educação ambiental - resultados da busca

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Foto: Bruno Cecim / Ag.Pará

Pará apresenta ao mundo o poder climático das árvores gigantes

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O Pará levou ao mundo, na COP30, uma mensagem poderosa sobre o papel das árvores gigantes e das áreas protegidas na proteção do clima...
FOTOS: José Narbaes/Ipaam

A memória da fumaça: como a crise de 2023 impulsionou a nova estratégia de...

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As cinzas que cobriram Manaus em 2023 não apenas turvaram o céu, mas também deixaram uma marca profunda na consciência coletiva e na política...
Fotos: André Cavalcante

Cultura periférica mobiliza juventudes pela Amazônia de Pé

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No coração de Manaus, becos, praças, universidades e escolas se transformaram em palcos para um encontro entre cultura periférica e luta socioambiental. Entre os...
Foto: Daniel Marques

Primeira evidência de microplásticos no estômago de macacos arborícolas acende alerta na Amazônia

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Uma descoberta chocante emergiu da floresta amazônica: pesquisadores do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá identificaram fibras de microplástico no estômago de guaribas-vermelhos (Alouatta juara),...
Foto: ascom Codec

Pará integra desenvolvimento econômico, clima e produção rural em nova estratégia

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Um novo ciclo de desenvolvimento ganha forma nos municípios paraenses O Pará inicia 2026 com uma estratégia mais integrada para impulsionar o desenvolvimento econômico em...
Foto: Gestão Ambiental BR-285/RS/SC-STE

Corredores de fauna: caminhos seguros onde a vida silvestre pede passagem

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Nas margens de rodovias e ferrovias que cortam o Brasil, há estruturas discretas, mas vitais para o equilíbrio ecológico. São os corredores de fauna,...

Itacoã-Miri recebe Sistema Agroflorestal em iniciativa da ANOREG/PA

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No coração do município do Acará, nordeste do Pará, a comunidade quilombola de Itacoã-Miri deu início a um projeto que une reflorestamento, justiça social...

Parque do Utinga fecha no domingo e abre no feriado do Círio

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Nos dias do Círio de Nazaré de 2025, o Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna, em Belém, terá funcionamento alterado para acomodar a intensa...
Foto: Juliana Pesqueira/ Amazônia Real

A cura dos igarapés: como o saneamento inteligente tenta resgatar a saúde da Amazônia

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O resgate da dignidade: saneamento sob o asfalto e as águas A Amazônia Legal enfrenta hoje as cicatrizes de um crescimento populacional que ignorou o...

Descubra como a presença do gambá nos centros urbanos ajuda no controle de pragas...

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O gambá é o único marsupial das Américas capaz de consumir até quatro mil carrapatos em uma única semana, atuando como uma barreira biológica...
Foto: Fernando Donasci/MMA

Pavilhão Brasil na COP30 promove diálogo nacional sobre ação climática

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No coração do Parque da Cidade de Belém, o Pavilhão Brasil foi oficialmente inaugurado nesta segunda-feira (10), marcando o início de uma intensa programação...
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Estação Central da COP leva mudanças climáticas à sala de aula

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Às vésperas da COP30, marcar presença no ambiente educacional tornou-se estratégia essencial — e o Observatório do Clima (OC) embarca nessa missão com o...
Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce há milhões de anos. A arraia de água doce amazônica pertence ao gênero Potamotrygon e se destaca não apenas pela sua forma circular elegante mas também por uma adaptação evolutiva impressionante que a torna uma mestra do disfarce no leito dos rios arenosos. Este peixe cartilaginoso possui a capacidade única de se enterrar parcialmente na areia tornando-se praticamente invisível aos olhos de predadores e presas um fenômeno que a ciência reconhece como parte fundamental de sua biologia de sobrevivência. A arraia camuflagem rio areia é um espetáculo de adaptação. A coloração dorsal desses animais geralmente em tons de marrom cinza ou bege com padrões de manchas ou ocelos imita com precisão o fundo do rio. Ao agitar as bordas do seu corpo discóide a arraia levanta uma nuvem de sedimentos que ao assentar a cobre quase por completo deixando apenas os olhos protuberantes e os espiráculos visíveis. Essa estratégia passiva de caça permite que ela capture pequenos peixes crustáceos e moluscos que se aproximam sem notar sua presença mantendo o equilíbrio ecológico do fundo do rio. No entanto a característica mais notória e frequentemente temida deste animal está localizada em sua extremidade posterior. Ao contrário do que muitos pensam o mecanismo de defesa da arraia água doce Amazônia ferrão não se situa na ponta da cauda como um chicote. O ferrão venenoso encontra-se na verdade na porção dorsal e média da cauda uma área musculosa e robusta. Dependendo da espécie e do tamanho do animal este aguilhão pode variar de alguns centímetros até dimensões consideráveis sendo composto por dentina um material extremamente duro e resistente similar ao dente dos vertebrados. O ferrão da Potamotrygon acidente rio é uma peça de engenharia biológica sofisticada. Ele possui serrilhas laterais voltadas para trás o que facilita a penetração na pele mas dificulta imensamente a sua remoção podendo causar lacerações graves. Coberto por um tecido epitelial o ferrão libera um veneno de natureza proteica quando esse tecido é rompido durante o impacto. Estudos indicam que este veneno é complexo contendo enzimas e toxinas que provocam dor intensa e imediata necrose localizada e inflamação severa no local atingido. A ciência reconhece que a dor relatada em acidentes com arraias é uma das mais lancinantes conhecidas na medicina toxicológica mas é importante ressaltar que o objetivo principal desse veneno é a defesa contra predadores grandes e não a agressão gratuita. A coexistência entre as comunidades ribeirinhas e esses animais é ancestral. Nas praias e remansos dos rios amazônicos onde as arraias preferem ficar para descansar ou caçar os habitantes locais desenvolveram técnicas específicas para evitar acidentes. O "passo do nissei" ou o ato de arrastar os pés na areia em vez de levantá-los é uma prática comum e eficaz. Ao arrastar o pé a pessoa toca suavemente na borda da arraia que assustada geralmente foge rapidamente. O acidente ocorre quando se pisa diretamente no centro do disco do animal pressionando-o contra o fundo o que aciona o reflexo de defesa e o chicoteamento da cauda para cima e para frente cravando o ferrão no pé ou no tornozelo do banhista. Compreender a biologia da arraia de água doce amazônica é fundamental para a conservação e para a segurança de todos que vivem ou visitam a região. Elas são componentes vitais do ecossistema amazônico ocupando nichos importantes na cadeia alimentar. Em vez de temê-las devemos respeitar o seu habitat. Ao entrar em um rio amazônico especialmente durante a estação seca quando as praias se formam o cuidado deve ser redobrado. Evitar áreas de águas muito rasas e paradas em praias isoladas ao amanhecer ou ao anoitecer períodos de maior atividade do animal e usar calçados adequados quando possível são medidas que reduzem drasticamente o risco de acidentes. A educação ambiental é a chave para uma convivência harmoniosa valorizando a biodiversidade sem comprometer o bem-estar humano. Respeitar o espaço do outro seja ele humano ou animal é o primeiro passo para garantir que os rios da Amazônia continuem sendo fontes de vida e beleza para todas as gerações. BOX LATERAL O que fazer em caso de acidente | Se ocorrer um ferrada a primeira medida é manter a calma e sair da água. Mergulhar o local atingido em água quente mas suportável por 30 a 90 minutos ajuda a desativar as proteínas do veneno aliviando a dor. Não faça torniquetes ou cortes na ferida. Procure atendimento médico imediatamente para a remoção segura de possíveis fragmentos do ferrão limpeza e medicação adequada prevenindo infecções secundárias.

Como a arraia de água doce amazônica domina a camuflagem na areia dos rios...

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São Paulo sob a fuligem das queimadas - foto: Paulo Pinto Agência

Cetesb suspendeu por 30 dias todas as autorizações de queima controlada em São Paulo.

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A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) decidiu suspender, por 30 dias, todas as autorizações para queimas controladas no território paulista. A...
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Cobre, o metal que lidera a transformação sustentável na indústria

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O Brasil gera cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos por ano, segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública...
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Cajueiro de Pirangi ganha proteção integral como monumento natural

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Um gigante da natureza finalmente protegido por lei Na praia de Pirangi do Norte, em Parnamirim, no litoral do Rio Grande do Norte, um símbolo...
Foto: Ag. Pará

Reciclagem nas escolas públicas impulsiona renda e cidadania

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Reciclagem como motor de transformação social nas escolas públicas A reciclagem deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ocupar um espaço estratégico...
Tânia Rêgo/Agência Brasil

COP das Baixadas leva o debate climático às periferias do Pará

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A COP das Baixadas nasceu para enfrentar um paradoxo que atravessa o debate climático: quem mais sente os efeitos das mudanças do clima é,...

Prioridades dos Governadores da Amazônia a um Ano da COP30

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  Na primeira reunião do ano, os governadores do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal (CAL) delinearam suas metas e prioridades para 2024,...
FOTOS: Arquivo/Ipaam

Ipaam abre cadastro para doação de bens apreendidos em fiscalizações ambientais

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Fiscalização ambiental transforma apreensões em política pública de interesse coletivo O fortalecimento da fiscalização ambiental no Brasil tem avançado para além da repressão a crimes...

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