×
Próxima ▸
Um famoso apresentador de TV abriu mão de uma propriedade…

Um pescador saiu para pegar carpas e acabou lutando por mais de 20 minutos com um peixe de mais de 100 kg; na noite seguinte voltou ao mesmo ponto e bateu o próprio recorde com outro gigante de cerca de 120 kg, na França

Pescador ao lado de siluro gigante capturado perto de Chinon na França
Ilustração. Homem ajoelhado à beira do rio exibe um dos dois siluros de mais de 2,60 metros fisgados em noites seguidas enquanto mirava carpas com isca natural e vara curta.

À beira d’água perto de Chinon, em Indre-et-Loire, o detector soou no escuro e a vara de sete pés arqueou com uma força que não batia com a carpa procurada há dias, obrigando o pescador a repensar em segundos tudo o que sabia sobre o trecho da Vienne onde costumava montar o acampamento.

A briga durou mais de vinte minutos até a superfície entregar um siluro de mais de 2,60 metros e acima de 100 quilos, fisgado com isca natural em equipamento que não fora pensado para aquele porte e que só não cedeu graças ao controle paciente de quem já havia perdido peixes grandes por pressa.

Na noite seguinte o mesmo homem voltou ao trecho ainda de olho nas carpas e repetiu o impossível: outro siluro, agora de 2,65 metros, estimado em cerca de 120 quilos, subiu depois de nova luta e cravou o recorde pessoal em sequência rara de monstro de água doce que poucos pescadores de carpa imaginam encontrar duas vezes seguidas.

A primeira noite e o peixe que não era carpa

A saída de vários dias tinha alvo claro e iscas naturais preparadas para carpa, com a rotina de quem conhece os horários de alimentação e os pontos de fundo onde esses peixes circulam quando a temperatura da água oscila entre o fim do verão e o começo do outono europeu.

Quando o alarme disparou, o pescador já sentiu na mão que o peso e a corrida eram de outra espécie, porque a carpa costuma testar a linha com investidas laterais e pausas, enquanto aquele animal puxava em linha reta com a teimosia de quem habita o fundo há décadas.

Só depois do desgaste longo a lanterna mostrou o corpo alongado do siluro, confirmando que o rio tinha trocado o cardápio sem aviso e entregue um predador que muitos consideram quase mítico nas águas calmas do centro da França.

O siluro europeu, ou Silurus glanis, cresce sem os limites rígidos de outras espécies de água doce e pode ultrapassar os dois metros e meio quando encontra comida abundante, abrigo e pouca pressão de pesca seletiva, exatamente o cenário que a Vienne ainda oferece em trechos menos frequentados perto de Chinon.

O siluro europeu, ou Silurus glanis, cresce sem os limites rígidos de outras espécies de água doce e pode ultrapassar os dois metros e meio quando encontra comida abundante, abrigo e pouca pressão de pesca seletiva, exatamente o cenário que a Vienne ainda oferece em trechos menos frequentados perto de Chinon.

Gostou desta reportagem?

Marque Revista Amazônia como fonte preferencial e veja mais conteúdo nosso no Google.

Gostou desta reportagem?
Siga a Revista Amazônia no Google News

⭐ SEGUIR AGORA