
🏝️ Turismo na Amazônia
A criação de abelhas nativas sem ferrão, conhecida cientificamente como meliponicultura, está…
Revista Amazônia
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Produtores rurais, comunidades tradicionais e povos indígenas estruturaram seus meliponários como complexos pedagógicos e sensoriais abertos ao público.
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A recepção de visitantes nesses espaços exige uma infraestrutura cuidadosamente planejada, batizada carinhosamente pelos produtores de "jardins de mel".
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As caixas racionais de criação — estruturas modulares de madeira desenhadas para garantir o conforto térmico das colônias — são dispostas em cavaletes suspensos protegidos contra predadores.
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Placas informativas identificam o nome popular e científico de cada espécie ali criada, como a Tiúba (Melipona fasciculata), a Uruçu-cinzenta (Melipona flavolineata) e a Jandaíra (Melipona subnitida).
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O grande diferencial dessas visitas é a total ausência de riscos de acidentes graves, uma vez que as abelhas da tribo Meliponini possuem o aparelho inoculador de veneno (o ferrão) completamente atrófico e inofensivo ao ser humano.
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Esse fator biológico permite que a interação ocorra de forma direta, próxima e sem a necessidade daquelas pesadas e sufocantes vestimentas de proteção usadas na apicultura tradicional.
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Durante o roteiro guiado, conduzido pelo próprio produtor paraense, os visitantes têm acesso a colmeias didáticas especiais equipadas com tampas transparentes de vidro ou acrílico.
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