
Estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) conquistaram reconhecimento internacional ao desenvolverem postes de iluminação movidos a energia solar e produzidos com tubos de PVC, uma alternativa econômica e sustentável.
Da UFPA para o mundo
A iniciativa foi premiada com o segundo lugar no ACT Bright Future Prize 2025, competição global que valoriza projetos de impacto social liderados por jovens.

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Como recuperar uma Bateria “morta” de 1,5 V e acender LED de 3 V por dias com circuito que reaproveita energia residualRepresentando o projeto Biolume, vinculado ao time Enactus UFPA, os estudantes foram os únicos representantes da Região Norte entre os oito finalistas. O resultado foi anunciado em abril e destaca o compromisso da equipe com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A ação já beneficiou diretamente mais de 11 mil pessoas.
De óleo usado a energia limpa
O Biolume nasceu com o objetivo de combater o descarte inadequado do óleo de cozinha, transformando-o em biodiesel — um combustível ecológico e acessível, especialmente útil para comunidades ribeirinhas. Com o tempo, o grupo expandiu suas soluções sustentáveis, passando a focar na geração de energia elétrica em áreas com acesso restrito, como vilarejos isolados e regiões sem infraestrutura adequada.
Reconhecimento que inspira
Para Adriely Raiol, líder do projeto e porta-voz da equipe na premiação, a conquista representa muito mais do que um troféu. “Ser beneficiária do Bright Future Prize é mais do que um reconhecimento, é a oportunidade de expandir nosso impacto”, afirma. Segundo ela, a premiação confirma que a inovação aliada ao empreendedorismo social é capaz de transformar vidas.
Adriely celebra o alcance do Biolume e acredita que esse reconhecimento internacional é um impulso para continuar avançando. “É um incentivo para seguir adiante, sabendo que cada passo pode iluminar novos caminhos”, diz.
Potencial transformador da juventude amazônida
O projeto é um exemplo de como iniciativas acadêmicas podem gerar soluções concretas para problemas sociais e ambientais. Apesar dos obstáculos, a equipe da UFPA segue comprometida com o desenvolvimento de tecnologias acessíveis, mostrando que a inovação também nasce e floresce na Amazônia.

“Mesmo diante de desafios, seguimos desenvolvendo soluções inovadoras que geram impacto positivo e duradouro. Esse reconhecimento abre portas para novas oportunidades, fortalecendo nosso propósito de transformar realidades e cuidar do futuro”, conclui Adriely.
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