Uma iniciativa brasileira desenvolvida entre 2012 e 2017 aproximou a conservação da biodiversidade dos desafios da alimentação e da nutrição. A proposta valorizou espécies nativas pouco utilizadas, seus benefícios nutricionais e o potencial de geração de renda para comunidades.
A elevação do nível do mar deixou de ser uma ameaça distante. O avanço dos oceanos já amplia inundações, erosão, salinização e perdas de biodiversidade, com impactos que também alcançam áreas costeiras da Amazônia.
O Brasil combina recursos naturais, pesquisa científica e experiência industrial para avançar na bioeconomia de baixo carbono. Enzimas encontradas na biodiversidade, resíduos agrícolas e áreas degradadas podem gerar combustíveis, materiais e insumos com menor emissão.
Uma pesquisa sobre a Cidade do México mostra que o calor urbano começa a aparecer como preocupação pública de forma mais intensa quando a temperatura do ar supera 25°C. As publicações analisadas relatam insônia, cansaço, dificuldades no trabalho, transporte desconfortável e problemas de segurança.
O aquecimento dos oceanos polares está reduzindo habitats de animais, acelerando a erosão costeira e alterando ecossistemas marinhos. No Ártico, a temperatura subiu 4,2°C desde 1982, enquanto o gelo antártico já afetou a reprodução de pinguins-imperadores.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou uma emergência de saúde pública de importância internacional devido a um surto contínuo de mpox – anteriormente conhecida como varíola dos macacos – na África Central e Ocidental. Esta é a segunda...