
Na terça-feira (27), o Japão confirmou uma doação de 411 milhões de ienes (aproximadamente R$ 14 milhões) para o Fundo Amazônia, a maior iniciativa global de redução de emissões de desmatamento e degradação florestal (REDD+).
A formalização do contrato ocorreu na sede do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em Brasília, com a assinatura da Embaixada do Japão e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que administra o Fundo.
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Ladrilhos de plástico reciclado: inovação tecnológica reduz déficit habitacional e poluição na AmazôniaDesde o início do governo atual, em 2023, oito países, incluindo parceiros atuais e novos, expressaram a intenção de contribuir para o Fundo Amazônia, somando um total de R$ 3,9 bilhões.
Estiveram presentes na cerimônia de assinatura a ministra Marina Silva, o embaixador do Japão, Teiji Hayashi, o diretor de Planejamento e Estruturação de Projetos do BNDES, Nelson Barbosa, e o secretário de Ásia e Pacífico do Ministério das Relações Exteriores (MRE), embaixador Eduardo Saboia.
A ministra Marina Silva destacou que a doação é apenas o começo de futuras colaborações entre o Japão e o Brasil. O embaixador Hayashi afirmou que a transferência dos recursos será concluída até março e ressaltou o interesse do Japão em intensificar a cooperação com o Brasil em questões ambientais e climáticas.
Nelson Barbosa salientou que, com essa contribuição, o Japão se torna o primeiro país asiático a apoiar o Fundo, fortalecendo a parceria histórica entre os dois países. Atualmente, Noruega, Alemanha, Reino Unido, Suíça e Estados Unidos compõem o grupo de doadores internacionais.
O Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES em coordenação com o MMA, apoia projetos que estão em conformidade com o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), lançado em junho de 2023.
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