🏝️ Turismo na Amazônia
A poucos quilômetros do litoral paulista existe uma ilha onde uma população de serpentes seguiu um…
Revista Amazônia
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A poucos quilômetros do litoral paulista existe uma ilha onde uma população de serpentes seguiu um caminho evolutivo próprio.
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Seus ancestrais provavelmente ficaram isolados depois da elevação do nível do mar, ao final da última era glacial.
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Segundo o livro Bichos do Brasil, esse isolamento pode ter começado há mais de 10 mil anos.
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Sem conexão com as populações do continente, as serpentes passaram a enfrentar condições diferentes, incluindo uma disponibilidade peculiar de alimentos.
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Durante períodos em que o nível do mar estava mais baixo, a área fazia parte ou mantinha conexão com o continente.
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Com o fim da última glaciação e a subida das águas, as áreas mais baixas foram cobertas.
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Ao longo de milhares de anos, mutações, seleção natural e reprodução dentro daquela população produziram diferenças em relação às serpentes continentais.
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Na ilha, não existe a mesma comunidade de pequenos mamíferos encontrada em áreas continentais.
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A jararaca-ilhoa adaptou-se a uma dieta fortemente associada às aves, incluindo espécies migratórias que utilizam o local.
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Para alcançar essas presas, a capacidade de subir em árvores e permanecer em galhos tornou-se vantajosa.
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Pode utilizar diferentes partes do ambiente, mas possui uma relação marcante com a vegetação.
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O veneno apresenta características próprias e desperta interesse científico.
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Isso não significa que seja uma substância milagrosa pronta para curar doenças, nem que qualquer contato com a cobra tenha valor medicinal.
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Pesquisadores estudam componentes do veneno para compreender sua ação e avaliar possíveis aplicações.
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