sustentabilidade e qualidade de vida - resultados da busca

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Belém transforma esgoto em parque linear de alto impacto

Belém ganha vida nova com parque no antigo esgoto

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Mais de sessenta mil famílias deixaram de conviver com o odor do esgoto acumulado para ganhar um novo horizonte verde em Belém. O dado...
COP30: Jader Filho destaca que cuidar do clima é também cuidar das cidades

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O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou que a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), marcada para novembro em Belém...
Monitoramento da vegetação nativa no Pará: entenda o novo protocolo da Semas baseado em indicadores científicos para a restauração da Amazônia

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A ciência como métrica para a resiliência florestal O avanço das agendas de sustentabilidade global exige que as promessas de recuperação ambiental sejam acompanhadas de...
Saúde do solo rende prêmio Norman Borlaug a pesquisadora

Saúde do solo rende prêmio Norman Borlaug a pesquisadora

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A pesquisadora Ieda Mendes, da Embrapa Cerrados, recebeu o Prêmio Norman Borlaug de Sustentabilidade 2026. A homenagem reconhece quatro décadas de estudos sobre a saúde do solo e o desenvolvimento da tecnologia BioAS.
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Cidades mais verdes: Brasil apresenta plano nacional de arborização na COP30

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Durante a COP30, em Belém, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lançou o Plano Nacional de Arborização Urbana (PlaNAU) —...
Foto: Edson Hiroshi Aoki

Ciclovias ganham protagonismo na agenda climática urbana

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Ciclovias deixaram de ser apenas faixas pintadas no asfalto para se tornarem símbolos visíveis de uma mudança mais profunda nas cidades brasileiras. Ao ampliar...
Moradias sustentáveis levam dignidade e inovação às ilhas de Belém

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Na Ilha do Combu, em Belém, um projeto pioneiro de habitação sustentável começa a transformar não apenas a paisagem local, mas também a vida...
MIT e Saúde e Alegria em parceria por água na Amazônia

MIT e Saúde e Alegria em parceria por água na Amazônia

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A Amazônia receberá inovações em soluções para água e saneamento através de uma nova parceria. Pesquisadores do MIT e do Projeto Saúde e Alegria (PSA) se uniram para desenvolver tecnologias sociais e estratégias de adaptação climática nas comunidades ribeirinhas, indígenas e extrativistas da região. A colaboração combina pesquisa de ponta com o conhecimento local acumulado em décadas de atuação.
O palmito-pupunha oferece uma solução agroecológica sustentável através da colheita que permite o rebroto rápido da planta na Mata Atlântica

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O palmito-pupunha (Bactris gasipaes) é uma palmeira nativa da região amazônica que apresenta uma característica biológica surpreendente e que a torna uma verdadeira campeã...
Divulgação - IEMA

Luz na Amazônia: energética e cidadã para comunidades tradicionais

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Na manhã de 30 de outubro de 2025, em um auditório da agência reguladora em Brasília, selou-se uma parceria inédita: a Agência Nacional de...
Como professores desafiam as marés e navegam horas para manter escolas flutuantes ativas no interior da Amazônia

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A educação nos territórios anfíbios do norte do Brasil protagoniza uma das operações logísticas mais complexas e desafiadoras do cenário pedagógico mundial, onde o...
O futuro do cacau amazônico do cultivo sustentável à gourmetização global

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Imagine uma jornada que começa sob a sombra densa da floresta amazônica, onde a biodiversidade pulsa e o ar carrega o aroma úmido da...
Fotografia documental na luz da tarde de um pescador ribeirinho em canoa com pirarucu recém-pescado em lago de igapó floresta inundada ao fundo.

Como o gigante pirarucu e o manejo comunitário revolucionam a economia sustentável nos lagos...

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O pirarucu (Arapaima gigas), o maior peixe de escamas de água doce do mundo, possui uma biologia única que o obriga a subir à...
Foto: Jade Vieira Plastina

Governo amplia apoio financeiro à aquicultura sustentável

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Aquicultura brasileira entre crédito, planejamento e sustentabilidade A aquicultura deixou de ocupar posição secundária na agenda produtiva brasileira. Nos últimos anos, o setor passou a...
Como ciência e tecnologia estão redesenhando a sustentabilidade

Descobertas que estão redefinindo a sustentabilidade no chão e na água do planeta

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Tecnologia, ciência e dados agora definem a sustentabilidade real, indo muito além das promessas e relatórios ESG tradicionais. Diante da urgência climática, o novo...
Parque Nacional da Tijuca bate recorde de visitação: como a gestão do icmbio transformou a floresta urbana no destino mais procurado do Brasil?

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A supremacia do verde em meio à metrópole carioca O horizonte do Rio de Janeiro não é apenas uma moldura estética, mas o cenário de...
A palavra mandioca tem origem no tupi mandi-oca e sua lenda conta a história de Mani uma menina indígena

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A mandioca (Manihot esculenta) não é apenas um alimento; é a base da segurança alimentar de milhões de pessoas na Amazônia e em todo...
A andiroba Carapa guianensis fornece óleo medicinal anti-inflamatório e árvores antigas garantem colheitas fartas na floresta amazônica

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A andiroba Carapa guianensis possui uma capacidade singular de produção que desafia a lógica comum da agricultura: as árvores mais velhas, em vez de...
A cena se repete centenas de vezes todos os dias nas vastas extensões do Cerrado e nas bordas da Amazônia. Um tamanduá-bandeira, com sua imponente cauda de bandeira e focinho alongado, aproxima-se de um cupinzeiro robusto. Com as garras dianteiras afiadas, ele abre um buraco na estrutura dura de terra. Mas ele não vai ficar ali até saciar toda a sua fome. O grande segredo biológico desse mamífero impressionante é a sua capacidade de consumir milhares de insetos sem comprometer o futuro da colônia. Ao contrário do que se pode imaginar, o tamanduá-bandeira não devasta os cupinzeiros que visita. Essa interação é um exemplo refinado de sustentabilidade natural que garante a sobrevivência de ambos. Para realizar essa façanha, o animal conta com uma ferramenta altamente especializada e única na natureza. O Myrmecophaga tridactyla possui uma língua surpreendente que pode chegar a 60 centímetros de comprimento. Essa estrutura fina e musculosa é projetada para a eficiência e a velocidade. Coberta por uma saliva extremamente pegajosa e por pequenas espinhas voltadas para trás, a língua penetra rapidamente nos túneis do cupinzeiro, capturando centenas de cupins e formigas em questão de segundos. Estudos sobre o comportamento da espécie indicam que a língua pode entrar e sair da boca até 160 vezes por minuto. A velocidade é crucial porque, assim que a colônia percebe o ataque, as formigas-soldado e os cupins-soldado começam a reagir e a atacar o intruso com mordidas e substâncias químicas, tornando a alimentação dolorosa e menos proveitosa para o tamanduá. É justamente essa reação defensiva da colônia, somada a um instinto evolutivo refinado, que dita o ritmo da alimentação. O tamanduá come por dia uma quantidade expressiva de insetos, visitando até duzentos cupinzeiros ou formigueiros diferentes em sua jornada diária. No entanto, ele passa pouquíssimo tempo em cada local, geralmente menos de dois minutos. Essa pressa não é apenas para evitar as picadas, ela tem uma função ecológica fundamental. Ao comer apenas uma pequena fração da colônia e seguir em frente antes de causar danos irreparáveis à rainha ou à estrutura principal, o tamanduá-bandeira permite que o cupinzeiro se recupere e a colônia repovoe a área atacada. É uma dinâmica de "coleta" sustentável, um comportamento que a ciência reconhece como essencial para a manutenção do equilíbrio nos ecossistemas onde a espécie vive. Essa relação próxima entre o tamanduá e as comunidades de insetos sociais tem repercussões positivas que vão além da simples alimentação de um indivíduo. A atividade do tamanduá-bandeira ajuda a controlar as populações de cupins e formigas, evitando que estas se tornem superpopulações que poderiam desequilibrar a vegetação nativa ou outras dinâmicas locais. Ao abrir buracos nos cupinzeiros duros, o tamanduá também cria microhabitats para outras espécies menores que utilizam essas aberturas como abrigo ou fonte de alimento. A sustentabilidade dessa interação, onde o predador não extermina sua presa mas sim "gere" o recurso de forma a garantir sua renovação, é um dos pilares da biodiversidade nas savanas brasileiras. O tamanduá-bandeira é um jardineiro especializado, moldando a paisagem ao seu redor com uma sabedoria moldada por milênios de evolução. Observar um tamanduá-bandeira em seu habitat natural é uma experiência única. Sua aparência é inconfundível, com a pelagem grossa e acinzentada, a faixa diagonal preta com bordas brancas cruzando o peito e as costas, e claro, a imensa cauda peluda que usa para se equilibrar e até como "cobertor" para regular a temperatura do corpo durante o sono. Muitas vezes, especialmente ao amanhecer ou ao entardecer, quando a luz rasante realça as texturas do Cerrado, é possível avistar uma fêmea carregando seu filhote nas costas. O filhote fica perfeitamente alinhado com a faixa preta da mãe, uma camuflagem eficiente para protegê-lo de predadores enquanto ela se desloca pelos campos em busca dos cupinzeiros sustentáveis que garantem sua subsistência. Essa imagem de renovação e cuidado maternal reflete a resiliência da vida selvagem brasileira. A preservação do tamanduá-bandeira é crucial para a saúde dos biomas que ele habita, como o Cerrado e o Pantanal, e também para áreas de transição da Amazônia. Sendo uma espécie-chave, sua presença indica a qualidade do ambiente e o bom funcionamento das teias tróficas. Proteger o habitat desse grande mamífero significa proteger toda a rede de interações ecológicas que ele sustenta, incluindo a saúde dos solos e o ciclo dos insetos. Iniciativas de conservação focadas na proteção de corredores ecológicos e na conscientização sobre a importância da coexistência com a fauna selvagem têm demonstrado resultados positivos, mostrando que é possível garantir o futuro dessa e de muitas outras espécies emblemáticas do Brasil. A visão de um tamanduá caminhando livremente pelos campos no início do dia é um testemunho de esperança e da força da biodiversidade. A lição que o tamanduá-bandeira nos oferece é simples, profunda e extremamente atual. Seus hábitos alimentares nos mostram que é possível satisfazer nossas necessidades sem esgotar as fontes que nos sustentam. O equilíbrio que ele mantém com os cupinzeiros é um lembrete valioso de que a verdadeira sustentabilidade reside no respeito aos ciclos naturais e na compreensão de que somos parte de um sistema interconectado. O cuidado que ele tem ao "colher" sem destruir aponta um caminho para refletirmos sobre como podemos gerenciar nossos próprios recursos e interagir com o planeta que compartilhamos com tantas outras formas de vida extraordinárias. BOX LATERAL: O Gigante das Américas | O tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) é o maior das quatro espécies de tamanduás existentes. Sem dentes, ele é um especialista em comer formigas e cupins. Sua pelagem longa e acinzentada, com uma faixa diagonal preta, e sua cauda enorme e peluda, que lembra uma bandeira, o tornam inconfundível. Adaptado tanto a florestas quanto a campos abertos como o Cerrado, ele é um símbolo da nossa biodiversidade.

O segredo do tamanduá-bandeira na preservação do Cerrado ao equilibrar a vida nos cupinzeiros...

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A cena se repete centenas de vezes todos os dias nas vastas extensões do Cerrado e nas bordas da Amazônia. Um tamanduá-bandeira, com sua...
Uma sala de controle de gestão urbana moderna e ampla. Em uma parede gigante de telas (video wall), um mapa digital da cidade exibe diferentes camadas de dados coloridos: áreas de calor indicando trânsito intenso, ícones de nuvens sobre regiões com chuva, e gráficos de barras mostrando análises de dados. No centro, gestores públicos observam os dados estrategicamente. A estética é tecnológica, com luzes azuis e dados fluindo digitalmente

A tecnologia como chave para gerir ambientes urbanos complexos

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Na gestão das cidades brasileiras, tornou-se fundamental contar com diferentes recursos tecnológicos para auxiliar os municípios. São muitas as possibilidades que o poder público...

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