INPI abre curso gratuito de seis encontros online em novembro para ensinar pesquisadores a patentear invenções da bioeconomia

INPI abre curso gratuito de seis encontros online em novembro para ensinar pesquisadores a patentear invenções da bioeconomia
Foto: acervo

Formação do INPI reúne seis tardes de aulas com especialistas em propriedade intelectual para quem transforma recursos biológicos em tecnologia.

Quem desenvolve um produto a partir de um recurso biológico, seja um extrato, um processo de cultivo ou um bioinsumo, precisa decidir cedo como protegê-lo. Para ajudar nessa decisão, o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) realiza o curso “Patentes para Bioinovadores: Detalhes sobre Patentes de Tecnologias da Bioeconomia”, em seis encontros nos dias 3, 5, 10, 12, 15 e 19 de novembro de 2026, sempre das 14h às 17h.

A formação é voltada a pesquisadores, bioinovadores e profissionais da bioeconomia e é conduzida por professores especialistas em propriedade intelectual.

O que será ensinado

O objetivo declarado do curso é fortalecer as competências do público na proteção de suas invenções e no uso estratégico do sistema de patentes. A grade passa por pontos que costumam travar pedidos de pesquisadores iniciantes.

  • Proteção de tecnologias baseadas em recursos biológicos;
  • Requisitos de patenteabilidade;
  • Aspectos regulatórios;
  • Técnicas de busca e redação de pedidos de patente;
  • Estratégias para o depósito e a proteção de tecnologias no Brasil e no exterior.

Segundo o INPI, o curso reúne seis encontros entre 3 e 19 de novembro de 2026, com foco em patentes de tecnologias da bioeconomia.

Por que o tema pesa na Amazônia

A região concentra a maior biodiversidade do país, e boa parte das pesquisas locais parte de frutos, óleos, fibras, plantas medicinais e microrganismos. Transformar esse conhecimento em produto com valor de mercado exige, em geral, a proteção da invenção antes de qualquer divulgação pública.

É nesse ponto que entram os requisitos de patenteabilidade e a etapa de busca, que mostra se a ideia já existe em bases nacionais e internacionais. Universidades, institutos de pesquisa, startups e cooperativas da região que trabalham com bioeconomia estão entre os perfis que podem se beneficiar do conteúdo.

Outro tema da programação, os aspectos regulatórios, é especialmente sensível para tecnologias derivadas de recursos biológicos, já que esse tipo de invenção costuma envolver regras específicas além das exigências comuns de um pedido de patente.

Do laboratório ao depósito

O curso também aborda a redação do pedido, etapa em que muitas invenções perdem força por descrições incompletas ou reivindicações mal construídas. A estratégia de depósito, no Brasil e no exterior, completa o percurso para quem pretende levar a tecnologia a outros mercados.

Os encontros distribuídos em quase três semanas permitem que os participantes apliquem o conteúdo entre uma aula e outra, por exemplo realizando buscas sobre a própria invenção.

Serviço

  • Curso: Patentes para Bioinovadores: Detalhes sobre Patentes de Tecnologias da Bioeconomia;
  • Datas: 3, 5, 10, 12, 15 e 19 de novembro de 2026;
  • Horário: das 14h às 17h;
  • Inscrição: formulário de inscrição;
  • Dúvidas: [email protected].

Interessados devem fazer a inscrição pelo formulário antes do início das aulas, em 3 de novembro, e enviar eventuais perguntas ao e-mail do curso.

Tire suas dúvidas

Quando acontecem as aulas?

Nos dias 3, 5, 10, 12, 15 e 19 de novembro de 2026, das 14h às 17h.

Como faço para me inscrever?

Pelo formulário online divulgado pelo INPI, acessível no link do bloco Serviço.

A quem pedir esclarecimentos?

As dúvidas devem ser enviadas para [email protected].

Com informações de INPI.

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