Arquitetura viva como a engenharia de ventilação passiva dos cupinzeiros amazônicos inspira prédios sem ar-condicionado

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Arquitetura viva como a engenharia de ventilação passiva dos cupinzeiros…

A arquitetura contemporânea enfrenta um de seus maiores desafios históricos diante da crise…

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O motor dessa engenharia viva reside no conceito de arquitetura biomimética, uma vertente da ciência que estuda os princípios estruturais da natureza para replicá-los na resolução de problemas humanos complexos.

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A manutenção da vida no interior do cupinzeiro exige precisão termodinâmica absoluta.

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Se o monte fosse uma estrutura maciça e selada, os insetos morreriam asfixiados e superaquecidos em poucas horas.

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Esse sistema de climatização natural opera através de um ciclo contínuo estruturado em duas etapas principais, utilizando o princípio físico do Efeito Chaminé e do Efeito Venturi.

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À medida que o metabolismo dos insetos aquece o ar no centro da colônia, esse ar torna-se menos denso e mais leve, subindo verticalmente em direção a uma grande chaminé central localizada no topo do cupinzeiro.

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Esse ciclo contínuo garante que a temperatura interna mude menos de 1°C ao longo do dia, controlando também a umidade relativa de forma ideal para a sobrevivência dos fungos simbiontes.

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A decodificação dessa engenharia dos insetos amazônicos revolucionou o design de grandes edifícios comerciais no mundo.

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