
🌿 Amazônia
O tamaquaré protagoniza um dos espetáculos biomecânicos mais impressionantes e intrigantes dos…
Revista Amazônia
🌿 Amazônia
O tamaquaré protagoniza um dos espetáculos biomecânicos mais impressionantes e intrigantes dos ecossistemas aquáticos da Amazônia: a capacidade de correr em postura bípede sobre a superfície dos igarapés sem afundar.
🌿 Amazônia
Ao combinar franjas dérmicas expansíveis nos dedos com uma frequência de passadas absurdamente veloz, o lagarto manipula a hidrodinâmica da água para gerar forças de sustentação que desafiam a gravidade de forma contínua.
🌿 Amazônia
Quando o perigo se aproxima e os ramos altos não oferecem mais proteção, o tamaquaré simplesmente se lança ao vazio e usa a água como uma pista sólida de decolagem.
🌿 Amazônia
O primeiro grande segredo dessa tecnologia evolutiva reside na anatomia oculta de suas extremidades traseiras.
🌿 Amazônia
O lagarto não possui cavidades gasosas ou estruturas ocas infláveis nos pés; em vez disso, seus dedos posteriores são extraordinariamente longos e margeados por escamas laterais especializadas, conhecidas como franjas dérmicas.
🌿 Amazônia
No entanto, o cenário muda de forma radical no milissegundo em que o pé atinge a superfície fluida do rio.
🌿 Amazônia
No momento exato do impacto com o meio aquático, a resistência hidrodinâmica exercida pela água força a abertura instantânea e automática dessas escamas laterais para fora.
🌿 QUER SABER MAIS?
Leia a matéria completa no portal Revista Amazônia
Leia a matéria completa →revistaamazonia.com.br