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Estudo citado pelo InfoMoney mostra como valas e aterros paralelos repetem quatro formas…
Revista Amazônia
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A combinação entre escavação e acúmulo de material aparece em círculos, quadrados, elipses e octógonos, indicando um padrão construtivo recorrente.
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Vistos do alto, os geoglifos amazônicos podem parecer desenhos marcados no terreno.
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O padrão descrito no estudo combina dois elementos: uma vala escavada e um aterro formado pelo material retirado, disposto paralelamente ao sulco.
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A diferença de altura entre as duas partes ajuda a definir o contorno da figura e permite reconhecer a técnica mesmo quando a vegetação cobre parte do local.
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O estudo citado pelo InfoMoney indica que a relação entre vala e aterro não aparece como uma solução isolada, usada em apenas um desenho.
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Ela se repete em estruturas com quatro formatos geométricos: círculo, quadrado, elipse e octógono.
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O dado desloca a atenção do desenho visto de cima para o trabalho realizado no solo para produzi-lo.
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A vala e o aterro funcionam como uma única estrutura Para formar o geoglifo, a escavação cria uma depressão contínua no terreno.
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O material removido não desaparece: fica acumulado ao lado, formando um aterro paralelo.
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Assim, o traçado passa a ter uma marca negativa, representada pela vala, e uma marca positiva, representada pela elevação.
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A leitura conjunta dos dois componentes é importante porque um deles sozinho não descreve toda a técnica construtiva.
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O desenho resulta justamente da proximidade entre o sulco e o material depositado.
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Esse método também explica por que a forma pode continuar perceptível mesmo quando a cobertura vegetal dificulta a observação direta.
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A vala altera o relevo para baixo, enquanto o aterro o altera para cima.
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