Uma carcaça pequena pode desaparecer por caminhos diferentes. Em uma floresta amazônica de terra firme, pesquisadores acompanharam o que acontecia com restos de vertebrados e observaram a atuação de aves, mamíferos, insetos e outros decompositores. Entre eles, um besouro chamou atenção por monopolizar parte da carniça e enterrá-la antes que outros animais a consumissem.
O estudo usou câmeras acionadas por movimento e registros em 52 carcaças de preás, comparando floresta de terra firme e áreas de várzea em períodos seco e chuvoso. Leia o estudo na Scientific Reports. A pesquisa descreveu um papel ecológico inesperado para o escarabeídeo Coprophanaeus lancifer.
A carcaça vira uma disputa silenciosa
Quando um animal morre, seu corpo entra rapidamente em uma rede de consumo. O tempo de permanência depende do tamanho do corpo, da temperatura, da umidade...
Durante muito tempo, a caça apareceu nas discussões ambientais apenas como pressão sobre a fauna. Um estudo publicado na Nature propõe uma leitura mais...
Uma parte importante da diversidade de árvores da Amazônia não está distribuída de maneira uniforme pela floresta. Ela depende das áreas que periodicamente recebem...
Eu costumava pensar que conhecer uma planta era saber seu nome. Na Amazônia, essa definição é pequena demais. Conhecer envolve reconhecer a época em...
Os abelhões do Reino Unido podem enfrentar quedas acentuadas à medida que as ondas de calor se tornam mais frequentes e intensas. A tendência preocupa porque esses insetos ajudam a polinizar plantas silvestres e cultivos.
Resposta direta: uma coruja no telhado pode estar ouvindo ratos, insetos, lagartixas ou outros pequenos animais escondidos nas proximidades. Em várias espécies, as penas...
Organizações representativas de povos indígenas e comunidades tradicionais já podem inscrever projetos no Edital de Apoio a Projetos Locais nº 01/2026. A chamada prevê até R$ 650 mil por proposta e execução das iniciativas ao longo de 2027.
O fóssil Tametara mirim, descoberto em uma pedreira no interior paulista, é o primeiro esqueleto articulado de serpente encontrado no Brasil. A anatomia do crânio e do ouvido sugere adaptação à vida subterrânea, mas o achado não encerra o debate sobre a origem do grupo.
Uma investigação na Coreia do Sul estima que cerca de 49 mil formigas foram usadas em vários pratos durante um período de quatro anos. O caso chama atenção pela dimensão do número e ainda depende de detalhes sobre o local, os pratos e a finalidade do uso.
A engenharia portuária do século dezenove encontrou uma nova utilidade pública que desafia a obsolescência das antigas estruturas de ferro fundido à beira-rio. A Estação das Docas, localizada em Belém, converteu antigos galpões de metal de origem inglesa em...