
A rota que conectará Manaus aos portos de Tumaco (Colômbia), Manta e Guayaquil (Equador), e Paita e Chancay (Peru) utilizando vias hidroviárias no Brasil deverá ser inaugurada até a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-30), prevista para novembro de 2025 em Belém (PA).
A declaração foi feita pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, durante uma audiência conjunta das comissões de Infraestrutura e de Desenvolvimento Regional do Senado. A rota de Manaus é uma das cinco Rotas da Integração Sul-Americana, um projeto que visa promover a conectividade e a competitividade agrícola brasileira através do Pacífico.
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Antas engoliram sementes em uma área degradada da Amazônia e devolveram ao solo plantas que germinaram mais rápido do que as preparadas à mãoTebet enfatizou a sustentabilidade ecológica da rota, destacando que a única pendência é a conclusão de uma dragagem para que a via esteja completamente operacional.
Rotas da Integração Sul-Americana
Além da rota Manaus, o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prevê a implementação de outras quatro rotas de integração. A ministra afirmou que todas as rotas devem estar funcionando até 2028, facilitando o escoamento da produção brasileira pelo Oceano Pacífico e aumentando a competitividade do país no mercado global.
Essas rotas envolvem 190 projetos de infraestrutura em 11 estados brasileiros que fazem fronteira com países sul-americanos. Para viabilizar o programa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abrirá linhas de financiamento de US$ 10 bilhões, com US$ 3 bilhões destinados a estados e municípios brasileiros e US$ 7 bilhões para obras em outros países do continente.

Segundo Tebet, a implementação das rotas representará uma transformação significativa no cenário das exportações brasileiras, promovendo maior conectividade e competitividade, especialmente no mercado asiático.
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