🐟 Fauna Aquática
O pirarucu sobe a cada 15 ou 20 minutos para respirar, comportamento usado no manejo comunitário e…
Revista Amazônia
🐟 Fauna Aquática
A respiração na superfície permite estimar populações em lagos amazônicos, enquanto língua óssea e escamas protegem o maior peixe de escamas da região.
🐟 Fauna Aquática
O peixe aparece, toma ar e desapareceEm um lago amazônico, a contagem do pirarucu começa com uma espera silenciosa.
🐟 Fauna Aquática
Em vez de ser capturado, medido e devolvido, o peixe pode ser identificado quando rompe a superfície para respirar.
🐟 Fauna Aquática
A subida dura pouco, mas se repete em intervalos de aproximadamente 15 a 20 minutos.
🐟 Fauna Aquática
Cada emersão oferece aos observadores uma oportunidade de registrar um indivíduo, acompanhar sua posição e estimar quantos pirarucus vivem naquele ambiente.
🐟 Fauna Aquática
O comportamento transforma uma necessidade fisiológica em ferramenta de manejo.
🐟 Fauna Aquática
Para quem observa a água, o sinal é concreto: a cabeça ou parte do corpo surge, o ar é captado e o animal volta à profundidade.
🐟 Fauna Aquática
Sua sobrevivência depende de um sistema respiratório adaptado ao ar atmosférico.
🐟 Fauna Aquática
A bexiga natatória, estrutura que em muitos peixes ajuda no controle da flutuação, foi modificada e funciona de maneira semelhante a um pulmão.
🐟 Fauna Aquática
Como a água contém menos oxigênio dissolvido em determinadas condições, subir periodicamente permite ao animal complementar sua respiração.
🐟 Fauna Aquática
A adaptação não elimina a importância da água, que continua sendo seu ambiente de vida, deslocamento, alimentação e reprodução.
🐟 Fauna Aquática
Ela apenas permite que o pirarucu alterne entre a coluna d’água e a atmosfera.
🐟 Fauna Aquática
Em vez de depender apenas de redes, anzóis ou estimativas baseadas na pesca, os observadores percorrem trechos conhecidos e registram os pirarucus que aparecem.
🐟 Fauna Aquática
A contagem exige atenção para evitar que o mesmo animal seja anotado mais de uma vez.
🐟 QUER SABER MAIS?
Leia a matéria completa no portal Revista Amazônia
Leia a matéria completa →revistaamazonia.com.br