
Expedição começa pelo Monte Roraima, entre 16 e 29 de setembro de 2026, e pretende levar São José dos Campos ao circuito internacional.
Uma expedição que começa na Amazônia pode colocar São José dos Campos no mapa internacional do montanhismo. Entre 16 e 29 de setembro de 2026, o guia de turismo Luiz Fernando Priante, conhecido como Priante Guia, vai iniciar pelo Monte Roraima o projeto 10 Cumes BR, criado para conquistar as 10 montanhas mais altas do Brasil e buscar o reconhecimento do Guinness World Records.
A proposta ainda não representa um recorde homologado. O joseense está dando início à jornada que poderá ser apresentada ao Livro dos Recordes, caso o projeto cumpra os critérios exigidos pela organização. O desafio reúne preparação física, planejamento de expedições e a necessidade de registrar cada etapa da conquista.
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O Monte Roraima será o ponto de partida da iniciativa. A montanha, localizada no estado de Roraima, conecta o projeto diretamente ao território amazônico e abre uma trajetória que pretende percorrer diferentes cenários naturais do país.
Segundo as informações divulgadas sobre o projeto, a expedição ao Monte Roraima ocorrerá entre 16 e 29 de setembro de 2026. A escolha desse destino para inaugurar a série dá à jornada uma dimensão que vai além do desempenho esportivo: o participante também pretende valorizar paisagens brasileiras e estimular o turismo de aventura.
Segundo o projeto 10 Cumes BR, Luiz Fernando Priante começará em setembro de 2026 a tentativa de escalar as 10 montanhas mais altas do Brasil pelo Monte Roraima.
Experiência acumulada antes da tentativa
Priante atua há mais de 25 anos no turismo e no montanhismo. Ele também é profissional credenciado pelo Ministério do Turismo, experiência que sustenta a preparação do projeto e o conhecimento necessário para conduzir atividades em ambientes de montanha.
Para quem acompanha de fora, a meta pode parecer apenas uma sequência de escaladas. Na prática, cada cume exige organização própria, avaliação das condições do terreno, preparo físico e controle do deslocamento. A duração da primeira expedição já indica que o projeto depende de uma logística mais ampla do que uma visita convencional a um ponto turístico.
Mais que uma marca, uma vitrine para o turismo
O objetivo declarado pelo guia é usar o desafio para inspirar pessoas a enfrentarem seus próprios limites. A estratégia também busca ampliar o interesse pelo turismo de aventura e destacar áreas naturais brasileiras que, muitas vezes, ficam fora dos roteiros mais conhecidos.
O impacto regional aparece em duas frentes. De um lado, Roraima será o cenário da primeira etapa, com o Monte Roraima como porta de entrada para a jornada. De outro, São José dos Campos será apresentada como a cidade de origem do participante, associando o município paulista a uma iniciativa de alcance nacional e internacional.
Essa conexão interessa aos leitores da Amazônia porque a região não aparece apenas como cenário remoto da aventura. A primeira expedição deverá movimentar serviços ligados a transporte, condução, hospedagem e apoio ao visitante, além de colocar em evidência a importância do turismo organizado em áreas naturais sensíveis.
O que ainda precisa acontecer
O projeto terá de avançar pelas demais montanhas previstas para que a meta seja concluída. Também será necessário reunir os registros e comprovações da jornada para sustentar o pedido de reconhecimento ao Guinness World Records. Até lá, o resultado permanece como uma tentativa em andamento, e não como um título já concedido.
A primeira referência pública da iniciativa será a expedição ao Monte Roraima, marcada para setembro de 2026. As etapas seguintes deverão mostrar se o desafio conseguirá transformar uma meta pessoal em um feito reconhecido para o montanhismo brasileiro.
Com informações de Grupo Bandeirantes de Comunicação.
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