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Parque do Utinga fecha no domingo e abre no feriado do Círio

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Nos dias do Círio de Nazaré de 2025, o Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna, em Belém, terá funcionamento alterado para acomodar a intensa...

A Transição Energética e a Descarbonização Industrial no Brasil: Uma Discussão na COP28

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A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023, COP28, começou hoje, 30 de novembro, em Dubai, Emirados Árabes. Segundo o primeiro boletim...
BNDES

BNDES lança fundo catalítico para impulsionar projetos sustentáveis

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Fazenda estão desenvolvendo um fundo catalítico para destravar o financiamento de...
Juliana Maia/Prefeitura Belém (PA)

Saneamento universal pode poupar bilhões em saúde no Brasil

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Universalizar o acesso ao saneamento básico no Brasil não é apenas uma meta de infraestrutura, mas uma oportunidade econômica e social de grande impacto....
5 medidas fáceis para evitar encontros de pets com gambás à noite

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Imagine abrir a porta de casa à noite e encontrar seu cachorro latindo desesperado para um gambá no quintal. A cena, além de assustadora,...
5 passos rápidos para evitar acidentes com cobras em ambientes urbanos

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O aumento das áreas urbanas próximas a terrenos baldios, matas e rios tem trazido um visitante indesejado para mais perto das famílias: as cobras....
Foto: Mre Gavião I Ascom

Jornada de Formação prepara povos indígenas para protagonismo na COP30

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À medida que Belém se organiza para receber a COP30 em novembro de 2025, um movimento de base ganha força em todo o Brasil:...
Embrapa - Reprodução

No Pará, o caroço de açaí deixa de ser lixo e vira solução contra...

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De Belém a Primavera, o que antes era problema ambiental virou oportunidade de negócio. As pilhas de caroço de açaí largadas em ruas, igarapés...
Acre participa de agendas no Peru para fortalecer integração e combate a crimes transfronteiriços. Foto: Reprodução

Acre e Peru ampliam cooperação para segurança e desenvolvimento na fronteira

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O fortalecimento da segurança em áreas de fronteira voltou ao centro das atenções nesta semana, quando uma comitiva do governo do Acre desembarcou no...
Chile

Projeto de mineração de cobre manchado por danos ambientais processa 32 moradores no Chile

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  Durante a segunda semana de outubro de 2023, em Coquimbo, no norte do Chile, Yasna Silva usou as redes sociais para pedir ajuda. Ela...

Cálcio na Amazônia: do calcário das cavernas do Guaporé aos ossos do pirarucu e...

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Símbolo Ca, número 20. O cálcio molda cavernas calcárias na Amazônia ocidental e sustenta ossos e conchas de mamíferos, peixes e tartarugas amazônicos.

Polinização de palmeiras na Amazônia chega a R$ 706 milhões/ano

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No coração da Floresta Amazônica, um ecossistema abundante, as palmeiras da família Arecaceae desempenham um papel crucial na sustentabilidade e na economia da região....
Brasil

Brasil acelera restauração florestal com foco na Amazônia e Cerrado às vésperas da COP30

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A redução do desmatamento no Brasil em 2023, apontada pela Rede MapBiomas, é um sinal de progresso ambiental. No entanto, o retrocesso na destruição...
Reprodução

China reafirma cooperação global na COP30 em Belém

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Enquanto a COP30 se desenrola em Belém, uma voz diplomática da China anunciou que o país trabalhará com todas as partes para gerar “resultados...

Previsão do tempo: Inmet emite alerta laranja para chuvas intensas na região Norte.

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A ofensiva das águas: o Norte sob alerta de perigo meteorológico O cenário atmosférico brasileiro para o próximo final de semana apresenta uma divisão nítida...
Divulgação

UNAMAZ e GCF Task Force firmam aliança para impulsionar ciência e governança climática na...

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Durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém (PA), a Associação de Universidades Amazônicas (UNAMAZ) e a Força-Tarefa...
Noventa e nove por cento de eficácia. Este é o índice de inibição bacteriana registrado em laboratório pelo mel de abelhas nativas sem ferrão (meliponíneos) contra cepas resistentes de Staphylococcus aureus, superando antibióticos comerciais. Uma pesquisa pioneira no Pará está validando o que populações tradicionais já sabiam: este "ouro líquido" possui propriedades cicatrizantes e antimicrobianas extraordinárias. O estudo, conduzido por uma rede de pesquisadores de instituições como a UFPA e o MPEG, não foca no mel convencional da abelha africana (Apis mellifera). O alvo são as espécies nativas da Amazônia, como a tiúba (Melipona fasciculata) e a uruçu-cinzenta (Melipona fasciculata), cujo mel possui características físico-químicas únicas. A meliponicultura Amazônia está deixando de ser uma atividade apenas extrativista para se tornar um pilar da bioeconomia medicinal. Diferente do mel comum, o mel das abelhas sem ferrão é mais fluido, menos doce e possui uma acidez natural elevada, fatores que, somados a compostos bioativos da flora amazônica, criam um ambiente hostil para patógenos. O mecanismo biológico da cura A ciência por trás do mel medicinal Pará revela um coquetel de defesa natural. As abelhas nativas sem ferrão mel produzem uma substância rica em peróxido de hidrogênio (um potente antisséptico) e flavonoides com ação anti-inflamatória. Quando aplicado em feridas, este mel forma uma barreira protetora que impede a infecção e estimula a regeneração dos tecidos. Pesquisadores da Fiocruz analisam como as enzimas presentes na saliva dessas abelhas, misturadas ao néctar de plantas medicinais da Amazônia, criam compostos que quebram o biofilme bacteriano – uma "armadura" que protege as bactérias e torna as infecções crônicas difíceis de tratar com medicamentos convencionais. [Imagem de apoio 1: Pesquisadora em laboratório analisando amostras de mel de abelhas nativas em placas de Petri.] Resultados clínicos preliminares são promissores. Em testes realizados com pacientes voluntários que apresentavam úlceras crônicas (como as decorrentes de diabetes), a aplicação compressiva de mel de tiúba resultou no fechamento completo das feridas em tempos significativamente menores que os tratamentos padrão, sem efeitos colaterais. A ciência valida o saber ancestral Este avanço científico não parte do zero. O uso medicinal do mel de meliponíneos é uma prática milenar entre povos indígenas e comunidades ribeirinhas da Amazônia. A pesquisa atual atua como uma ponte, aplicando rigor metodológico para validar e quantificar a eficácia de tratamentos que já curavam infecções de pele e inflamações de garganta há gerações. O INPA destaca que a composição do mel varia drasticamente de acordo com a espécie de abelha e a flora local. Por isso, a certificação de origem e o manejo sustentável são cruciais. Um mel colhido de uma colônia de tiúba que se alimentou de jaborandi terá propriedades diferentes de um colhido de uma colônia de jandaíra que visitou aroeiras. Esta validação científica abre portas para a integração do mel nativo no Sistema Único de Saúde (SUS) como fitoterápico, especialmente em regiões remotas onde o acesso a antibióticos é limitado. Além disso, atrai o interesse da indústria farmacêutica global, que busca novas moléculas para combater a crescente crise de resistência a antibióticos. Desafios da produção e sustentabilidade Apesar do potencial revolucionário, a produção de mel medicinal Pará enfrenta gargalos. As abelhas nativas sem ferrão produzem muito menos mel que as africanas (cerca de 1 a 3 litros por ano por colônia, contra até 40 litros das Apis). Isso torna o produto raro e de alto valor agregado, exigindo técnicas de manejo precisas para não esgotar as colônias. O IBAMA alerta que o aumento da demanda pode incentivar o extrativismo predatório. A solução reside no fortalecimento da meliponicultura Amazônia sustentável. Criar abelhas sem ferrão em caixas racionais, plantando espécies nativas ao redor, é a única forma de garantir produção constante e preservar a biodiversidade. [Imagem de apoio 2: Meliponicultor manejando caixas racionais de abelhas sem ferrão em um sistema agroflorestal.] A destruição de habitats é outra ameaça direta. Muitas espécies de abelhas sem ferrão nidificam exclusivamente em ocos de árvores centenárias. O desmatamento elimina não apenas a flora da qual elas se alimentam, mas seus locais de reprodução, colocando em risco a existência dessas operárias da saúde florestal. Bioeconomia e futuro da medicina amazônica O mel das abelhas nativas sem ferrão não é apenas um remédio, é um vetor de desenvolvimento sustentável. Fortalecer cadeias produtivas de mel medicinal Pará gera renda para comunidades locais, incentivando a conservação da floresta em pé. Um hectare de floresta preservada vale muito mais com a produção de mel medicinal e outros produtos da sociobiodiversidade do que convertido em pasto. A criação de laboratórios de certificação e controle de qualidade no Pará é fundamental para que esse mel chegue ao mercado farmacêutico com segurança e valor justo. O Imazon defende políticas públicas que desburocratizem a regularização da meliponicultura Amazônia e fomentem cooperativas de produtores. O futuro da medicina pode estar escondido em uma pequena caixa de abelhas no coração da floresta. Validar cientificamente o poder curativo do mel de abelhas nativas sem ferrão é um passo crucial para uma medicina mais integrada, sustentável e acessível, que reconhece e valoriza a sabedoria dos povos que coexistem com a Amazônia. O ouro da floresta é medicinal e precisa ser preservado. A cura para feridas resistentes não virá apenas de sínteses químicas, mas da inteligência biológica que a Amazônia aperfeiçoou ao longo de milhões de anos.

Abelhas nativas superam antibióticos em testes clínicos

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Noventa e nove por cento de eficácia. Este é o índice de inibição bacteriana registrado em laboratório pelo mel de abelhas nativas sem ferrão...

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O despertar de uma Amazônia urbana A imagem de uma Amazônia primitiva e intocada, onde pequenos grupos nômades caminhavam sob uma abóbada verde impenetrável, está...

Especialistas discutem atividade industrial sustentável e legalizada na Amazônia

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