
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está impulsionando R$ 8 bilhões em crédito destinado a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), assim como aos microempreendedores individuais (MEIs), através do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI PEAC). A partir deste mês de abril, os agentes financeiros já estão autorizados a conceder garantias por meio deste programa.
Essa iniciativa tornou-se viável após o BNDES, que gerencia o FGI PEAC, implementar modificações na distribuição de recursos do programa, que possui um caráter anticíclico e tem sido eficaz na mitigação dos impactos da crise de crédito. Uma nova abordagem na alocação dos recursos para os agentes financeiros possibilitou uma distribuição mais ágil e eficaz dos recursos, mantendo a inadimplência abaixo das expectativas para o perfil da carteira garantida. Além disso, os recursos adicionais que permitem essa ampliação não exigiram aportes do Tesouro Nacional.
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Antas engoliram sementes em uma área degradada da Amazônia e devolveram ao solo plantas que germinaram mais rápido do que as preparadas à mão“Com mais recursos garantidos pelo FGI PEAC, o BNDES está facilitando o acesso ao crédito para micro, pequenas e médias empresas, as quais desempenham um papel crucial na economia nacional e na criação de emprego e renda”, destaca o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Essas medidas seguem as alterações implementadas em 2023 e contribuem para democratizar o acesso ao crédito, ampliando o número de beneficiários e envolvendo cada vez mais empresas de menor porte. Esta abordagem permitiu que, somente no segundo trimestre de 2023, fossem viabilizados R$ 21 bilhões em créditos garantidos pelo FGI PEAC. Ao longo de 2023, o total de empréstimos alcançou R$ 42 bilhões.
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