ecossistemas - resultados da busca

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Novo método detecta produtos químicos prejudiciais ao meio ambiente

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Substâncias chamadas polietilenoglicóis, ou PEGs, são amplamente utilizadas na indústria, em produtos médicos, cosméticos e de cuidados pessoais. O problema é que, quando entram...

Elevação da Temperatura do Mar Conduz a Barreira de Corais ao Colapso

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  O aumento das temperaturas oceânicas está causando sinais crescentes de estresse e ameaçando a existência de um dos ecossistemas marinhos mais diversos e valiosos...

Como o encontro histórico na Colômbia mudou o foco das emissões para a extração...

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Existe um fato biológico fascinante e silencioso operando agora mesmo sob a superfície do nosso planeta. O fitoplâncton marinho, composto por microrganismos como a...
CAIXA e BID

Sistema financeiro brasileiro se mobiliza para a transição climática na COP30

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Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2025 – Em meio às negociações globais para enfrentar a crise climática, três das maiores entidades do...
Reprodução

COP30 lança agenda de ação para acelerar soluções climáticas globais

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A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém do Pará, anunciou a programação oficial de sua Agenda...
Divugação - PF

Segurança e diplomacia: PF traça plano estratégico para a COP30 em Belém

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Com a Amazônia no centro do debate climático global, o Brasil se prepara para sediar um dos eventos mais complexos e sensíveis de sua...
Foto: Bruno Cecim / Ag. Pará

Parque de Bioeconomia no Pará transforma floresta em inovação

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Na orla histórica de Belém, à beira da Baía do Guajará, ergue-se um novo símbolo de inovação para o Norte do Brasil. O Parque...
google

Google investe R$ 20 milhões na sustentabilidade da Amazônia e fortalece a agenda climática...

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  Em um movimento histórico, o Google anunciou um investimento de R$ 20 milhões (US$ 4 milhões) voltado para a promoção da sustentabilidade na América...

Como a Tecnologia de Telemetria por GPS e Satélite Revela as Incríveis Rotas Migratórias...

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A tecnologia de monitoramento por GPS e telemetria por satélite possui uma característica biológica e técnica fascinante: ela miniaturizou tanto seus componentes que permite,...

Alumínio do Pará: a rocha vermelha de Trombetas e Juruti que sustenta a indústria...

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Símbolo Al, número 13. O Pará é um dos maiores produtores mundiais de bauxita: Trombetas (MRN) e Juruti (Alcoa) abastecem cadeias industriais globais.

Ouro do Tapajós: a riqueza que envenena rios e povos indígenas no coração da...

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Símbolo Au, número 79. O ouro do Tapajós alimenta tensão amazônica: minas industriais coexistem com garimpo ilegal que contamina rios e povos com mercúrio.
Divulgação - Ag. Pará

Operação Ouro de Sangue avança e desmonta garimpos ilegais na Estação Ecológica do Jari

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Entre os dias 19 e 23 de outubro, a Polícia Civil do Pará realizou a segunda fase da Operação Ouro de Sangue, uma ofensiva...

Como a lenda da Iara revela o profundo sincretismo cultural que moldou a identidade...

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De acordo com a tradição oral e os registros etnográficos, a figura da Iara, a "Mãe-d'água", é um dos mitos mais potentes e complexos...
G20: Agricultura Familiar no Combate à Fome

G20 Social: Agricultura Familiar Ganha Destaque no Combate à Fome e às Mudanças Climáticas

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Nos próximos dias, o Rio de Janeiro sediará a Cúpula Social do G20, evento que precede o grande encontro dos líderes das maiores economias...

Pirarucu e manejo comunitário revelam como ribeirinhos transformaram lagos amazônicos em exemplo global de...

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Sistema criado por comunidades usa contagem por respiração e cotas para recuperar o peixe gigante O pirarucu precisa subir à superfície para respirar ar em...

Gavião real e florestas contínuas revelam a força silenciosa do maior predador do dossel...

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Com garras impressionantes e voo preciso, a harpia domina o topo da cadeia alimentar na Amazônia O gavião-real possui garras que podem alcançar cerca de...

O muriqui-do-norte é o maior primata das Américas e um exemplo raro de sociedade...

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O muriqui-do-norte detém o título de maior primata das Américas, um gigante dócil que habita exclusivamente a Mata Atlântica brasileira. Cientificamente conhecido como Brachyteles...
bioeconomia

Amapá sedia 3ª edição do Amazônia Bio Summit, impulsionando bioeconomia e inovação na região

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O Amapá será o palco da terceira edição do Amazônia Bio Summit, um dos principais eventos dedicados à bioeconomia e inovação na Amazônia. Organizado pelo Serviço...
Fotografia documental na luz da tarde de um pescador ribeirinho em canoa com pirarucu recém-pescado em lago de igapó floresta inundada ao fundo.

Como o gigante pirarucu e o manejo comunitário revolucionam a economia sustentável nos lagos...

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O pirarucu (Arapaima gigas), o maior peixe de escamas de água doce do mundo, possui uma biologia única que o obriga a subir à...
Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce há milhões de anos. A arraia de água doce amazônica pertence ao gênero Potamotrygon e se destaca não apenas pela sua forma circular elegante mas também por uma adaptação evolutiva impressionante que a torna uma mestra do disfarce no leito dos rios arenosos. Este peixe cartilaginoso possui a capacidade única de se enterrar parcialmente na areia tornando-se praticamente invisível aos olhos de predadores e presas um fenômeno que a ciência reconhece como parte fundamental de sua biologia de sobrevivência. A arraia camuflagem rio areia é um espetáculo de adaptação. A coloração dorsal desses animais geralmente em tons de marrom cinza ou bege com padrões de manchas ou ocelos imita com precisão o fundo do rio. Ao agitar as bordas do seu corpo discóide a arraia levanta uma nuvem de sedimentos que ao assentar a cobre quase por completo deixando apenas os olhos protuberantes e os espiráculos visíveis. Essa estratégia passiva de caça permite que ela capture pequenos peixes crustáceos e moluscos que se aproximam sem notar sua presença mantendo o equilíbrio ecológico do fundo do rio. No entanto a característica mais notória e frequentemente temida deste animal está localizada em sua extremidade posterior. Ao contrário do que muitos pensam o mecanismo de defesa da arraia água doce Amazônia ferrão não se situa na ponta da cauda como um chicote. O ferrão venenoso encontra-se na verdade na porção dorsal e média da cauda uma área musculosa e robusta. Dependendo da espécie e do tamanho do animal este aguilhão pode variar de alguns centímetros até dimensões consideráveis sendo composto por dentina um material extremamente duro e resistente similar ao dente dos vertebrados. O ferrão da Potamotrygon acidente rio é uma peça de engenharia biológica sofisticada. Ele possui serrilhas laterais voltadas para trás o que facilita a penetração na pele mas dificulta imensamente a sua remoção podendo causar lacerações graves. Coberto por um tecido epitelial o ferrão libera um veneno de natureza proteica quando esse tecido é rompido durante o impacto. Estudos indicam que este veneno é complexo contendo enzimas e toxinas que provocam dor intensa e imediata necrose localizada e inflamação severa no local atingido. A ciência reconhece que a dor relatada em acidentes com arraias é uma das mais lancinantes conhecidas na medicina toxicológica mas é importante ressaltar que o objetivo principal desse veneno é a defesa contra predadores grandes e não a agressão gratuita. A coexistência entre as comunidades ribeirinhas e esses animais é ancestral. Nas praias e remansos dos rios amazônicos onde as arraias preferem ficar para descansar ou caçar os habitantes locais desenvolveram técnicas específicas para evitar acidentes. O "passo do nissei" ou o ato de arrastar os pés na areia em vez de levantá-los é uma prática comum e eficaz. Ao arrastar o pé a pessoa toca suavemente na borda da arraia que assustada geralmente foge rapidamente. O acidente ocorre quando se pisa diretamente no centro do disco do animal pressionando-o contra o fundo o que aciona o reflexo de defesa e o chicoteamento da cauda para cima e para frente cravando o ferrão no pé ou no tornozelo do banhista. Compreender a biologia da arraia de água doce amazônica é fundamental para a conservação e para a segurança de todos que vivem ou visitam a região. Elas são componentes vitais do ecossistema amazônico ocupando nichos importantes na cadeia alimentar. Em vez de temê-las devemos respeitar o seu habitat. Ao entrar em um rio amazônico especialmente durante a estação seca quando as praias se formam o cuidado deve ser redobrado. Evitar áreas de águas muito rasas e paradas em praias isoladas ao amanhecer ou ao anoitecer períodos de maior atividade do animal e usar calçados adequados quando possível são medidas que reduzem drasticamente o risco de acidentes. A educação ambiental é a chave para uma convivência harmoniosa valorizando a biodiversidade sem comprometer o bem-estar humano. Respeitar o espaço do outro seja ele humano ou animal é o primeiro passo para garantir que os rios da Amazônia continuem sendo fontes de vida e beleza para todas as gerações. BOX LATERAL O que fazer em caso de acidente | Se ocorrer um ferrada a primeira medida é manter a calma e sair da água. Mergulhar o local atingido em água quente mas suportável por 30 a 90 minutos ajuda a desativar as proteínas do veneno aliviando a dor. Não faça torniquetes ou cortes na ferida. Procure atendimento médico imediatamente para a remoção segura de possíveis fragmentos do ferrão limpeza e medicação adequada prevenindo infecções secundárias.

Como a arraia de água doce amazônica domina a camuflagem na areia dos rios...

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Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce...

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