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Conar atualiza regras contra greenwashing com seis princípios e exige provas…

O Conar atualizou as normas brasileiras para combater o greenwashing na publicidade. A nova redação…

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Mudança amplia a responsabilidade das marcas e tenta reduzir alegações ambientais genéricas na publicidade brasileira.

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Publicidade ambiental, comprovação e transparênciaIlustração: IA / Portal Revista AmazôniaUma palavra como “sustentável”, “verde” ou “amigo do meio ambiente” poderá deixar de ser suficiente para convencer o consumidor.

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A revisão criou os artigos 36-A e 36-B, além de seis princípios para orientar anúncios sobre clima, resíduos e outros temas socioambientais.O que mudou na publicidade ambientalA alteração divide a abordagem em duas frentes.

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O Artigo 36-A passa a incentivar alegações socioambientais legítimas, enquanto o 36-B estabelece critérios para a construção das mensagens publicitárias.

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Segundo a apresentação divulgada pela Two Sides Brasil, os princípios são veracidade, qualificação, exatidão, pertinência, relevância e concretude.Na prática, a mudança desloca parte do debate do slogan para a prova.

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Uma empresa que declare reduzir emissões, evitar resíduos ou oferecer uma solução de menor impacto precisará apresentar elementos capazes de sustentar a afirmação.

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A formulação, porém, não elimina a necessidade de análise caso a caso.

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A participação dessas entidades não significa que elas tenham criado a norma.

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A competência pela atualização do código é do Conar, responsável pela autorregulamentação da publicidade no Brasil.Seis princípios tentam fechar brechasO princípio da veracidade exige que a mensagem corresponda aos fatos.

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A qualificação procura impedir que termos amplos sejam usados sem explicação.

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Já a exatidão exige precisão na descrição de resultados, materiais, processos ou impactos.Pertinência e relevância funcionam como filtros contra informações periféricas.

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Uma empresa não deveria destacar uma vantagem ambiental pequena para desviar a atenção de um impacto maior e diretamente relacionado ao produto.

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Essa é a principal resposta objetiva da nova regra: a mensagem precisa oferecer mais do que uma impressão positiva, deve indicar em que base a afirmação foi construída.

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Ilustração: IA QR Code não substitui provaOutra mudança destacada é a exigência de acesso facilitado a informações complementares.

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