
A Vivo anunciou nesta terça-feira, durante o Encontro Futuro Vivo, que irá regenerar e proteger terras na Amazônia pelos próximos 30 anos. A iniciativa, batizada de Projeto Futuro Vivo – também chamada de Floresta Futuro Vivo – abrange cerca de 800 hectares localizados no leste do Maranhão e no Pará.
Com ambição de plantar mais de 900 mil árvores até 2027, o projeto busca envolver as comunidades locais não apenas como beneficiárias, mas como protagonistas no processo, integrando conservação ambiental e desenvolvimento econômico regional.

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O segredo térmico do bico do tucano uma engenharia biológica para sobreviver ao calor abafado da AmazôniaChristian Gebara, CEO da Vivo, enfatizou o tamanho e a importância da iniciativa, destacando que se trata de “talvez o maior projeto de uma empresa brasileira, em 30 anos, cuidando de uma área desse tamanho na floresta amazônica”. Ele também resgatou uma reflexão do líder indígena Ailton Krenak: “O futuro é ancestral e precisamos aprender a pisar suavemente na terra”, afirmando a urgência de repensar a atuação de empresas em contextos socioambientais críticos.
Além do plantio, o projeto prevê ações de proteção à biodiversidade, fortalecimento das comunidades locais e estratégias para reconectar fragmentos da floresta, sobretudo em regiões que abrigam espécies como o macaco-caiarara, um dos primatas mais ameaçados do mundo.
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