
Nesta sexta-feira (16/8), a Estratégia Nacional de Economia de Impacto (Enimpacto) completa um ano desde sua reedição pelo Decreto nº 11.646 de 2023. Sob a liderança do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Governo Federal retomou o apoio à economia de impacto, beneficiando cerca de 2 mil negócios no último ano e destinando aproximadamente R$ 250 milhões para impulsionar essas iniciativas.
Entre os projetos contemplados, destacam-se o “Meu Pé de Árvore”, que oferece serviços voltados à regeneração e preservação ambiental por meio de reflorestamento e agroflorestas, e a startup alagoana “Amitis”, que criou uma cadeia de produção de alimentos com hortas hidropônicas sustentáveis para combater a fome.
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Inovação Solidária e Impacto Coletivo: Brasília Sedia o Grande Festival de Soluções Sociais e a 13ª Edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia SocialOs recursos para essas iniciativas foram captados de diversas fontes, incluindo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os programas RHAE e Centelha do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Programa Inova Bioma do Sebrae, e o Inovativa de Impacto.
Além disso, o MDIC lançou o Sistema Nacional de Economia de Impacto (Simpacto), que visa alinhar as legislações estaduais e municipais à Estratégia Nacional. Até agora, os estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Alagoas aderiram ao sistema. A meta é que, até 2032, todos os estados e o Distrito Federal estejam integrados ao Simpacto.
Nova plataforma online
Para celebrar o primeiro ano da reedição da Enimpacto, o MDIC lançou uma nova página no site do ministério, com informações sobre a Estratégia, economia de impacto, parcerias e outros conteúdos relacionados. A plataforma oferece um ambiente interativo e acessível, onde é possível encontrar orientações, documentos, legislações e notícias do setor.
Inovações e avanços
O novo decreto não só reativou a estratégia, mas também ampliou o conceito de “negócios de impacto” para “economia de impacto”, mudando o foco de nichos específicos para um modelo econômico que equilibra resultados financeiros com impactos sociais e ambientais positivos. Essa abordagem está alinhada com as diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB), que busca promover o desenvolvimento econômico e a transição energética do país.
Outra novidade é a ampliação do Comitê da Enimpacto, que agora conta com 52 membros, divididos igualmente entre órgãos públicos e organizações da sociedade civil. Esse comitê paritário tem fortalecido o diálogo entre os setores público, privado e civil, impulsionando o debate sobre a economia de impacto em diferentes esferas.
Crescimento da economia de impacto
A economia de impacto promove soluções para desafios sociais e ambientais, gerando inclusão, inovação e desenvolvimento econômico. Em 2023, esse setor movimentou cerca de R$ 18 bilhões em investimentos, com empreendimentos que favorecem a regeneração de recursos naturais e a inclusão de comunidades, contribuindo para um sistema econômico mais justo e sustentável.
Fonte: EBC
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