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Jovens pesquisadores propõem desenvolvimento sustentável para a Amazônia em novo e-book

Jovens Cientistas Propõem Soluções para a Amazônia

Um grupo de jovens pesquisadores de diversas áreas do conhecimento, de várias partes do Brasil e de outros países amazônicos e extra-amazônicos, lançou um e-book intitulado “Diálogos Amazônicos: contribuições para o debate sobre sustentabilidade e inclusão” no dia 14 de novembro. A publicação é resultado da Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA) Amazônia Sustentável e Inclusiva, realizada entre 21 de novembro e 5 de dezembro de 2022 em São Pedro (SP).

Durante o evento, 88 jovens cientistas envolvidos em pesquisas na Amazônia se reuniram por duas semanas para assistir aulas de renomados especialistas em diferentes temas envolvendo a região. O objetivo da escola foi contribuir para a formação e capacitação de estudantes, pesquisadores e profissionais da área de biodiversidade e serviços ecossistêmicos que futuramente estarão liderando centros acadêmicos e de pesquisa, agências de governo, empresas, indústrias, organismos internacionais e diversos outros setores e instituições.

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O livro, disponível para download em português, inglês e espanhol, é dividido em três seções: vetores de degradação e impactos de larga escala na Bacia Amazônica; inclusão e diversidade cultural na Bacia Amazônica, tanto no nível local como no transnacional; e aspectos relacionados à governança local, participação e transdisciplinaridade.

Os participantes da escola e autores do e-book destacaram a importância da iniciativa. João Vitor Campos-Silva, presidente do Instituto Juruá, afirmou que o curso abriu uma vereda de reflexões muito grande e que ficou claro a necessidade de uma mudança paradigmática na forma como enxergamos a conservação e como se faz ciência na Amazônia.

Mayra Sumter Robles, antropóloga e professora da Anton de Kom University, do Suriname, ressaltou a importância de incluir países como o Suriname nas discussões, que, apesar de pequeno em área, tem cerca de 90% de seu território coberto de floresta amazônica.

Mónica Moraes, pesquisadora do Herbário Nacional da Bolívia, da Universidad Mayor de San Andrés, elogiou a qualidade da publicação e a empatia dos participantes, destacando a importância de suas habilidades interativas.

Redação Revista Amazônia

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