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Foto: Senai

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Engenheiros da Georgia Tech criam parede sonora para elefantes africanos, e animais do Zoo Atlanta adotam a estrutura como enriquecimento

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Parede sonora criada pela Georgia Tech em parceria com o Zoo Atlanta oferece enriquecimento ambiental e atrai elefantes africanos para interações.
Vivo assume papel de guardiã da Amazônia com compromisso de 30 anos

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Edital cultural da Vale oferece 30 milhões para impulsionar a economia criativa em todo o Brasil

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Restaurar terras degradadas pode custar US$ 2,1 trilhões e expõe a conta desigual da crise climática

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A recuperação de até 1 bilhão de hectares degradados pode exigir entre US$ 311 bilhões e US$ 2,1 trilhões em dez anos. A diferença de custos entre técnicas e países revela um problema de financiamento e justiça climática.
A estudante mineira Júlia Bonitese, de apenas 13 anos, foi convidada oficialmente a participar da COP-30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém (PA). Júlia participará do painel “Diálogo Intergeracional de Alto Nível sobre Crianças e Clima”, dia 17 de novembro, dentro da Zona Azul, área reservada a embaixadores, autoridades e líderes globais — o que faz de sua presença um marco histórico para a representatividade infantojuvenil brasileira no debate climático internacional. Fundadora do projeto Pequenos Protetores do Planeta (@projeto.ppp), Júlia atua desde os 8 anos como ativista ambiental e defensora dos direitos de crianças e adolescentes na agenda climática. É Embaixadora da Justiça Climática pela Plant-for-the-Planet Brasil, consultora da organização internacional Child Rights Connect, ligada à ONU, e membro da Rede Primeira Infância de Minas Gerais. Em seu projeto, ela promove ações presenciais de educação ambiental, como palestras, plantios e campanhas, além de conduzir o programa “Papo Natural”, em que entrevista especialistas no YouTube sobre temas como preservação, sustentabilidade e participação cidadã. Júlia também é presença constante em fóruns e câmaras legislativas, defendendo o direito de voz das crianças. Dentre essas participações, atuou na elaboração e apresentação da “Declaração das Juventudes de Belo Horizonte pelo Clima” na Câmara Municipal, junto à LCOY, e compôs a mesa de debates no evento nacional “Crianças e Jovens Rumo à COP-30”, em Brasília. Reconhecida como uma das principais vozes da juventude ambiental no país, Júlia já recebeu dois prêmios nacionais e um internacional: foi a primeira criança agraciada com o Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade, o mais importante do Brasil na área, e recebeu o título de Embaixadora Regional da América Latina e Caribe pela Plant-for-the-Planet Global. Em 2024, representou o Brasil no ICLEI World Congress, onde encerrou o evento diante de centenas de líderes políticos mundiais. Na COP-30, Júlia apresentará uma fala voltada à educação ambiental, à redução das desigualdades e à responsabilidade compartilhada entre governos, empresas e cidadãos. Sua mensagem principal destaca o protagonismo das crianças e jovens como agentes de mudança, não apenas vítimas da crise climática. “Meu sonho é que as decisões sobre o clima também considerem a voz das crianças. Somos nós que viveremos as consequências do que está sendo decidido agora”, diz Júlia. A escola tem papel central na rotina e na visão de mundo de Júlia que, além de se dedicar prioritariamente aos estudos, vê na educação ambiental parte essencial da formação de crianças e adolescentes. Para ela, é por meio da escola que o conhecimento se transforma em consciência e ação. Ao conciliar os estudos com projetos e eventos socioambientais, demonstra que aprender e agir podem caminhar juntos, sem abrir mão das experiências próprias da infância. Mesmo reconhecida por sua atuação em projetos e eventos de relevância global, Júlia diz que o projeto deve ser de muitos, e ressalta que gostaria muito de expandi-lo a mais crianças e jovens e a mais territórios pois, para ela, ampliar o acesso ao conhecimento é o caminho para transformar o mundo. “É preciso conhecer para desejar proteger — esse é o lema do meu projeto. E por isso eu desejo chegar a mais e mais crianças e jovens a cada dia, para que eles tenham a chance de conhecer os problemas climáticos e se identificarem como solução. Juntos somos força!”, afirma. Com atividades desenvolvidas de forma independente e sem apoio corporativo, Júlia sente por não conseguir expandir suas ações presenciais e também o programa Papo Natural. “Tudo tem um custo e nem sempre dá pra fazer tudo o que eu planejo. O Papo Natural está parado por causa dos gastos com estúdio e edição, mas o projeto tem muito potencial. Nele eu dou voz a outras crianças e levo conhecimento sem fronteiras. É só entrar no YouTube”, explica.

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Amazônia terá o maior aquário de água doce de todo o planeta

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Entre redes, plástico e calor: A corrida pela sobrevivência das tartarugas no Brasil

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O voo da ararinha azul que desafia a extinção no sertão

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A última ararinha-azul selvagem desapareceu do horizonte brasileiro no ano de 2000, deixando para trás um vazio ecológico que muitos cientistas acreditaram ser irreversível...
Railson Wallace

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A bioeconomia voltou ao centro da agenda científica brasileira com o lançamento de uma nova chamada pública articulada entre a FAPESP  a Fapeam. A...
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O segredo da engenharia: como o Aquário de Manaus vai vencer o desnível do Centro Histórico O desafio de transformar a geografia em atração turística O...
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O Prêmio Pacto Contra a Fome 2026 recebe inscrições até 7 de julho e premia com R$ 100 mil iniciativas de segurança alimentar; Parque de Bioeconomia da Amazônia é parceiro.
Zoológicos dos Estados Unidos e do mundo inovam com construções de hotéis de luxo dentro de habitats da savana africana para financiar a conservação global

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Zoológicos ao redor do mundo estão passando por uma transformação radical, deixando de ser apenas locais de exibição de animais para se tornarem centros...
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Manaus está prestes a transformar sua paisagem urbana com um projeto que pode redefinir o conceito de cidade na Amazônia ao conectar áreas de...
Mulheres da Amazônia Lideram Luta Contra Crise Climática e Fome

Mulheres da Amazônia Lideram Luta Contra Crise Climática e Fome

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Divulgação - Fapespa

Artesanato florestal no Pará transforma saberes tradicionais em bioeconomia sustentável

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Na região nordeste do Pará, um projeto sustentável inovador vem ressignificando a relação entre floresta e economia local. Cipós, frutos, sementes e madeiras que...
Economia circular e inteligência artificial transformam a produção quilombola em Santarém através de parceria entre universidades brasileiras e do Reino Unido.

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