetivo principal desse veneno é a defesa contra predadores grandes e não a agressão gratuita. A coexistência entre as comunidades ribeirinhas e esses animais é ancestral. Nas praias e remansos dos rios amazônicos onde as arraias preferem ficar para descansar ou caçar os habitantes locais desenvolveram técnicas específicas para evitar acidentes. O "passo do nissei" ou o ato de arrastar os pés na areia em vez de levantá-los é uma prática comum e eficaz. Ao arrastar o pé a pessoa toca suavemente na borda da arraia que assustada geralmente foge rapidamente. O acidente ocorre quando se pisa diretamente no centro do disco do animal pressionando-o contra o fundo o que aciona o reflexo de defesa e o chicoteamento da cauda para cima e para frente cravando o ferrão no pé ou no tornozelo do banhista. Compreender a biologia da arraia de água doce amazônica é fundamental para a conservação e para a segurança de todos que vivem ou visitam a região. Elas são componentes vitais do ecossistema amazônico ocupando nichos importantes na cadeia alimentar. Em vez de temê-las devemos respeitar o seu habitat. Ao entrar em um rio amazônico especialmente durante a estação seca quando as praias se formam o cuidado deve ser redobrado. Evitar áreas de águas muito rasas e paradas em praias isoladas ao amanhecer ou ao anoitecer períodos de maior atividade do animal e usar calçados adequados quando possível são medidas que reduzem drasticamente o risco de acidentes. A educação ambiental é a chave para uma convivência harmoniosa valorizando a biodiversidade sem comprometer o bem-estar humano. Respeitar o espaço do outro seja ele humano ou animal é o primeiro passo para garantir que os rios da Amazônia continuem sendo fontes de vida e beleza para todas as gerações. BOX LATERAL O que fazer em caso de acidente | Se ocorrer um ferrada a primeira medida é manter a calma e sair da água. Mergulhar o local atingido em água quente mas suportável por 30 a 90 minutos ajuda a desativar as proteínas do veneno aliviando a dor. Não faça torniquetes ou cortes na ferida. Procure atendimento médico imediatamente para a remoção segura de possíveis fragmentos do ferrão limpeza e medicação adequada prevenindo infecções secundárias.

Como a arraia de água doce amazônica domina a camuflagem na areia dos rios...

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Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce...
Close-up de um pedaço de salmão fresco, mostrando sua textura e cor laranja avermelhada.

Descoberto no salmão: um ser vivo que não respira oxigênio nem possui mitocôndrias

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Uma descoberta digna de ficção científica está intrigando a comunidade científica e remodelando a forma como se compreende a vida animal. Pesquisadores israelenses identificaram...
A corrida do ouro biológico na Amazônia em março de 2026

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