
Em plena Semana do Clima de Londres, o Reino Unido enfrentou um de seus junhos mais quentes já registrados, num episódio que, para especialistas, escancara o despreparo das cidades diante do “novo normal” do clima. O alerta foi destacado pelo Observatório do Clima, que tratou o calor extremo na capital britânica como retrato de uma crise que deixou de ser distante.
Recordes de calor no Reino Unido
Uma segunda onda de calor teve início em 19 de junho e levou o país a bater marcas históricas. Em 26 de junho, foram registrados 36,9°C em Wattisham, o dia mais quente já medido em um mês de junho no Reino Unido, superando os 35,6°C de 1957. Ainda em 2026, durante a primeira onda, Londres havia chegado a 34,8°C em Kew Gardens, recorde para o mês de maio no país.
O “novo normal” do calor extremo
Segundo o Observatório do Clima, episódios assim tendem a se repetir com mais frequência e intensidade à medida que o aquecimento global avança, e expõem a fragilidade de cidades que não foram planejadas para temperaturas tão altas. A infraestrutura urbana, de transportes a moradias, sente o impacto de um calor que, até pouco tempo, era considerado excepcional.
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Soberano do dossel usa supervisão oito vezes mais potente que a humana para quebrar camuflagem de presas na AmazôniaO episódio britânico serve de alerta também para o Brasil e a Amazônia, onde ondas de calor, secas e eventos extremos já pressionam populações e ecossistemas. A discussão reforça a urgência de adaptação climática nas cidades e de corte das emissões que aquecem o planeta.
Perguntas frequentes
Qual foi o recorde de calor no Reino Unido em junho de 2026?
36,9°C, medidos em Wattisham no dia 26 de junho, o maior valor já registrado para o mês de junho no país, segundo dados meteorológicos britânicos.
Pauta a partir de publicação do Observatório do Clima.
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