Árvores da Amazônia foram observadas por 52 anos e revelaram que...

Por mais de meio século, observadores acompanharam copas de árvores na Amazônia Central e registraram queda e renovação de folhas. A série de 52 anos atravessou gerações de pesquisadores, secas, anos chuvosos e mudanças no clima. O resultado mostrou que o calendário da copa não responde apenas à chuva que cai. Profundidade do lençol freático, posição no relevo e hábito foliar ajudam a definir quando cada árvore perde e produz folhas. A floresta vista de cima parece permanentemente verde, mas essa estabilidade esconde trocas contínuas. Algumas espécies perdem grande parte das folhas numa estação; outras renovam aos poucos. Quando milhares de indivíduos são somados, ciclos diferentes se sobrepõem e criam uma fenologia “críptica”. Cinquenta e dois anos separam uma oscilação passageira de uma mudança real Séries curtas podem confundir um evento extremo...

Sambaquis crescem por milhares de anos, passam de 30 metros e guardam montes de conchas onde moradia e funerais continuam em debate

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Onze fígados de paca do Acre continham 57 cistos de um parasita e o hábito de oferecer vísceras cruas a cães revelou uma ponte...

Uma investigação realizada em comunidades de Sena Madureira e Rio Branco examinou 30 fígados de paca obtidos entre 2022 e 2023. Onze deles, todos...

Brasil precisa quantificar garimpeiros atuantes no país

Acordo internacional A identificação precisa do número de garimpeiros atuantes na mineração artesanal de ouro no Brasil é um desafio crucial para o cumprimento da Convenção de Minamata, que regula o uso de mercúrio e seu impacto na saúde pública....