bioeconomia - resultados da busca

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Com o objetivo de promover a sustentabilidade, o HUB do Banco do Brasil libera R$ 1,5 bilhão para projetos de bioeconomia na Amazônia.

Hub Financeiro do BB para apoiar a bioeconomia na Amazônia já soma R$ 1,5...

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O Banco do Brasil anunciou que ultrapassou R$ 1,5 bilhão em saldo de financiamentos voltados para a bioeconomia na região da Amazônia legal. Os...
PCT Guamá reúne 400 pesquisadores para transformar bioativos amazônicos em produtos de mercado

PCT Guamá reúne 400 pesquisadores para transformar bioativos amazônicos em produtos de mercado

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O Parque de Ciência e Tecnologia Guamá conecta mais de 400 pesquisadores a empresas e laboratórios para desenvolver produtos a partir de bioativos amazônicos. Localizado em Área de Proteção Ambiental no Pará, o ecossistema alia conhecimento tradicional à inovação tecnológica, transformando a riqueza da biodiversidade em oportunidades econômicas sustentáveis.
RootCamp abre inscrições para programa gratuito de aceleração AgTech

RootCamp abre inscrições para programa gratuito de aceleração AgTech

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O RootCamp Innovation Hub, hub alemão focado em AgTech e bioeconomia, abriu inscrições para seu programa de aceleração 2026. A iniciativa é gratuita, não exige participação acionária e pode resultar em projetos piloto de até 12 meses com empresas do setor agrícola. Candidaturas vão até 24 de abril.
Complexidades na Amazônia e desafios da Bioeconomia

Complexidades na Amazônia e desafios da Bioeconomia

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Pela primeira vez, governos e a sociedade civil dos oito países amazônicos estão unidos em um processo integrado e convergente de diálogo. O objetivo...
Empreendedores da bioeconomia se encontram em Belém para o 1º Bioeconomy Amazon Summit

Empreendedores da bioeconomia se encontram em Belém para o 1º Bioeconomy Amazon Summit

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  Belém, capital paraense e palco da COP30, receberá a primeira edição do Bioeconomy Amazon Summit (BAS) no dia 1º de agosto. O evento, promovido...
Marina Inaugura Centro de Bioeconomia e Sedes do ICMBio e SFB em Santarém

Marina Inaugura Centro de Bioeconomia e Sedes do ICMBio e SFB em Santarém

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Na sexta-feira (19/7), a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, esteve em Santarém (PA) acompanhada pelas ministras da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da...
Divulgação

“Vozes que EcoAm”: a Amazônia fala para o mundo na COP30

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Quando o mundo volta seus olhos para a Amazônia, é comum pensar num bloco homogêneo, em uma floresta única, uniforme, que responde da mesma...
Foto: Bruno Cecim / Ag.Pará

Mulheres transformam a Amazônia com empreendedorismo sustentável

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O avanço da bioeconomia no Pará tem revelado um movimento cada vez mais visível: mulheres de comunidades tradicionais assumindo o protagonismo da transformação econômica...
Bioeconomia na Amazônia será enfatizada no festival SXSW 2024

Bioeconomia na Amazônia será enfatizada no festival SXSW 2024

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  Austin, nos Estados Unidos, será o palco do South by Southwest (SXSW) 2024, um dos maiores festivais de inovação e criatividade do mundo, que...
Embrapa Amazônia Ocidental

Embrapa Amazônia Ocidental Lidera Projeto Que Explora a Sinergia entre Cooperativismo e Bioeconomia local

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  Um esforço conjunto liderado pela Embrapa Amazônia Ocidental, intitulado “Cooperativismo: Desafios e Oportunidades para a Consolidação de uma Sociedade Bioeconômica e Sustentável na Amazônia”,...
REINTRODUÇÃO DA ANTA NA RESERVA ECOLÓGICA DE GUAPIAÇU - Refauna

Projetos de fauna estão ajudando a conservação e curando os biomas brasileiros

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A arquitetura da vida sob a copa das árvores A imagem de uma floresta densa e verdejante costuma ser o símbolo máximo de conservação ambiental....
Reprodução - Portal da Sustentabilidade

Eco Invest Brasil destina 25% de recursos para turismo sustentável na Amazônia

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O protagonismo comunitário como motor da conservação O turismo no Brasil está passando por uma mudança de paradigma: a transição do simples "visitar a natureza"...
Reprodução - Wikipedia

Estudo valida qualidade de pau-brasil plantado para músicos profissionais

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O renascimento da madeira que moldou a música A história da música erudita está intrinsecamente ligada à densidade e à resiliência de uma única espécie...
Reprodução - O Dia

Norma principal do Selo Amazônia será apresentada ao mercado até maio

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O nascimento de uma identidade verde para a indústria regional O cenário produtivo do norte brasileiro está prestes a ganhar um divisor de águas que...
Divulgação

Suframa visita iniciativas de inovação em Macapá e reforça papel do Amapá no ecossistema...

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Macapá começou a ganhar contornos de um novo polo de inovação na Amazônia. Uma comitiva da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) esteve...
Editais do Programa REM MT recebem 108 propostas e investem R$ 18,6 milhões

Editais do Programa REM MT recebem 108 propostas e investem R$ 18,6 milhões

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Os editais do Programa REM MT encerraram as inscrições em 8 de julho com 108 iniciativas candidatas. O investimento de R$ 18,6 milhões será destinado a projetos de bioeconomia, conservação ambiental e gestão territorial em comunidades indígenas, agricultores familiares e povos tradicionais de Mato Grosso.
Foto: Aline Massuca/COP30

Sebrae lança edição global do Inova Amazônia e leva startups da floresta ao mundo

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A Amazônia entrou de vez na rota da inovação global. Durante a COP30, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)...
Bioinsumos da Amazônia é a Aposta para a Bioeconomia Local

Bioinsumos da Amazônia é a Aposta para a Bioeconomia Local

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Pioneirismo na UFPA: O Laboratório de Óleos da Amazônia (LOA), na Universidade Federal do Pará (UFPA), sob a liderança do Dr. Emmerson Costa, desponta...
Nas densas margens dos rios amazônicos, uma palmeira impenetrável, armada com longos espinhos negros, guarda um segredo bioquímico capaz de reconfigurar a bilionária indústria global da beleza. Pesquisadores descobriram que a gordura extraída da semente do murumuru possui uma estrutura molecular incrivelmente semelhante aos lipídios presentes de forma natural na pele humana, conferindo a ela uma capacidade de absorção e reparação celular sem precedentes. Esse fato surpreendente transformou o que antes era apenas uma fonte de alimento local em uma das matérias-primas mais cobiçadas pelos maiores laboratórios da Europa, provando que a verdadeira inovação tecnológica não nasce apenas em ambientes estéreis, mas cai madura do alto das copas da floresta tropical. Para entender essa revolução silenciosa, precisamos observar a biologia da espécie. A astrocaryum murumuru palmeira é uma planta nativa e majestosa que pode atingir até quinze metros de altura. Suas folhas grandes e pinadas oferecem sombra, enquanto seus troncos espinhosos servem como uma fortaleza natural contra predadores de grande porte. Historicamente, as populações tradicionais e os povos indígenas já utilizavam os frutos para alimentação e a palha para a confecção de cestarias e telhados. No entanto, o verdadeiro tesouro biológico reside na pequena amêndoa escondida sob uma casca extremamente dura. Quando prensada a frio, essa semente libera uma manteiga rica, densa e de aroma suave, carregada de ácido láurico, ácido mirístico e ácido oleico, componentes essenciais para a restauração de tecidos danificados. Durante décadas, o mercado internacional dependeu de forma massiva do óleo de palma, também conhecido como azeite de dendê, para garantir a textura e a hidratação em loções, sabonetes e cremes. Essa demanda gerou consequências severas para a biodiversidade em várias partes do mundo, especialmente no sudeste asiático, onde o desmatamento abriu caminho para imensas monoculturas. Neste cenário de urgência ambiental, a ascensão do murumuru substituto palma cosmético representa um respiro vital para o planeta. A extração na Amazônia ocorre de maneira totalmente integrada ao ciclo natural da floresta. Não há necessidade de derrubar uma única árvore para obter o produto, pois os coletores apenas aguardam o amadurecimento e a queda natural dos cachos de frutos no solo, respeitando o tempo da natureza e preservando o habitat de inúmeras espécies animais que também se alimentam da polpa carnosa. O impacto desse modelo produtivo vai muito além da química ou da ecologia, alcançando diretamente a vida das famílias ribeirinhas e extrativistas. A colheita do murumuru fortalece a bioeconomia local ao criar uma cadeia de valor justa e rastreável. Em comunidades espalhadas pelo estado do Pará e do Amazonas, homens e mulheres se organizam em cooperativas estruturadas. O trabalho começa nas primeiras horas da manhã, antes que o calor equatorial se torne opressivo. As famílias caminham pelas trilhas da floresta coletando os cocos caídos. Depois, em galpões comunitários, utilizam ferramentas manuais para quebrar a casca espessa e separar a amêndoa. Esse processo artesanal exige habilidade e paciência, características passadas de geração em geração. Ao transformar a semente em renda, a floresta em pé prova seu valor econômico de maneira incontestável. Para muitas mulheres extrativistas, a comercialização dessa semente significa independência financeira, acesso à educação para seus filhos e uma melhoria direta na qualidade de vida de suas vilas. O dinheiro gerado pela venda justa da amêndoa impede que os moradores locais precisem recorrer a atividades predatórias, como a extração ilegal de madeira ou o arrendamento de terras para pastagem. Cada quilo de semente processada atua como um escudo protetor para a floresta, financiando a permanência e a prosperidade daqueles que são os seus verdadeiros guardiões históricos. Quando essa matéria-prima chega às fábricas modernas, o murumuru manteiga cosmético revela todo o seu potencial técnico. Os engenheiros químicos e formuladores descrevem a substância como um silicone natural de altíssima performance. Diferente de muitos óleos vegetais que deixam uma sensação pegajosa ou pesada, essa manteiga funde instantaneamente ao entrar em contato com o calor do corpo humano. Ela cria um filme protetor invisível que impede a perda de água transepidérmica, mantendo a hidratação trancada nas camadas mais profundas da derme. Para os cabelos, o efeito é igualmente impressionante, pois a afinidade estrutural com a queratina permite que os fios ressecados e quebradiços recuperem sua elasticidade e brilho em poucas aplicações, substituindo compostos sintéticos derivados de petróleo por uma alternativa limpa e renovável. O interesse global por ingredientes limpos e sustentáveis impulsionou marcas europeias de alto padrão a reformularem por completo suas linhas de produtos mais famosas. Onde antes se lia óleo de palma ou derivados sintéticos nos rótulos, agora consumidores em Paris, Londres e Berlim encontram o nome dessa espécie amazônica em destaque. As embalagens contam a história da origem do produto, conectando o comprador urbano à realidade da floresta tropical. Essa transparência atende a uma demanda crescente de um público que não busca apenas resultados estéticos, mas também ética ambiental e responsabilidade social em suas escolhas de consumo diárias. A ciência botânica continua a investigar outras propriedades medicinais e terapêuticas da planta. Estudos recentes sugerem que os compostos antioxidantes presentes na semente também possuem propriedades anti-inflamatórias poderosas, capazes de acalmar condições severas da pele, como psoríase e eczema. Além disso, a casca e os resíduos fibrosos que sobram da extração do óleo não são descartados. Eles se transformam em adubo orgânico de alta qualidade ou biomassa para geração de energia nas próprias comunidades rurais, criando um sistema de economia circular perfeito onde absolutamente nada é desperdiçado e tudo retorna ao solo ou gera utilidade prática. Com o aumento constante da demanda, o grande desafio das próximas décadas será escalar essa produção de forma consciente, sem repetir os erros históricos de exploração que marcaram outros ciclos econômicos na região. Governos, organizações não governamentais e a iniciativa privada precisam colaborar para fortalecer as cooperativas locais, fornecer tecnologia adequada para otimizar o processamento dentro da própria floresta e garantir que a maior parte do lucro permaneça com as populações produtoras. O modelo de negócios em torno desta palmeira demonstra que é possível alinhar preservação da biodiversidade com o avanço industrial de alta tecnologia. A jornada dessa amêndoa milagrosa prova de forma inequívoca que o maior patrimônio do Brasil não está na terra nua, mas na exuberância complexa de sua biodiversidade viva e preservada. A cada produto que escolhemos levar para dentro de nossas casas, temos a oportunidade única de votar no tipo de futuro que desejamos construir para o planeta. Que a próxima leitura do rótulo do seu creme favorito seja o primeiro passo para apoiar as comunidades que mantêm o coração verde da Terra pulsando de vida e esperança. BOX: A Química da Beleza Natural | O perfil lipídico da manteiga de murumuru é um fenômeno botânico surpreendente. Composta por quase cinquenta por cento de ácido láurico e concentrações elevadas de vitamina A, ela atua na reestruturação celular profunda sem obstruir os poros. Essa configuração molecular permite que os nutrientes penetrem facilmente na pele e no eixo capilar, garantindo uma proteção prolongada contra danos externos ambientais. A imensa floresta oferece a farmácia perfeita, cuidadosamente embalada em uma casca protetora quase impenetrável.

Caminhos da Biodiversidade aposta na natureza viva como rede de conservação

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Uma nova cartografia para enxergar quem protege a biodiversidade Conservar a biodiversidade nem sempre começa em grandes planos internacionais ou em decretos amplos de proteção....
Foto: © ONU Brasil/Isadora Ferreira

Parceria bilateral impulsiona combate ao crime ambiental na floresta

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As sementes de uma nova economia começam a brotar em solo amazônico por meio de alianças que buscam equilibrar a preservação da maior floresta...

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