Fundo de Adaptação - resultados da busca

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edital

MMA abre edital para entidades implementadoras do Fundo de Adaptação Climática

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicou, nesta quinta-feira (19/12) , edital para seleção de duas instituições nacionais a receberem...
Divulgação - COP30

COP30 propõe nova rota global para limitar aquecimento a 1,5°C

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O rascunho da carta final da COP30 revela um esforço coletivo para recolocar o mundo na trilha de limitar o aquecimento global a 1,5°C...
COP30 - Divulgação

Declaração de Belém une ação climática à luta contra a fome e a pobreza

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Documento firmado por 43 países e a União Europeia propõe novo paradigma global que conecta justiça social, segurança alimentar e transição climática Em um movimento...
financiamento

Brics cobra US$ 1,3 trilhão em financiamento climático até a COP30

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Os países do Brics publicaram nesta segunda-feira (7) uma declaração conjunta em que cobram os países mais ricos a ampliarem a participação nas metas...
Alexandre Vidal / Flamengo

O futebol e o clima: um jogo que ameaça sair do controle

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A Copa do Mundo de 2026, marcada para os Estados Unidos, Canadá e México, pode ser lembrada não apenas pelo espetáculo esportivo, mas como...
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nos bastidores da reta final da COP30: o que está em jogo

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Entrando em sua fase mais crítica, a COP30 em Belém se transforma em um tabuleiro onde ministros, negociadores e observadores mobilizam-se intensamente para traduzir...
Tânia Rêgo/Agência Brasil

COP30 acelera decisões e lança força-tarefa inédita

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A COP30 entrou em sua fase mais intensa em Belém com o anúncio de uma força-tarefa destinada a acelerar decisões e evitar o famoso...
Bonn

Impasse em Bonn, a justiça climática mantida refém pelos países ricos

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A 62ª sessão dos Órgãos Subsidiários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), realizada em Bonn, na Alemanha, deveria ter sido...
Reprodução

Federalismo climático sob ataque na era da inteligência artificial

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A boiada da IA e o preço climático do desenvolvimento digital O Brasil entrou de vez na corrida global para atrair infraestruturas de inteligência artificial....
Close-up de um pedaço de salmão fresco, mostrando sua textura e cor laranja avermelhada.

Descoberto no salmão: um ser vivo que não respira oxigênio nem possui mitocôndrias

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Uma descoberta digna de ficção científica está intrigando a comunidade científica e remodelando a forma como se compreende a vida animal. Pesquisadores israelenses identificaram...
ranking

Ranking das 50 cidades mais sustentáveis do Brasil em 2024

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Resposta direta: o ranking das cidades mais sustentáveis do Brasil, publicado anualmente pelo programa Cidades Sustentáveis (da Rede Nossa São Paulo e do Instituto...
furacões

Finaliza a temporada de furacões mais arrasadoras e impactantes no Atlântico

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  A temporada anual de furacões no Atlântico chegou ao fim neste sábado, 30 de novembro, deixando um rastro de destruição e perdas devastadoras. Durante...

Brasil quer destravar US$ 10 bilhões de fundos verdes

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Coordenadora da Trilha de Finanças da atual gestão do G20, a embaixadora Tatiana Rosito, que é secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda,...
A conferência em Belém consolida avanços políticos e técnicos. Ela projeta a liderança brasileira e inaugura um mutirão global contra as mudanças climáticas

Pacote de Belém

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A conferência em Belém consolida avanços políticos e técnicos. Ela projeta a liderança brasileira e inaugura um mutirão global contra as mudanças climáticas ☆ Fundo...
Divulgação SBN

SBN ganham espaço nas políticas urbanas brasileiras

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SBN: quando natureza se torna infraestrutura estratégica Soluções Baseadas na Natureza, conhecidas pela sigla SBN, deixaram de ser conceito acadêmico para ocupar o centro das...
Embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30… - Veja mais em https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/reuters/2025/10/29/brasil-planeja-pacote-financeiro-da-cop30-para-adaptacao-climatica.htm?cmpid=copiaecola

Brasil quer fazer da COP30 a “COP da adaptação” e busca acordo global para...

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Enquanto o mundo se aproxima da COP30 em Belém, marcada para novembro, o Brasil pretende sair da conferência com algo mais do que discursos:...
Foto: Vitor Vasconcelos

Brasil lança Plano Clima para reduzir emissões e atrair investimentos verdes

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Brasil publica Plano Clima como roteiro para economia de baixo carbono Num momento em que enchentes recordes, secas persistentes e ondas de calor extremo se...
Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

Governo lança Plano clima com meta de cortar até 67% das emissões até 2035

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O governo federal oficializou nesta segunda-feira, em Brasília, o lançamento do Plano clima, o documento estratégico que servirá como bússola para o Estado e...
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Legado de Belém: COP30 consolida roteiro para a implementação climática global

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Relatório da COP30 consolida 56 decisões para guiar a economia global Quatro meses após o encerramento da histórica conferência em solo amazônico, a presidência da...
Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce há milhões de anos. A arraia de água doce amazônica pertence ao gênero Potamotrygon e se destaca não apenas pela sua forma circular elegante mas também por uma adaptação evolutiva impressionante que a torna uma mestra do disfarce no leito dos rios arenosos. Este peixe cartilaginoso possui a capacidade única de se enterrar parcialmente na areia tornando-se praticamente invisível aos olhos de predadores e presas um fenômeno que a ciência reconhece como parte fundamental de sua biologia de sobrevivência. A arraia camuflagem rio areia é um espetáculo de adaptação. A coloração dorsal desses animais geralmente em tons de marrom cinza ou bege com padrões de manchas ou ocelos imita com precisão o fundo do rio. Ao agitar as bordas do seu corpo discóide a arraia levanta uma nuvem de sedimentos que ao assentar a cobre quase por completo deixando apenas os olhos protuberantes e os espiráculos visíveis. Essa estratégia passiva de caça permite que ela capture pequenos peixes crustáceos e moluscos que se aproximam sem notar sua presença mantendo o equilíbrio ecológico do fundo do rio. No entanto a característica mais notória e frequentemente temida deste animal está localizada em sua extremidade posterior. Ao contrário do que muitos pensam o mecanismo de defesa da arraia água doce Amazônia ferrão não se situa na ponta da cauda como um chicote. O ferrão venenoso encontra-se na verdade na porção dorsal e média da cauda uma área musculosa e robusta. Dependendo da espécie e do tamanho do animal este aguilhão pode variar de alguns centímetros até dimensões consideráveis sendo composto por dentina um material extremamente duro e resistente similar ao dente dos vertebrados. O ferrão da Potamotrygon acidente rio é uma peça de engenharia biológica sofisticada. Ele possui serrilhas laterais voltadas para trás o que facilita a penetração na pele mas dificulta imensamente a sua remoção podendo causar lacerações graves. Coberto por um tecido epitelial o ferrão libera um veneno de natureza proteica quando esse tecido é rompido durante o impacto. Estudos indicam que este veneno é complexo contendo enzimas e toxinas que provocam dor intensa e imediata necrose localizada e inflamação severa no local atingido. A ciência reconhece que a dor relatada em acidentes com arraias é uma das mais lancinantes conhecidas na medicina toxicológica mas é importante ressaltar que o objetivo principal desse veneno é a defesa contra predadores grandes e não a agressão gratuita. A coexistência entre as comunidades ribeirinhas e esses animais é ancestral. Nas praias e remansos dos rios amazônicos onde as arraias preferem ficar para descansar ou caçar os habitantes locais desenvolveram técnicas específicas para evitar acidentes. O "passo do nissei" ou o ato de arrastar os pés na areia em vez de levantá-los é uma prática comum e eficaz. Ao arrastar o pé a pessoa toca suavemente na borda da arraia que assustada geralmente foge rapidamente. O acidente ocorre quando se pisa diretamente no centro do disco do animal pressionando-o contra o fundo o que aciona o reflexo de defesa e o chicoteamento da cauda para cima e para frente cravando o ferrão no pé ou no tornozelo do banhista. Compreender a biologia da arraia de água doce amazônica é fundamental para a conservação e para a segurança de todos que vivem ou visitam a região. Elas são componentes vitais do ecossistema amazônico ocupando nichos importantes na cadeia alimentar. Em vez de temê-las devemos respeitar o seu habitat. Ao entrar em um rio amazônico especialmente durante a estação seca quando as praias se formam o cuidado deve ser redobrado. Evitar áreas de águas muito rasas e paradas em praias isoladas ao amanhecer ou ao anoitecer períodos de maior atividade do animal e usar calçados adequados quando possível são medidas que reduzem drasticamente o risco de acidentes. A educação ambiental é a chave para uma convivência harmoniosa valorizando a biodiversidade sem comprometer o bem-estar humano. Respeitar o espaço do outro seja ele humano ou animal é o primeiro passo para garantir que os rios da Amazônia continuem sendo fontes de vida e beleza para todas as gerações. BOX LATERAL O que fazer em caso de acidente | Se ocorrer um ferrada a primeira medida é manter a calma e sair da água. Mergulhar o local atingido em água quente mas suportável por 30 a 90 minutos ajuda a desativar as proteínas do veneno aliviando a dor. Não faça torniquetes ou cortes na ferida. Procure atendimento médico imediatamente para a remoção segura de possíveis fragmentos do ferrão limpeza e medicação adequada prevenindo infecções secundárias.

Como a arraia de água doce amazônica domina a camuflagem na areia dos rios...

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Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce...

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