alimentos - resultados da busca

Se você não gostou dos resultados, por favor, faça outra pesquisa
Itália solta 130 mil filhotes de polvo no Mediterrâneo para conter caranguejo-azul e proteger espécies locais

Itália solta 130 mil filhotes de polvo no Mediterrâneo para conter caranguejo-azul e proteger...

0
Cientistas italianos liberaram 130 mil filhotes de polvo-comum em áreas do Mediterrâneo onde o caranguejo-azul se multiplicou. A iniciativa busca recuperar o equilíbrio ecológico e reduzir a pressão sobre espécies locais, mas ainda depende de monitoramento.
O pão de hoje pode ter até metade do ferro e do zinco do pão dos seus avós: estudos mostram que comida ficou mais farta e menos nutritiva

O pão de hoje pode ter até metade do ferro e do zinco do...

0
Relatório reúne décadas de pesquisa: variedades mais produtivas diluíram minerais no trigo, frutas e verduras perderam ferro, e o excesso de CO₂ no ar pode piorar o quadro.
Inovação Sustentável: 'Cimento Verde' e Película Comestível Chegam ao Mercado

Inovação Sustentável: 'Cimento Verde' e Película Comestível Chegam ao Mercado

0
A UFMG lança duas inovações sustentáveis: um 'cimento verde' que reaproveita resíduos industriais e uma película comestível que prolonga a vida útil de frutas. Ambas as tecnologias, desenvolvidas com apoio da Finep, prometem impactos ambientais e econômicos significativos.
Jovens empreendedores em frente a um quadro durante o evento Amazônia de Valor, em Belém

Amazônia de Valor reúne startups e investidores da bioeconomia em Belém

0
O Amazônia de Valor reúne em Belém startups, investidores e indústria em torno da bioeconomia, com soluções do Hackathon SENAI, dentro da Semana do Clima da Amazônia.

A agrofloresta indígena pode guardar mais carbono que uma plantação uniforme porque mistura tempo,...

0
Uma área produtiva não precisa ser coberta por uma única cultura. Na Amazônia equatoriana, estudos sobre sistemas indígenas conhecidos como chakra e aja avaliaram...

O que os pequenos mamíferos revelam quando a floresta vira uma ilha cercada por...

0
Quando uma estrada, uma fazenda ou uma área de pastagem divide a floresta, a primeira imagem costuma ser a de árvores que desapareceram. Para...

O macaco brasileiro cujo grito atravessa até 5 quilômetros usa a própria cauda como...

0
Quem caminha por uma floresta habitada por bugios pode escutar os animais muito antes de conseguir enxergá-los. O som grave produzido por esses primatas...

Quati do ecossistema brasileiro anda em bandos de trinta indivíduos e revira o solo...

0
O quati-de-cauda-anelada forma uma das sociedades de mamíferos terrestres mais estruturadas das matas brasileiras. Integrante da família dos procionídeos, a mesma dos guaxinins, este...
De “comida de pobre” a fonte de nutrientes: por que milhões comem insetos e o Ocidente é exceção

De “comida de pobre” a fonte de nutrientes: por que milhões comem insetos e...

0
Insetos são consumidos por centenas de milhões de pessoas em diferentes regiões do planeta, mas a visão ocidental costuma associá-los à sujeira e à praga. A ciência confirma que esses animais podem concentrar proteínas, vitaminas, minerais e gorduras insaturadas.
Javalis ocupam 198 municípios de Minas, danificam lavouras e ameaçam nascentes e áreas naturais

Javalis ocupam 198 municípios de Minas, danificam lavouras e ameaçam nascentes e áreas naturais

0
A presença de javalis em Minas Gerais deixou de ser apenas um problema para produtores rurais. Os animais já foram registrados em 198 municípios, onde revolvem o solo, atingem plantações, ameaçam nascentes e pressionam áreas de conservação.
Cidades mudam patas, asas e genes de animais em poucas gerações, e a Amazônia acompanha essa corrida

Cidades mudam patas, asas e genes de animais em poucas gerações, e a Amazônia...

0
O avanço das cidades, o ruído, o calor, a poluição e a caça estão pressionando animais a mudar em ritmo acelerado. Estudos citados pela BBC mostram alterações em lagartos, aves, raposas, elefantes e peixes, enquanto espécies menos flexíveis podem desaparecer.

Café na Sérvia deixa 6 alpacas circularem entre as mesas, cobra cerca de €10...

0
Um café instalado dentro de um resort no norte da Sérvia passou a oferecer aos visitantes um motivo adicional para permanecer além da bebida...
Macacos-prego usam IA na selva para testar a própria memória

Macacos-prego usam IA na selva para testar a própria memória

0
Uma tela azul, algumas fatias de banana e um sistema de inteligência artificial estão ajudando cientistas a estudar a cognição de macacos-prego na floresta. A tecnologia reconhece cada animal e permite aplicar testes no ambiente natural, onde fatores sociais e ecológicos também influenciam o comportamento.
As formigas cortadeiras amazônicas inventaram a agricultura de fungos milhões de anos antes do surgimento dos primeiros seres humanos modernos

As formigas cortadeiras amazônicas inventaram a agricultura de fungos milhões de anos antes do...

0
Muito antes de o primeiro ser humano moderno domesticar o trigo no Crescente Fértil, uma sociedade subterrânea e altamente organizada já praticava uma forma...
ONU abre inscrições para programa de liderança jovem em sistemas alimentares

ONU abre inscrições para programa de liderança jovem em sistemas alimentares

0
A ONU abriu inscrições para a segunda turma do Programa de Liderança Jovem em Sistemas Alimentares (YLP), voltado a jovens que trabalham na transformação de sistemas alimentares globais. O programa, totalmente financiado e liderado pelo Centro de Coordenação de Sistemas Alimentares da ONU com apoio do governo alemão, busca formar líderes capazes de enfrentar desafios complexos nos sistemas agroalimentares.
A formiga-cortadeira não ingere as folhas que corta com tanto esmero nas copas das árvores ou no sub-bosque da floresta tropical. Ao contrário do que a crença popular sugere, essa laboriosa espécie Atta colombica biologia utiliza a biomassa vegetal não como alimento direto, mas como substrato para cultivar seu verdadeiro e único alimento, um fungo específico que a ciência reconhece como indispensável para a sobrevivência da colônia. Esse fato biológico surpreendente revela uma das relações de mutualismo mais complexas e antigas do planeta, onde formiga e fungo tornaram-se parceiros evolutivos tão dependentes que nenhum dos dois consegue prosperar sem a presença do outro. O fungo simbionte do gênero Leucoagaricus é cultivado em câmaras especiais dentro do formigueiro, longe da luz e sob condições controladas de temperatura e umidade. Após transportarem os pedaços de folhas para o interior do ninho, outras castas de formigas assumem o processo de beneficiamento do material, mastigando as folhas até formar uma pasta úmida que é misturada às suas próprias fezes e enzimas digestivas. Esse composto é, então, depositado nas câmaras de cultivo, servindo de base para o crescimento do micélio do fungo. O fungo, por sua vez, decompõe a celulose e outros compostos complexos das plantas que as formigas não conseguem digerir, produzindo estruturas ricas em nutrientes que servem de alimento para toda a colônia. As formigas-cortadeiras, portanto, funcionam como verdadeiras formigas cultivadoras fungo, desempenhando o papel de agricultoras em um sistema altamente especializado que precede a agricultura humana em milhões de anos. A eficiência desse sistema depende de um rigoroso controle de qualidade, onde as formigas monitoram constantemente a saúde do jardim de fungos. Estudos indicam que, se uma determinada espécie de planta contiver substâncias tóxicas ao fungo, as formigas rapidamente detectam a reação negativa do simbionte e interrompem imediatamente a coleta daquela vegetação específica, demonstrando uma capacidade de aprendizado e resposta coletiva impressionante. Essa interação sofisticada exige uma organização social complexa, onde a colônia opera como um superorganismo. No interior do ninho, o sistema de castas é rigorosamente definido pelo tamanho e função das formigas. As jardineiras, as menores da colônia, cuidam delicadamente do fungo, limpando-o e removendo parasitas ou contaminantes com suas mandíbulas minúsculas. Elas também têm a função de picotar ainda mais o material vegetal trazido pelas cortadeiras, preparando-o para a incorporação ao jardim. Sem esse cuidado constante e especializado, o fungo cultivado pelas formigas-cortadeiras seria rapidamente dominado por outras espécies de fungos competidores e bactérias oportunistas. As operatórias de tamanho intermediário, por sua vez, são responsáveis pelo corte e transporte das folhas, uma tarefa que exige força e coordenação. Elas formam extensas trilhas de forrageamento, muitas vezes estendendo-se por dezenas de metros a partir da entrada principal do ninho, transportando fragmentos que podem pesar várias vezes o seu próprio peso. A coordenação e comunicação entre essas formigas são fundamentais para a eficiência da coleta, utilizando trilhas de feromônios para guiar as companheiras até as fontes de vegetação mais adequadas. Para defender esse complexo sistema de produção de alimento contra predadores e invasores, a colônia conta com as castas de soldados, as maiores e mais agressivas formigas do formigueiro. Dotados de mandíbulas poderosas e uma musculatura robusta na cabeça, os soldados patrulham as trilhas de forrageamento e as entradas do ninho, prontos para combater qualquer ameaça, desde aranhas e outros insetos até pequenos vertebrados. Essa divisão do trabalho altamente especializada assegura a integridade e a continuidade do processo de cultivo, fundamental para a estabilidade do superorganismo. A ciência reconhece que a relação entre a formiga-cortadeira fungo Leucoagaricus é tão íntima que o simbionte perdeu a capacidade de produzir esporos sexuais, dependendo exclusivamente das formigas para sua propagação. Quando uma nova rainha parte para fundar um novo ninho, ela leva consigo uma pequena porção do micélio do fungo na sua cavidade bucal, garantindo que a nova colônia tenha o jardim de fungos essencial para a sua sobrevivência. Esse processo de transferência vertical assegura a continuidade dessa parceria milenar a cada nova geração de formigas-cortadeiras. O impacto ecológico dessa prática agrícola é significativo para os ecossistemas tropicais. Ao coletarem grandes quantidades de vegetação, as formigas-cortadeiras atuam como importantes herbívoros, influenciando a estrutura e a composição das comunidades vegetais. Além disso, a deposição de material orgânico e nutrientes no interior dos formigueiros e a escavação de túneis e câmaras contribuem para a aeração e fertilização do solo, promovendo a ciclagem de nutrientes e beneficiando o crescimento de outras plantas. A atuação desse superorganismo é, portanto, um fator chave na dinâmica e saúde da floresta amazônica. Compreender a complexidade da interação entre as formigas-cortadeiras e seu fungo exclusivo nos permite vislumbrar a sofisticação das soluções evolutivas que moldam a biodiversidade tropical. O estudo dessa relação mutualística consolidada reforça a importância da preservação de todos os componentes de um ecossistema, pois mesmo as menores e aparentemente mais simples interações podem desempenhar papéis fundamentais na manutenção do equilíbrio e da resiliência da floresta, demonstrando que a cooperação e a interdependência são estratégias de sobrevivência tão poderosas quanto a competição. Essa extraordinária parceria nos convida a refletir sobre a intrincada teia da vida, onde a sobrevivência de um superorganismo depende, em última análise, do cultivo cuidadoso e da proteção vigilante de um companheiro microscópico. BOX LATERAL: Engenharia de Solo | A atividade das formigas-cortadeiras estende-se além do cultivo do fungo, impactando a estrutura do solo. Estudos indicam que a escavação de seus extensos ninhos, que podem cobrir dezenas de metros quadrados, promove a aeração e a drenagem do solo. Além disso, o transporte e depósito de material vegetal em decomposição nas câmaras profundas do formigueiro enriquecem o solo com nutrientes, fertilizando-o de forma natural.

As formigas-cortadeiras e seu fungo exclusivo formam uma extraordinária parceria de cultivo na floresta...

0
A formiga-cortadeira não ingere as folhas que corta com tanto esmero nas copas das árvores ou no sub-bosque da floresta tropical. Ao contrário do...
Répteo gigante da Amazônia usa superácido estomacal para derreter ossos e cascos de presas em poucas horas

Répteo gigante da Amazônia usa superácido estomacal para derreter ossos e cascos de presas...

0
O jacaré-açu é capaz de secretar uma concentração de ácido clorídrico em seu estômago tão elevada que o pH do suco gástrico cai para...
Como o raro cachorro-vinagre coordena caças em bando nas várzeas da Amazônia usando táticas parecidas com as de lobos

Como o raro cachorro-vinagre coordena caças em bando nas várzeas da Amazônia usando táticas...

0
O cachorro-vinagre (Speothos venaticus) é o protagonista de um dos comportamentos sociais mais fascinantes e raros do reino animal, sendo o único canídeo sul-americano...
Coruja pequena com olhos amarelos, penas marrons e brancas, pousada em um tronco de madeira, fundo verde de folha de planta.

Coruja engole a presa inteira e devolve pela boca uma pelota de ossos que...

0
Resposta direta: pequenas estruturas formadas por pelos, ossos, penas e outras partes de presas podem aparecer sob o local usado pela coruja. Conhecidas como...

Últimas noticias