
Em um movimento histórico, o Brasil, os Emirados Árabes Unidos e o Azerbaijão uniram forças em uma aliança estratégica para enfrentar os desafios do aquecimento global. Essa parceria, estabelecida por meio de uma cooperação entre a presidência da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-28) e suas duas sucessoras, foi carinhosamente apelidada de “troika” – um trio comprometido com a sustentabilidade ambiental.
Em sua mensagem durante a cerimônia de formalização da aliança, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, enfatizou a importância da transição energética proposta pelo Balanço Global do Acordo de Paris. Ela ressaltou a necessidade urgente de limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius e destacou que o esforço conjunto dos três países visa redirecionar investimentos e políticas públicas para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis na matriz energética e para o aumento significativo da capacidade de energia renovável até 2030.
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Como o peixe matrinxã salta fora d’água na Amazônia para alcançar frutos e sementes nas árvores das florestas alagadasPara a ministra, não cumprir essas ações representa um risco grave de interferência irreversível nas condições climáticas do planeta. Ela enfatizou a responsabilidade compartilhada dos três países em traduzir rapidamente as decisões da COP-28 em ações concretas.
Nos últimos anos, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU tem alertado para a necessidade de medidas mais ambiciosas para combater as mudanças climáticas. Essas recomendações têm sido o foco das discussões entre os 198 países signatários da COP-28, desde sua realização em Dubai. Essa iniciativa conjunta reflete o compromisso renovado dessas nações em enfrentar os desafios ambientais globais de forma colaborativa e proativa.
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