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Hipopótamo Ramon foi transferido ao Zoológico de São Paulo após 20 anos no Parque de Voturúa, em…
Revista Amazônia
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Adaptação segue protocolo internacional Desde o final de março de 2026, Ramon permanece em um recinto adjacente ao de Colônia, uma fêmea de 35 anos que vive no zoológico desde 1997.
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A estratégia permite o contato indireto por meio de estímulos visuais e olfativos, etapa considerada fundamental antes de qualquer convivência no mesmo espaço.
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A expectativa é que, se o progresso continuar, os dois dividam o mesmo recinto em breve.
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Por que a transferência é importante O hipopótamo-comum (Hippopotamus amphibius) é o terceiro maior mamífero terrestre do planeta, podendo pesar entre 1,5 e 4,5 toneladas.
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Apesar do tamanho, a espécie enfrenta declínio populacional na África devido à perda de habitat e à caça ilegal.
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Segundo a IUCN, o hipopótamo-comum é classificado como “vulnerável” desde 2006, com populações em queda em diversas regiões do continente africano.
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Com a chegada de Ramon, o Zoológico de São Paulo amplia sua participação no studbook europeu da espécie, coordenado pela Associação Europeia de Zoológicos e Aquários (EAZA).
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Esse registro genético internacional permite planejar cruzamentos que mantenham a diversidade genética em cativeiro, essencial para a sobrevivência a longo prazo.
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Conexão com a conservação no Brasil Embora o hipopótamo não seja nativo da fauna brasileira, o caso de Ramon ilustra como zoológicos do país participam ativamente de redes globais de conservação ex situ.
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No Brasil, programas semelhantes são aplicados para espécies amazônicas ameaçadas, como a ariranha, o peixe-boi amazônico e a harpia.
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Entenda o caso Ramon viveu cerca de 20 anos no Parque Ecológico de Voturúa, em São Vicente (SP).
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Em março de 2026, foi transferido para o Zoológico de São Paulo para formar casal com Colônia, fêmea que vive no local desde 1997.
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A aproximação segue protocolos internacionais de conservação genética, e o casal integra o studbook da EAZA.
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Próximos passos A equipe do Zoo SP monitora diariamente o comportamento de Ramon e Colônia.
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