
🐟 Fauna Aquática
O candiru possui uma capacidade de detecção química tão refinada que consegue localizar suas presas…
Revista Amazônia
🐟 Fauna Aquática
Esse minúsculo bagre hematófago, que raramente ultrapassa alguns centímetros de comprimento, exibe uma das adaptações evolutivas mais extremas do reino animal.
🐟 Fauna Aquática
Anatomia de um parasita invisível Para compreender a eficiência biológica do candiru, é preciso analisar sua morfologia perfeitamente adaptada ao ambiente aquático de fundo de rio.
🐟 Fauna Aquática
Ele apresenta um corpo cilíndrico, extremamente esguio, translúcido e dotado de uma flexibilidade muscular impressionante.
🐟 Fauna Aquática
Essa transparência atua como uma camuflagem natural impecável nos leitos arenosos e lamacentos onde costuma se abrigar.
🐟 Fauna Aquática
Quando um peixe de grande porte, como uma grande piraíba ou um jaú, repousa ou nada vagarosamente nas proximidades, o candiru detecta os gradientes químicos liberados pela respiração do gigante.
🐟 Fauna Aquática
O pequeno peixe direciona-se especificamente para a fenda opercular da presa.
🐟 Fauna Aquática
Uma vez dentro da cavidade branquial, o candiru utiliza um conjunto de espinhos retrovertidos localizados em suas nadadeiras e na região opercular.
🐟 QUER SABER MAIS?
Leia a matéria completa no portal Revista Amazônia
Leia a matéria completa →revistaamazonia.com.br