🐆 Fauna Amazônica
Quando pensamos em um gato diante de um rio, a imagem mais comum é a de um animal que prefere…
Revista Amazônia
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Quando pensamos em um gato diante de um rio, a imagem mais comum é a de um animal que prefere manter as patas secas.
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Durante muito tempo, eu também imaginei que essa regra servisse para a onça-pintada.
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O maior felino das Américas não apenas entra na água como pode atravessar rios, deslocar-se por regiões inundadas e procurar alimento perto das margens.
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Essa habilidade ajuda a explicar por que a onça-pintada consegue ocupar áreas tão diferentes, das florestas amazônicas às grandes planícies inundáveis do Pantanal.
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Seu corpo forte permite enfrentar trechos de água e alcançar áreas separadas por rios e canais.
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Na Amazônia, onde a paisagem é atravessada por uma enorme rede hidrográfica, evitar completamente a água reduziria o espaço disponível para o animal.
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Rios, lagos, igapós e várzeas fazem parte do ambiente em que diversas populações vivem.
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A onça também pode encontrar alimento dentro da água ou em suas proximidades.
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Entre as presas possíveis estão peixes, quelônios, capivaras, jacarés e outros animais associados aos ambientes aquáticos.
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O comportamento varia conforme a região, a disponibilidade de presas e as características de cada indivíduo.
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O corpo da onça parece ter sido preparado para a explosão A onça-pintada não é conhecida por realizar longas perseguições em campo aberto.
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Sua estratégia depende, principalmente, da aproximação silenciosa e de ataques rápidos.
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Ela possui: musculatura muito desenvolvida; patas fortes; cabeça larga; mandíbulas poderosas; capacidade de se deslocar sem produzir muito ruído.
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Ao nadar, essa combinação permite que mantenha o corpo estável e avance mesmo carregando uma estrutura corporal pesada.
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