
A GNLink, empresa do Grupo Lorinvest que atua em distribuição de gás natural liquefeito (GNL) e comprimido (GNC), e a comercializadora paulista Migratio anunciaram um acordo de cooperação para viabilizar projetos de produção de biometano até 2025.
As duas companhias vão desenvolver, conjuntamente, operações verticalizadas no mercado – o que inclui desde a identificação de oportunidades para a captação de biogás nos segmentos agroindustriais ou em aterros sanitários até a produção do biometano em si, para comercialização na forma de GNL ou GNC.
A GNLink entra, no negócio, com sua expertise em distribuição de gás liquefeito e comprimido, enquanto a Migratio com sua rede de clientes e experiência na originação do biogás.
Leia também
Em Roraima, 36 famílias mantêm coleta de castanha enquanto torre e carbono protegem 14 mil hectares
Enguia-de-areia enterra 100% do corpo, deixa 1 cabeça na corrente e recua ao primeiro sinal de sombra
Plásticos escondem 10.726 substâncias sem avaliação e pressionam ciência por regras antes do próximo descarteO Grupo Migratio oferece serviços de comercialização, inteligência e soluções, com foco no mercado livre – além de atuar na estruturação e desenvolvimento de projetos para a geração de energia e amônia verde.
Migratio e GNLink também miram oportunidades no mercado de gás natural.
As duas companhias, de forma independente, possuem acordos com a Nimofast, para aquisição de gás importado a partir de 2025.
A GNLink assumiu um compromisso para compra de 2 milhões de m3/dia a partir do terminal paranaense, enquanto a Migratio mais 1 milhão de m³/dia de gás natural.
Gostou desta reportagem?
Marque Revista Amazônia como fonte preferencial e veja mais conteúdo nosso no Google.














