Fonte: Shutterstock
A tarifa de energia elétrica residencial no Brasil aumentou 8,96% em 2023, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse dado, parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgado em 28 de junho, mostra que a alta das tarifas de energia superou a inflação do período, que foi de 4,72%.
Esse aumento ocorreu apesar de um cenário favorável para a geração de energia, com bandeira verde durante todo o ano e níveis estáveis nos reservatórios de hidrelétricas. Um dos principais fatores para o encarecimento das tarifas foram os reajustes e revisões realizados pelas distribuidoras de energia.
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), ao final de 2023, a Equatorial Pará é a distribuidora com a tarifa de energia residencial mais alta do país, cobrando R$ 0,962 por kWh. Este valor coloca o Pará no topo do ranking entre os estados. No outro extremo, Santa Catarina apresenta a tarifa média mais baixa, de R$ 0,593 por kWh.
A distribuidora com a tarifa mais baixa é a Companhia Campolarguense de Energia (Cocel), situada em Campo Largo, no Paraná, onde a tarifa é de R$ 0,589 por kWh.
O levantamento não inclui o estado do Amapá, onde um reajuste de 44,4% na tarifa da Equatorial está sendo contestado judicialmente e politicamente.
Fonte: Portal Solar
O campo que resiste dentro da cidade Localizado na Estrada da Ceasa, no bairro Curió-Utinga,…
Quando a ciência começa dentro da favela As mudanças climáticas já não são uma abstração…
Quando a noite não apaga mais o cuidado com a vida Até pouco tempo atrás,…
Cientistas brasileiras no centro das decisões climáticas globais A ciência do clima é, hoje, um…
A margem equatorial como nova fronteira energética do Brasil A extensa faixa do litoral brasileiro…
This website uses cookies.