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Cubatão

De “Vale da Morte” a exemplo verde, Cubatão conquista reconhecimento internacional por ações ambientais

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Cubatão, no litoral de São Paulo, que nos anos 1980 ganhou notoriedade mundial como uma das cidades mais poluídas do planeta, hoje celebra uma...
matriz

Brasil inaugura nova era energética com leilão na Foz do Amazonas

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Em um movimento que reacende o debate sobre o equilíbrio entre desenvolvimento e preservação, o Brasil deu um passo significativo rumo à expansão de...
Foto: Ruan Alves/ Gea

Gestores da Amazônia reforçam aliança por cidades sustentáveis em Macapá

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O coração da Amazônia pulsou com novas ideias nesta terça-feira (7), quando gestores públicos, pesquisadores e representantes da sociedade civil se reuniram no Museu...

Como o Rio Amazonas sustenta a maior biodiversidade do mundo e regula o clima...

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O Rio Amazonas não é apenas o maior volume de água doce em movimento no planeta, mas o coração de um sistema biológico que...
A estudante mineira Júlia Bonitese, de apenas 13 anos, foi convidada oficialmente a participar da COP-30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém (PA). Júlia participará do painel “Diálogo Intergeracional de Alto Nível sobre Crianças e Clima”, dia 17 de novembro, dentro da Zona Azul, área reservada a embaixadores, autoridades e líderes globais — o que faz de sua presença um marco histórico para a representatividade infantojuvenil brasileira no debate climático internacional. Fundadora do projeto Pequenos Protetores do Planeta (@projeto.ppp), Júlia atua desde os 8 anos como ativista ambiental e defensora dos direitos de crianças e adolescentes na agenda climática. É Embaixadora da Justiça Climática pela Plant-for-the-Planet Brasil, consultora da organização internacional Child Rights Connect, ligada à ONU, e membro da Rede Primeira Infância de Minas Gerais. Em seu projeto, ela promove ações presenciais de educação ambiental, como palestras, plantios e campanhas, além de conduzir o programa “Papo Natural”, em que entrevista especialistas no YouTube sobre temas como preservação, sustentabilidade e participação cidadã. Júlia também é presença constante em fóruns e câmaras legislativas, defendendo o direito de voz das crianças. Dentre essas participações, atuou na elaboração e apresentação da “Declaração das Juventudes de Belo Horizonte pelo Clima” na Câmara Municipal, junto à LCOY, e compôs a mesa de debates no evento nacional “Crianças e Jovens Rumo à COP-30”, em Brasília. Reconhecida como uma das principais vozes da juventude ambiental no país, Júlia já recebeu dois prêmios nacionais e um internacional: foi a primeira criança agraciada com o Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade, o mais importante do Brasil na área, e recebeu o título de Embaixadora Regional da América Latina e Caribe pela Plant-for-the-Planet Global. Em 2024, representou o Brasil no ICLEI World Congress, onde encerrou o evento diante de centenas de líderes políticos mundiais. Na COP-30, Júlia apresentará uma fala voltada à educação ambiental, à redução das desigualdades e à responsabilidade compartilhada entre governos, empresas e cidadãos. Sua mensagem principal destaca o protagonismo das crianças e jovens como agentes de mudança, não apenas vítimas da crise climática. “Meu sonho é que as decisões sobre o clima também considerem a voz das crianças. Somos nós que viveremos as consequências do que está sendo decidido agora”, diz Júlia. A escola tem papel central na rotina e na visão de mundo de Júlia que, além de se dedicar prioritariamente aos estudos, vê na educação ambiental parte essencial da formação de crianças e adolescentes. Para ela, é por meio da escola que o conhecimento se transforma em consciência e ação. Ao conciliar os estudos com projetos e eventos socioambientais, demonstra que aprender e agir podem caminhar juntos, sem abrir mão das experiências próprias da infância. Mesmo reconhecida por sua atuação em projetos e eventos de relevância global, Júlia diz que o projeto deve ser de muitos, e ressalta que gostaria muito de expandi-lo a mais crianças e jovens e a mais territórios pois, para ela, ampliar o acesso ao conhecimento é o caminho para transformar o mundo. “É preciso conhecer para desejar proteger — esse é o lema do meu projeto. E por isso eu desejo chegar a mais e mais crianças e jovens a cada dia, para que eles tenham a chance de conhecer os problemas climáticos e se identificarem como solução. Juntos somos força!”, afirma. Com atividades desenvolvidas de forma independente e sem apoio corporativo, Júlia sente por não conseguir expandir suas ações presenciais e também o programa Papo Natural. “Tudo tem um custo e nem sempre dá pra fazer tudo o que eu planejo. O Papo Natural está parado por causa dos gastos com estúdio e edição, mas o projeto tem muito potencial. Nele eu dou voz a outras crianças e levo conhecimento sem fronteiras. É só entrar no YouTube”, explica.

Jovem ativista mineira de 13 anos é convidada para representar o Brasil na COP-30,...

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O Futuro da Bioeconomia na Amazônia: Perspectivas para 2025

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Em 2024, a bioeconomia na região amazônica alcançou marcos importantes, impulsionados por iniciativas que associam desenvolvimento econômico e conservação ambiental. Eventos como a ExpoAmazônia...

O mito da Matinta Perera e como o folclore paraense preserva as tradições culturais...

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Segundo a tradição oral consolidada nas comunidades ribeirinhas do Pará, a Matinta Perera é uma figura mítica, frequentemente descrita como uma velha que, durante...
Reprodução

Brasil e Sudeste Asiático traçam pontes para a COP30 e o novo multilateralismo climático

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Na véspera da COP30, que será sediada em Belém, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou em Kuala Lumpur, durante a 47ª Cúpula...
Vista aérea da região de Parelheiros, no município de São Paulo. Bordas urbanas apresentam usos múltiplos: moradia, florestas, pastagens e cultivo de alimentos (foto: Luciana Schwandner Ferreira/BIOTA Síntese)

Bordas urbanas revelam novo horizonte para a restauração florestal

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Um novo estudo da Universidade de São Paulo (USP) e da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil)...
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Ela anda devagar, parece tímida e dificilmente se mete em confusão. Mas não se engane com o ar pacato da anta: por trás dessa...
Profa. Dra. Adriana Almeida Lima - Divulgação

Projeto amazônico leva comunidades ribeirinhas para o centro da agenda climática

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A Amazônia entra em cena na COP30 com algo mais que floresta — ganha protagonismo social. Um projeto social conduzido por uma pesquisadora paraense...

Por que as aves de rapina são fundamentais para o controle biológico e a...

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As aves de rapina possuem um sistema digestivo dotado de uma acidez gástrica tão elevada que são capazes de neutralizar patógenos letais, como os...
Bruno Peres/Agência Brasil

Por que o Brasil acredita que ele pode mudar o jogo climático com o...

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O Brasil propôs ao mundo un dispositivo financeiro novo, audacioso e com ambição estruturante: o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, conhecido pela sigla TFFF...
Colômbia

Brasil e Colômbia lançam programa Quilombo das Américas na COP 16

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A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, anunciou a implementação do programa "Quilombo das Américas", em parceria com o governo da Colômbia. O anúncio ocorreu durante o lançamento do Pavilhão da América Latina do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) na COP 16, em Cali, Colômbia. Brasil e Colômbia no combate as desigualdades raciais e socioambientais O objetivo do programa é combater as desigualdades raciais e socioambientais que afetam as comunidades afrodescendentes e afrorrurais na América Latina e no Caribe. A iniciativa, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), terá um aporte de US$ 121.475 até 2028. O Quilombo das Américas criará um espaço de cooperação e articulação entre essas comunidades, promovendo o reconhecimento de direitos, a preservação cultural e a justiça social e racial. A meta é construir uma rede de cooperação interinstitucional e impulsionar projetos de fortalecimento cultural, sustentabilidade ambiental e resistência comunitária. Anielle Franco destacou a importância da colaboração regional e convidou outros países da América Latina e Caribe a se juntarem à rede. O programa está estruturado em torno de cinco eixos principais: Direitos Territoriais: Garantir a regularização dos territórios das comunidades afrorrurais. Conservação da Biodiversidade: Promover práticas de gestão ambiental sustentável. Identidades e Ancestralidades Afrodescendentes: Valorizar e preservar o patrimônio cultural. Sistemas Agrícolas Tradicionais (SATs): Apoiar a produção agrícola com tecnologias tradicionais. Políticas de Cuidado e Estratégias contra Violências: Implementar políticas públicas para proteger essas comunidades. A ministra destacou o papel crucial dessas comunidades na conservação da biodiversidade e a importância de políticas que garantam seus direitos territoriais e proteção ambiental. Anielle frisou que essas comunidades desempenham um papel essencial na preservação do planeta por sua cultura, fé, ancestralidade e compromisso ético. O programa está aberto a todos os países da América Latina interessados em aderir. A Colômbia é o primeiro país a participar, com outros em negociação, como Honduras, Equador, Costa Rica e Chile.
Divulgação - Agência Pará

Unidades de conservação municipais fortalecem sustentabilidade no Pará

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Desenvolvimento sustentável a partir da base municipal No Pará, a proteção ambiental ganha novos contornos a partir da iniciativa das prefeituras e do apoio estruturante...
Brasil

Brasil lidera emissões de ‘blue bonds’, títulos voltados para preservação hídrica

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Destaque do Brasil na economia azul O Brasil se destaca na chamada economia azul, voltada à preservação dos recursos hídricos, sendo o maior emissor de...
O besouro-rinoceronte e sua força extraordinária proporcional no coração da floresta amazônica preservada

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A ciência reconhece que o besouro-rinoceronte detém a maior força relativa proporcional ao corpo de qualquer animal no planeta. Essa característica notável não é...
Um tuiuiú adulto de asas abertas pousando em seu ninho no topo de uma árvore piúva

O retorno triunfal do tuiuiú aos céus do Pantanal

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Uma envergadura que ultrapassa os 2,5 metros e um ninho que pode suportar o peso de um homem adulto fazem do tuiuiú uma das...
Presidente Lula - Agência Brasil

“Amazônia em foco” países aprovam Carta de Bogotá na OTCA

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Em um movimento diplomático crucial para o futuro da maior floresta tropical do mundo, a Amazônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou...
Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Brasília abre a Pré-COP30 e prepara o palco global para a Cúpula do Clima...

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