Certificação - resultados da busca

Se você não gostou dos resultados, por favor, faça outra pesquisa

Regularização fundiária pode definir futuro da Amazônia

0
Regularização fundiária e o destino da floresta A Amazônia não é apenas um território de árvores monumentais e rios extensos. É também um mosaico de...
Divulgação - Ag. Pará

Polícia Militar do Pará se prepara em mandarim para a COP30

0
Na manhã desta quarta‑feira (29/10/2025), foi realizada a cerimônia de certificação de mais uma turma do curso de mandarim básico voltado para agentes da...
reconhecimento

INPI reconhece Indicação Geográfica (IG) para o açaí de Bailique, Amapá

0
​O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) reconheceu, em 8 de abril de 2025, a Indicação Geográfica (IG) na modalidade Indicação de Procedência (IP)...
Agropalma

Relatório de Sustentabilidade da Agropalma

0
A Agropalma, uma das maiores produtoras de óleo de palma do Brasil, tem se destacado por suas iniciativas de sustentabilidade, mas também enfrenta desafios...
Imagem: Fellipe Abreu/Mongabay

Agricultura familiar ganha impulso com novas linhas de crédito e inovação

0
Agricultura Familiar: alicerce da segurança alimentar brasileira A agricultura familiar no Brasil deixou de ser vista apenas como uma atividade de subsistência para se consolidar...
Reprodução

Manguezais tornam-se peça-chave na transição climática

0
Carbono azul e manguezais: infraestrutura climática invisível O conceito de carbono azul redefine a maneira como o mundo enxerga os ecossistemas costeiros. Ele se refere...
Divulgação - Agência Pará

Sedap destaca Indicações Geográficas e agricultura de baixo carbono na COP30

0
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) levará à COP30 uma pauta que combina tradição e inovação: as Indicações Geográficas...
Foto: Marcelo Seabra / Ag. Pará

Brasil estrutura mercado regulado de carbono e muda política climática

0
Brasil entra na era do carbono regulado e redesenha sua política ambiental e produtiva O Brasil inicia uma das transformações mais profundas de sua política...
Reprodução - Testari

Eficiência energética redefine futuro construção civil brasileira

0
Eficiência energética transforma construção civil motor desenvolvimento local A eficiência energética deixou de ser um conceito restrito a manuais técnicos e passou a ocupar o...
Rios voadores: a umidade da Amazônia viaja pelo continente, alimentando chuvas vitais para a agricultura e o abastecimento de água

Greenline negocia ativos verdes de R$ 400 milhões na B4

0
A crescente pressão por transparência e impacto concreto nas mudanças climáticas tem dado espaço a modelos inovadores de mercado — entre eles, os ativos...
indústria

O Papel e o Planeta: Como a Indústria Florestal Está Preservando as Matas Nativas

0
Em meio ao aumento das preocupações com o desmatamento e a crise climática, a indústria florestal tem se destacado como um aliado inesperado da...
MME

MME Apresenta Estudos sobre Hidrogênio no Brasil no Contexto PNH2

0
O Ministério de Minas e Energia (MME) encerrou, nesta quinta-feira (11/7), uma série de webinars técnicos realizados no contexto do Programa Nacional do Hidrogênio...

COP 30: Sistema B realiza evento de aquecimento entre 3 a 5 de setembro

0
O Sistema B, comunidade global de líderes por sistema econômico mais inclusivo, equitativo e regenerativo para as pessoas e para o planeta, anuncia o...
carro

Embraer se prepara para testar seu carro voador nos céus brasileiros

0
A Eve Air Mobility, empresa da Embraer dedicada à inovação em mobilidade aérea, está prestes a iniciar uma fase crucial no desenvolvimento de seu...
ABDI Divulgação

Açaí como vetor da bioeconomia: ABDI e FIEPA se unem para fortalecer a cadeia...

0
O açaí, fruto que já se tornou símbolo global da Amazônia, voltou ao centro de uma agenda estratégica que pode redefinir os rumos da...
Gilberto Gil por: Giovanni Bianco

Novo curso da Embrapa ensina a avaliar adoção de tecnologias agropecuárias

0
A Embrapa, em parceria com instituições de pesquisa e extensão rural, lançou uma nova capacitação gratuita em sua plataforma e-Campo. O curso “Diagnóstico Comportamental...
Noventa e nove por cento de eficácia. Este é o índice de inibição bacteriana registrado em laboratório pelo mel de abelhas nativas sem ferrão (meliponíneos) contra cepas resistentes de Staphylococcus aureus, superando antibióticos comerciais. Uma pesquisa pioneira no Pará está validando o que populações tradicionais já sabiam: este "ouro líquido" possui propriedades cicatrizantes e antimicrobianas extraordinárias. O estudo, conduzido por uma rede de pesquisadores de instituições como a UFPA e o MPEG, não foca no mel convencional da abelha africana (Apis mellifera). O alvo são as espécies nativas da Amazônia, como a tiúba (Melipona fasciculata) e a uruçu-cinzenta (Melipona fasciculata), cujo mel possui características físico-químicas únicas. A meliponicultura Amazônia está deixando de ser uma atividade apenas extrativista para se tornar um pilar da bioeconomia medicinal. Diferente do mel comum, o mel das abelhas sem ferrão é mais fluido, menos doce e possui uma acidez natural elevada, fatores que, somados a compostos bioativos da flora amazônica, criam um ambiente hostil para patógenos. O mecanismo biológico da cura A ciência por trás do mel medicinal Pará revela um coquetel de defesa natural. As abelhas nativas sem ferrão mel produzem uma substância rica em peróxido de hidrogênio (um potente antisséptico) e flavonoides com ação anti-inflamatória. Quando aplicado em feridas, este mel forma uma barreira protetora que impede a infecção e estimula a regeneração dos tecidos. Pesquisadores da Fiocruz analisam como as enzimas presentes na saliva dessas abelhas, misturadas ao néctar de plantas medicinais da Amazônia, criam compostos que quebram o biofilme bacteriano – uma "armadura" que protege as bactérias e torna as infecções crônicas difíceis de tratar com medicamentos convencionais. [Imagem de apoio 1: Pesquisadora em laboratório analisando amostras de mel de abelhas nativas em placas de Petri.] Resultados clínicos preliminares são promissores. Em testes realizados com pacientes voluntários que apresentavam úlceras crônicas (como as decorrentes de diabetes), a aplicação compressiva de mel de tiúba resultou no fechamento completo das feridas em tempos significativamente menores que os tratamentos padrão, sem efeitos colaterais. A ciência valida o saber ancestral Este avanço científico não parte do zero. O uso medicinal do mel de meliponíneos é uma prática milenar entre povos indígenas e comunidades ribeirinhas da Amazônia. A pesquisa atual atua como uma ponte, aplicando rigor metodológico para validar e quantificar a eficácia de tratamentos que já curavam infecções de pele e inflamações de garganta há gerações. O INPA destaca que a composição do mel varia drasticamente de acordo com a espécie de abelha e a flora local. Por isso, a certificação de origem e o manejo sustentável são cruciais. Um mel colhido de uma colônia de tiúba que se alimentou de jaborandi terá propriedades diferentes de um colhido de uma colônia de jandaíra que visitou aroeiras. Esta validação científica abre portas para a integração do mel nativo no Sistema Único de Saúde (SUS) como fitoterápico, especialmente em regiões remotas onde o acesso a antibióticos é limitado. Além disso, atrai o interesse da indústria farmacêutica global, que busca novas moléculas para combater a crescente crise de resistência a antibióticos. Desafios da produção e sustentabilidade Apesar do potencial revolucionário, a produção de mel medicinal Pará enfrenta gargalos. As abelhas nativas sem ferrão produzem muito menos mel que as africanas (cerca de 1 a 3 litros por ano por colônia, contra até 40 litros das Apis). Isso torna o produto raro e de alto valor agregado, exigindo técnicas de manejo precisas para não esgotar as colônias. O IBAMA alerta que o aumento da demanda pode incentivar o extrativismo predatório. A solução reside no fortalecimento da meliponicultura Amazônia sustentável. Criar abelhas sem ferrão em caixas racionais, plantando espécies nativas ao redor, é a única forma de garantir produção constante e preservar a biodiversidade. [Imagem de apoio 2: Meliponicultor manejando caixas racionais de abelhas sem ferrão em um sistema agroflorestal.] A destruição de habitats é outra ameaça direta. Muitas espécies de abelhas sem ferrão nidificam exclusivamente em ocos de árvores centenárias. O desmatamento elimina não apenas a flora da qual elas se alimentam, mas seus locais de reprodução, colocando em risco a existência dessas operárias da saúde florestal. Bioeconomia e futuro da medicina amazônica O mel das abelhas nativas sem ferrão não é apenas um remédio, é um vetor de desenvolvimento sustentável. Fortalecer cadeias produtivas de mel medicinal Pará gera renda para comunidades locais, incentivando a conservação da floresta em pé. Um hectare de floresta preservada vale muito mais com a produção de mel medicinal e outros produtos da sociobiodiversidade do que convertido em pasto. A criação de laboratórios de certificação e controle de qualidade no Pará é fundamental para que esse mel chegue ao mercado farmacêutico com segurança e valor justo. O Imazon defende políticas públicas que desburocratizem a regularização da meliponicultura Amazônia e fomentem cooperativas de produtores. O futuro da medicina pode estar escondido em uma pequena caixa de abelhas no coração da floresta. Validar cientificamente o poder curativo do mel de abelhas nativas sem ferrão é um passo crucial para uma medicina mais integrada, sustentável e acessível, que reconhece e valoriza a sabedoria dos povos que coexistem com a Amazônia. O ouro da floresta é medicinal e precisa ser preservado. A cura para feridas resistentes não virá apenas de sínteses químicas, mas da inteligência biológica que a Amazônia aperfeiçoou ao longo de milhões de anos.

Abelhas nativas superam antibióticos em testes clínicos

0
Noventa e nove por cento de eficácia. Este é o índice de inibição bacteriana registrado em laboratório pelo mel de abelhas nativas sem ferrão...
Rastreabilidade no CCM: A Chave para a Sustentabilidade

Rastreabilidade e Transparência: Garantias do CCM

0
No contexto da economia circular, garantir a origem e a destinação dos resíduos é essencial para manter a credibilidade do sistema e atrair investidores....

BNDES Aprova Financiamento de R$ 23 Milhões para Manejo Florestal Sustentável no Amazonas

0
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concedeu um financiamento de R$ 23 milhões, através da linha BNDES Finame Direto, à empresa...
Foto: Jolemia Chagas

MPF questiona projeto de carbono sobre territórios tradicionais no AM

0
Créditos de carbono e territórios tradicionais entram em choque no sul do Amazonas A promessa de que o mercado de carbono pode conciliar conservação ambiental...

Últimas noticias