tubarões - resultados da busca

Se você não gostou dos resultados, por favor, faça outra pesquisa
Reprodução

Você sabia que cação e tubarão são o mesmo animal?

0
A ilusão do cardápio e a realidade dos oceanos O cenário é comum em feiras livres, peixarias de bairro ou grandes redes de supermercados. Repousando...
Reprodução

Ibama proíbe exportação de barbatanas de tubarão-azul em todo o Brasil

0
O fim do duto comercial para o mercado asiático O tubarão-azul, embora resiliente, tornou-se uma commodity biológica de alto valor, especialmente no mercado asiático, onde...

Estudo da Fiocruz Revela Contaminação de Tubarões por Cocaína

0
Em uma descoberta inédita, o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) identificou a presença de cocaína e seu metabólito, a benzoilecgonina, em tubarões da espécie Rhizoprionodon...

Possível Ingestão de Fardos de Cocaína e Poluentes Por Tubarões, Analisa Estudo

0
  Em 2023, houve um alerta de que tubarões na costa da Flórida poderiam comer fardos de cocaína depositados por traficantes. Então, um experimento de destaque...
carros

Cientistas Encontram Resíduos de Celulares e Carros Elétricos em Tubarões Após Terem Detectado Cocaína

0
Resíduos de carros e celulares em tubarões Em julho, um estudo divulgado na Science of the Total Environment revelou a presença de cocaína nos músculos...
Foto: Blog pescagerais

Governo não poderá mais adquirir cação sem prova de origem e espécie real

0
O Banquete Tóxico: A Face Oculta do Cação no Prato dos Brasileiros A comercialização de carne de tubarão e raia sob o rótulo genérico de...
Identificação

Identificação de raias e tubarões avançam, mas risco de extinção persistem

0
Estudo na identificação de espécies ameaçadas As técnicas moleculares mais avançadas têm sido essenciais na identificação de espécies ameaçadas de elasmobrânquios, um grupo que inclui...

A incrível força da piranha vermelha amazônica supera em proporção a mordida de grandes...

0
A piranha-vermelha (Pygocentrus nattereri) detém um recorde que desafia a percepção comum sobre os gigantes dos oceanos, possuindo a mordida mais forte proporcionalmente ao...
diabo

Peixe diabo negro surge das profundezas à luz do dia e intriga cientistas, veja...

0
Pesquisadores da ONG Condrik Tenerife, especializada na conservação de tubarões e raias nas Ilhas Canárias, protagonizaram um raro e surpreendente registro no dia 26...
Tomografia computadorizada do clasper frontal (Tenaculum) do peixe-rato-pintado macho adulto, coberto por fileiras de dentes (cores do arco-íris)

Peixe de águas profundas tem dentes na testa e os usa para sexo

0
No fundo do oceano, você pode encontrar um peixe estranho com dentes não apenas na boca, mas também na cabeça. O peixe-rato-pintado , um parente dos tubarões,...
um coral de águas profundas brilhando em tons neon no azul escuro

A Amazônia Azul guarda segredos que a ciência acaba de descobrir

0
Cientistas de instituições como a USP e a Marinha do Brasil confirmam que a Amazônia azul biodiversidade possui uma densidade de formas de vida...

Campo Grande sedia conferência da ONU sobre espécies migratórias em março

0
ONU em Campo Grande: o hub global da biodiversidade itinerante A partir de 23 de março de 2026, a capital do Mato Grosso do Sul,...

Limites de Captura de Peixes Estabelecidos para 2024

0
  Em 2024, foram estabelecidos limites de pesca para quatro espécies de peixes amplamente consumidas na culinária brasileira. As cotas de captura se aplicam às...

“A Evolução é Mais Rápida do que Darwin Imaginava”: Rosemary Grant

0
  Estudar os tentilhões de Darwin tem sido a missão de vida dos renomados biólogos evolucionistas britânicos Rosemary e Peter Grant. Durante quatro décadas, o...
foto: GEMM Lagos

Grande Buraco Azul visto do espaço parece respiradouro de baleia gigante

0
As lentes da Estação Espacial Internacional capturaram uma das mais impressionantes ilusões de ótica naturais do nosso planeta. Ao sobrevoar as águas cristalinas do...
Brasil

COP15 de Espécies Migratórias Silvestres será no Brasil em 2026

0
O Brasil vai liderar mais um fórum global das Nações Unidas em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Será a 15ª Conferência da Convenção sobre...
Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce há milhões de anos. A arraia de água doce amazônica pertence ao gênero Potamotrygon e se destaca não apenas pela sua forma circular elegante mas também por uma adaptação evolutiva impressionante que a torna uma mestra do disfarce no leito dos rios arenosos. Este peixe cartilaginoso possui a capacidade única de se enterrar parcialmente na areia tornando-se praticamente invisível aos olhos de predadores e presas um fenômeno que a ciência reconhece como parte fundamental de sua biologia de sobrevivência. A arraia camuflagem rio areia é um espetáculo de adaptação. A coloração dorsal desses animais geralmente em tons de marrom cinza ou bege com padrões de manchas ou ocelos imita com precisão o fundo do rio. Ao agitar as bordas do seu corpo discóide a arraia levanta uma nuvem de sedimentos que ao assentar a cobre quase por completo deixando apenas os olhos protuberantes e os espiráculos visíveis. Essa estratégia passiva de caça permite que ela capture pequenos peixes crustáceos e moluscos que se aproximam sem notar sua presença mantendo o equilíbrio ecológico do fundo do rio. No entanto a característica mais notória e frequentemente temida deste animal está localizada em sua extremidade posterior. Ao contrário do que muitos pensam o mecanismo de defesa da arraia água doce Amazônia ferrão não se situa na ponta da cauda como um chicote. O ferrão venenoso encontra-se na verdade na porção dorsal e média da cauda uma área musculosa e robusta. Dependendo da espécie e do tamanho do animal este aguilhão pode variar de alguns centímetros até dimensões consideráveis sendo composto por dentina um material extremamente duro e resistente similar ao dente dos vertebrados. O ferrão da Potamotrygon acidente rio é uma peça de engenharia biológica sofisticada. Ele possui serrilhas laterais voltadas para trás o que facilita a penetração na pele mas dificulta imensamente a sua remoção podendo causar lacerações graves. Coberto por um tecido epitelial o ferrão libera um veneno de natureza proteica quando esse tecido é rompido durante o impacto. Estudos indicam que este veneno é complexo contendo enzimas e toxinas que provocam dor intensa e imediata necrose localizada e inflamação severa no local atingido. A ciência reconhece que a dor relatada em acidentes com arraias é uma das mais lancinantes conhecidas na medicina toxicológica mas é importante ressaltar que o objetivo principal desse veneno é a defesa contra predadores grandes e não a agressão gratuita. A coexistência entre as comunidades ribeirinhas e esses animais é ancestral. Nas praias e remansos dos rios amazônicos onde as arraias preferem ficar para descansar ou caçar os habitantes locais desenvolveram técnicas específicas para evitar acidentes. O "passo do nissei" ou o ato de arrastar os pés na areia em vez de levantá-los é uma prática comum e eficaz. Ao arrastar o pé a pessoa toca suavemente na borda da arraia que assustada geralmente foge rapidamente. O acidente ocorre quando se pisa diretamente no centro do disco do animal pressionando-o contra o fundo o que aciona o reflexo de defesa e o chicoteamento da cauda para cima e para frente cravando o ferrão no pé ou no tornozelo do banhista. Compreender a biologia da arraia de água doce amazônica é fundamental para a conservação e para a segurança de todos que vivem ou visitam a região. Elas são componentes vitais do ecossistema amazônico ocupando nichos importantes na cadeia alimentar. Em vez de temê-las devemos respeitar o seu habitat. Ao entrar em um rio amazônico especialmente durante a estação seca quando as praias se formam o cuidado deve ser redobrado. Evitar áreas de águas muito rasas e paradas em praias isoladas ao amanhecer ou ao anoitecer períodos de maior atividade do animal e usar calçados adequados quando possível são medidas que reduzem drasticamente o risco de acidentes. A educação ambiental é a chave para uma convivência harmoniosa valorizando a biodiversidade sem comprometer o bem-estar humano. Respeitar o espaço do outro seja ele humano ou animal é o primeiro passo para garantir que os rios da Amazônia continuem sendo fontes de vida e beleza para todas as gerações. BOX LATERAL O que fazer em caso de acidente | Se ocorrer um ferrada a primeira medida é manter a calma e sair da água. Mergulhar o local atingido em água quente mas suportável por 30 a 90 minutos ajuda a desativar as proteínas do veneno aliviando a dor. Não faça torniquetes ou cortes na ferida. Procure atendimento médico imediatamente para a remoção segura de possíveis fragmentos do ferrão limpeza e medicação adequada prevenindo infecções secundárias.

Como a arraia de água doce amazônica domina a camuflagem na areia dos rios...

0
Nas profundezas turvas dos rios que serpenteiam a vasta planície amazônica habita um parente próximo dos tubarões que trocou os oceanos pela água doce...
veículos

Caminhões e ônibus sem motorista já circulam em áreas controladas no Brasil

0
Desde 2023, a fabricante de produtos de limpeza Ypê, em Amparo (SP), utiliza quatro caminhões sem motorista para transportar mercadorias entre setores da fábrica....
maior

Maior navio eólico do mundo promete zerar emissões com tecnologia inovadora

0
O Sohar Max, o maior navio eólico do planeta, representa um marco na navegação sustentável. Com uma estrutura imponente de 400 mil toneladas, o...
Foto: divulgação/Ibama

Pesca ilegal de atuns ameaça 52 espécies marinhas no Nordeste

0
Fiscalização no mar revela dimensão da pesca ilegal no Nordeste A costa do Rio Grande do Norte tornou-se, nas últimas semanas, palco de uma ampla...

Últimas noticias