
Um estudo recente do Instituto Internacional do Alumínio (IAI), apresentado na última semana durante o evento IAI Committee Meetings em Londres, revelou um crescimento de 3,9% na produção global de alumínio, de 104,1 milhões de toneladas para 108,2 milhões de toneladas. Paralelamente, houve uma redução de 4,4% nos níveis de emissões da indústria global do alumínio. Desde 2019, a intensidade das emissões da produção de alumínio primário vem diminuindo.
Janaina Donas, presidente-executiva da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), explica que “este estudo inédito evidencia o impacto significativo dos esforços das empresas para a descarbonização da indústria e do planeta. O resultado demonstra o compromisso do setor em implementar processos e soluções inovadoras para a produção de um metal estratégico para a transição para uma economia de baixo carbono. Além disso, reforça o papel do alumínio como um aliado na descarbonização de seus principais mercados consumidores”.
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Estabelecida em maio de 1970, a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) representa todos os aspectos da cadeia produtiva do metal, desde a mineração de bauxita até as aplicações do alumínio, incluindo a reciclagem de latas e outros materiais de alumínio. A ABAL desempenha várias funções, incluindo a produção e divulgação de estatísticas do setor, assistência na elaboração e aplicação de normas técnicas, geração e disseminação de conhecimento sobre o alumínio, promoção do uso do alumínio, além de contribuir para a capacitação profissional do setor. A ABAL se esforça para uma indústria do alumínio cada vez mais competitiva, inovadora, sustentável e integrada.
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